Guerra ao açúcar

Vamos começar com um pouco de história, para podermos entender o motivo do açúcar estar tão presente no nosso dia-a-dia. E entender um pouco do por que desta guerra.

Sua produção iniciou-se no seculo 16, sendo o Brasil, por muito tempo o maior exportador do mundo do produto. A confeitaria portuguesa, dada nossa característica de colonia, foi grande influenciadora do nosso paladar. Ele chegou a ser considerado a especiaria mais cara do mundo. De tal forma consumir açúcar é significado de status e prosperidade financeira. Ter um dente com cárie era o mesmo que ter um dente com piercing de diamantes.

Todo esse doce glamour durou décadas e até seculos. E somos todos descendentes culturalmente desta época e claro que ela reflete em nós até os dias de hoje.

Biologicamente o açúcar é visto pelo organismo como energia, energia pura, dai toda a empolgação e vontade que temos em continuar a comer doce, pois para o nosso cérebro, que não é diferente de nós e procura o caminho mais fácil para realizar cada tarefa, vê no açúcar a forma mais simples e fácil de ter energia. Ele também estimula em nosso organismo a produção do hormônio dopamina, que é o hormônio do prazer, dai o nosso vício por ele.

Nossa boca é composta também de milhares de papilas gustativas, que são micro poros capazes de sentir os sabores, que basicamente se dividem em doce, salgado, acido, amargo e alguns pesquisadores identificaram o umami e o aquoso. Esses pequenos poros são responsáveis por informar ao nosso cérebro o quão agradável é o alimento e eles são treinados ao longo da nossa vida, sendo mais ou menos capazes de suportar quantidades maiores ou menores de sabor. Observem uma criança quando ela pela primeira vez tem contato com açúcar puro, provavelmente ela fará muitas caretas, pois o sabor é muito intenso para ela, mas com o tempo, bombardeados por refrigerantes, doces e outros vamos treinando nossas papilas a suportarem cada vez mais açúcar. E este é o processo ruim e uma reeducação passa pelo processo inverso, de redução gradual e ai naturalmente desejaremos menos açúcar.

Bom, já entendemos culturalmente e biologicamente o motivo de gostarmos tanto dele, mas então qual o problema disso tudo? O problema é o processo químico para construção do açúcar refinado, que é o açúcar branco, que consumimos no dia-a-dia. O processo de refino que deixa o açúcar granulado e branco tira dele todos as vitaminas e minerais.

Quando for comer seu próximo doce, pense neste texto, e se proponha uma mudança.

ps: todas as imagens contidas neste texto são fontes naturais e mais sudáveis de açúcar 😉 #ficadica

 

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Uma poça d’água e um olhar artístico

Mais uma vez vamos falar do olhar atento do artista. O fotografo Guido Gutiérrez Ruiz coleciona belas fotos espelhadas a partir de poças d’água espelhadas por onde seu olhar alcança.

O belo trabalho é postado em sua conta do instagram e é nossa sugestão do dia.

“Nasci e cresci em Toronto, Canadá e atualmente moro em Madri, Espanha. Meu instagram @guigurui ganhou vida em 2013 e desde então, eu não parei de compartilhar minhas viagens e os momentos de todos os dias que eu tomo com o meu Google Nexus 5. Todas as minhas fotos têm uma “imagem de narração de histórias” por trás deles, onde apenas olhando Na foto, pode-se contar uma história.

Todas as minhas fotos são 100% de imagens de smartphones sem truques ou photoshop. Eu uso apenas as ferramentas disponíveis no Instagram. Adoro poder compartilhar com todos que não precisa de uma câmera cara para tirar uma foto legal. Eu também gosto de demonstrar a importância da perspectiva e da criatividade.

Como visto no meu perfil de instagram, eu gosto de trabalhar com poças de água. Para a maioria das pessoas, as poças são evitadas, mas para mim revelam uma mágica
Imagem de um mundo paralelo. É sempre interessante capturar as reflexões de edifícios, carros, pessoas passando, etc.

Adoro viajar, compartilhar momentos com pessoas, bem como compartilhar lugares que eu visitei. Tive a sorte de ser mencionado em muitas publicações em todo o mundo e ter minha primeira Expo em Madri em maio passado.”

fonte: https://www.guigurui.com

 

 

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A crise dos sete anos de idade!

É uma grande verdade que a crise dos sete anos de idade existe e todos estão sujeitos a enfrentá-la, o que muda é como cada criança lida com a crise e principalmente a pós crise.

A primeira crise se dá quando ainda somos crianças, exatamente aos 7 anos. Uma série de transformações acontecem e uma nova fase se inicia. É o início de um novo ciclo, onde a responsabilidade escolar e social assume lugares de destaque na vida da criança e várias mudanças no cérebro ocorrem para que esta nova fase seja bem aproveitada.

É com sete anos de idade que a criança entende o que ela quer ou pelo menos acha que quer, sabe de tudo, é dominadora, gosta de ser desafiada, quer fazer tudo do seu jeito, não aceita quase nada sem se impor, tenta enganar as pessoas para não ficar para trás, necessita de aprovação, emocionalmente é bem sensível, demora para tomar decisões, a dúvida é sua grande aliada, quer ter tudo, está em plena adaptação entre dois mundos (sua casa e escola), pensa antes de responder uma pergunta, quer estar presentes nos assuntos dos adultos, deseja ser a primeira em tudo, começa a dar valor ao dinheiro e gosta de ser desafiada a economizar, não tolera críticas, ama elogios, tem noção do que é bom e o que é mau, aguenta o choro mais facilmente, é uma criança de sete anos no corpo de treze, