Alguém jogou sementes no meu quintal!

Um certo dia estava molhando o jardim do meu quintal, foi quando me deparei com uma nova planta, a princípio achei que pudesse ser um mato que ali cresceu e sem pensar resolvi arrancar. Na semana seguinte quando fazia o mesmo procedimento, vi a mesma planta que havia arrancado crescendo novamente e naquele momento pensei: Alguém jogou sementes no meu quintal!

Passei então a reparar ao redor do meu jardim e pude notar que havia uma árvore bem grande, cheia de frutas, onde todas as manhãs os passarinhos iam comer, e quando terminavam voavam por cima do meu quintal, deixando cair algumas sementes, e como eu sempre o regava, as sementes brotavam no meio das minhas flores e hortaliças. E esta nova plantinha tornava o meu jardim mais bonito e especial.

E através da pequena história contada acima, possamos pensar em tantas outras coisas que acontecem ao nosso redor e sequer prestamos atenção. Coisas que a princípio não tenham tanta importância, mas quando resolvemos dar a atenção devida, ganha uma outra perspectiva e pode sim trazer muitas transformações na nossa vida.

Que possamos parar alguns minutos o nosso dia e olhar ao nosso redor, escutar o que o nosso filho tem a nos dizer, dar bom dia às pessoas que cruzamos, jogar o lixo no local certo, olhar para admirar o céu, cuidar de todas as plantas do nosso jardim, mesmo àquelas que caíram por engano, porque se elas foram parar ali, é porque assim o universo desejou.

Às vezes não entendemos porque a nossa vida está tão “bagunçada”, mas esquecemos que quem faz a nossa vida boa somos nós! Então viva o hoje com positividade, prestando atenção ao seu redor e verás que a sua vida será muito melhor!

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O Big Brother da vida como ela é!

Você já parou para pensar que pode estar sendo observado 24 horas do seu dia? Que coisas que pensa que só você sabe, estão sendo vistas por milhares de pessoas? Que privacidade é um conceito que não existe mais? Será que estamos vivendo um Big Brother da vida como ela é?

Não estamos tão distantes de fazermos parte de um Big Brother, onde somos vigiados o tempo todo, onde todas as nossas atitudes são mapeadas e estudadas por computadores de alta performance. Se pensarmos que há aproximadamente doze anos não existia a Internet e que nossa vida era mais “nossa”, lembraríamos que éramos muito mais partes de um sistema onde ajudávamos a construir a história, e que hoje com tantas outras tecnologias e a Internet, nos tornamos apenas “marionetes” de um sistema que mal sabemos em que pé está.

No filme, atualmente em cartaz, o Círculo retrata um pouco desta falta de privacidade que é vendida como excesso de segurança. Onde jovens são convidados a fazer parte de uma empresa que oferece o “paraíso” em troca da transparência de suas vidas, mas até que ponto isto é positivo?

Imaginemos que usássemos uma câmera fincada em nosso roupa, onde conviveríamos com ela 24 horas e todos os momentos seriam registrados, inclusive momentos íntimos, mas em contra partida viveríamos em um mundo sem mentiras, onde tudo e todos seriam expostos para o mundo todo. Seríamos capaz de encontrar bandidos perigosos, de saber aonde os filhos andam, mas todos teriam acesso irrestrito à nossa vida e de nossos familiares, momentos íntimos, brigas, reações, tudo em realtime, sem pausas.

Difícil de pensar se teríamos mais bônus ou mais ônus neste Big Brother, mas acho que passaríamos a ser pessoas frias, com frases prontas ao acordar, ao dormir. Agiríamos sempre com a razão para não sermos vistos e nem julgados pelo mundo, talvez não nos envolveríamos com ninguém para não expor nossa intimidade. Nos tornaríamos robôs em constante manutenção, sem coração, sem amor, sem piedade…

Será que foi para isto que a nossa humanidade foi criada?

Que já estamos entrando em uma era de Big Brother, isto não tem como fugir, mas que ainda temos a nossa liberdade de escolha e de privacidade, isto ainda é uma realidade! Vamos aproveitar porque não sabemos quanto tempo irá durar!

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Mulher “fácil” é mulher que não se dá o valor?

Ainda nos dias de hoje nos deparamos com situações constrangedoras, como por exemplo, em uma festa ver algumas mulheres que não se dão o seu devido valor e acabam sendo vistas como “fácil” pela sociedade. E a questão é: mulher “fácil” é mulher que não se dá o valor?

Primeiramente precisamos conceituar “mulher fácil”, que tem inúmeras interpretações, mas de maneira genérica podemos dizer que “mulher fácil” é uma mulher que não se dá o devido valor, que não se respeita, permite que todos tenham acesso a sua pessoa sem dificuldades. Normalmente são as mulheres que os homens buscam na balada, pois sempre estão acessíveis, aceitam qualquer convite, se vestem de maneira vulgar. E é bem complicado estas interpretações, porque pode ocorrer de uma mulher não ser “fácil”, mas pela forma de se comportar ou de se vestir acabe sendo rotulada como tal.

Tudo é uma questão de moral e maneira como cada mulher é criada e se comporta. Vamos descrever algumas mulheres do nosso dia a dia, que por mais que tenham características “fáceis”, nem sempre são:

1 – Oferecida – normalmente é considerada “dada” pelo sexo masculino, mas nem sempre é a sua intenção. Sempre se oferece para ajudar: é simpática e não tem medo de expor suas opiniões. Gostam de cumprimentar com beijos e abraços.

2 – Engraçada – adora rir das piadas alheias e também é boa em fazer piadas, às vezes pega “pesado” e por isto é considerada “fácil”.

3 – Embalada à vácuo – estas são o tipo que mais visivelmente são detectadas como “alvo fácil”, porque adoram se vestir com vestidos curtos e “embalados à vácuo”, mas muitas vezes são mais difíceis do que se pensa.

4 – Só anda com os homens – são as “brothers”, sempre andam com os homens, falam as mesmas besteiras e não estão nem ai para o que os outros pensam.

Enfim, é bem tênue este julgamento, acredito que podemos e devemos ser exatamente o que quisermos ser, mas precisamos estar cientes de que iremos enfrentar consequências dependendo da maneira como agimos ou nos vestimos. E ser confundida com uma mulher “fácil” não é agradável para ninguém, mas ai vem a pergunta: Será que vale a pensa mudarmos para que a sociedade nos aceite?

Acredito que mudar a nossa essência não é o caminho, mas podemos sim ter postura distinta de acordo com o ambiente que frequentamos. Se estamos no trabalho, podemos nos vestir mais formal e evitar falar muitas besteiras. Se estamos na balada, podemos sim nos vestir mais ousadas, mas sem sermos vulgar, isto nos permitirá ser admiradas sem ser confundidas com as mulheres que não se dão valor.

Se dar o devido valor só depende de você!

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Utensílio revolucionário, disruptivo e inovador ¬ ¬ o inútil fatiador de bananas

Por que um bom utensílio importa? Na cozinha, como em uma sala de cirurgia existem inúmeros utensílios e instrumentos. E cada um tem uma utilização apropriada e finalidade.

Não falo aqui dos produtos mágicos da polishop que farão de você um mestre da cozinha em questão de segundos, com a novíssima, revolucionária e disruptiva tesoura cortadora rodelas de bananas ¬ ¬

Ao se trabalhar com carnes, por exemplo, faz-se necessário a utilização de facas distintas para cada fim. Uma faca para desossa de frango ou outro tipo de carne é diferente de uma faca para laminar sashimi ou mesmo para cortar legumes. E isso não é frescura.

Faca para desossa: sua ergonomia pontiaguda, fina e flexível é desenhada para penetrar a carne e cortar rente ao osso, produzindo uma peça bonita, com cortes limpos e pouco desperdício.

Faca para tornear legumes: você já tentou descascar uma batata ou fazer um corte mais detalhado com uma faca grande? O risco de se machucar aumenta significativamente. Esta faca de proporção menor que uma faca de chef (exibida abaixo) permite maior controle sobre os movimentos, reduzindo riscos de corte e proporcionando melhores resultados. 

Faca de pão: você já tentou cortar um pão com uma faca tradicional de fio? É praticamente impossível. Quando a substituímos por uma faca com serras ao invés de fio a tarefa se mostra extremamente fácil, como cortar manteiga com faca quente 🙂

A faca para sashimi: também é específica, mais longa que as encontradas tradicionalmente nas cozinhas, permite um corte limpo e sem degraus. A lamina percorre a carne uma única vez em um único movimento, dai seu corpo mais alongado. Ela também possui apenas um dos lados afinados. Diferente das facas comuns que fazem um triangulo em seu fio. 

A mais versátil de todas é a faca do chef, que faz a maior parte do trabalho em uma cozinha, pois diferente das demais, que são voltadas a trabalhos específicos ela é mais generalista e também se adéqua bem a mais processos.

Então, da próxima vez que for a uma feira ou assistindo TV descobrir um produto revolucionário, disruptivo e inovador para sua cozinha, deixe-o de lado e guarde esse dinheiro para investir no que realmente importa. Invista em uma boa faca ou em utensílios consolidados e de real função. Nada pior do que cozinhar na casa de alguém e não ter um boa faca, uma boa taboa e bons utensílios.

E lembre-se que preço não é sinônimo de qualidade. Uma boa faca tramontina, encontrada em qualquer mercado, com aquele cabo branco que todo açougueiro tem, é um excelente começo.

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Um olhar fala mais do que mil palavras!

Você concorda que um olhar fala mais do que mil palavras? Sabemos que não é só com olhares e palavras que podemos nos comunicar, temos tantas outras maneiras de transmitir o que queremos dizer, por exemplo, utilizando os gestos conseguimos alcançar o nosso objetivo, mas é preciso ter paciência e criatividade. Porém, quando realmente queremos dizer algo, mas não conseguimos encontrar as palavras certas, utilizamos o poder do olhar, que na minha opinião diz sim muito mais do que mil palavras, principalmente quando o que queremos transmitir vem do fundo do nosso coração.

Um olhar quando intencionado e direcionado tem um poder tão forte que é capaz de transmitir uma mensagem com muito mais detalhes do que se fossem ditas mil palavras.

Quando precisamos expor sobre as nossas emoções, um olhar pode ser muito mais eficaz. Algumas cenas de filmes representam bem esta intensidade e “literatura” do olhar, que consegue transmitir uma ou mais mensagens sem utilizar as palavras, como por exemplo no filme “A culpa é das Estrelas”, a sintonia entre os atores é tanta que as cenas mais lindas do filme acontece em silêncio, quando os dois se comunicam perfeitamente com o olhar. Quem ainda não assistiu, recomendo, uma linda história que transmite muita emoção e verdade.

É um exercício de paciência, persistência aprender a nos expressar sem utilizar a fala, pois quando nos comunicamos apenas com o nosso olhar, somos convidados a expor a mais pura verdade que existe dentro de nós, sem máscaras, sem desculpas, é a nossa emoção que fala através dos nosso olhar.

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Quando olhamos para o que nos cerca nos encantamos

Anna nos apresenta um trabalho encantador, um olhar presente e focado no mundo que nos certa. Mais uma vez somos convidados a parar, respirar e contemplar a natureza eu nos cerca.

 

 

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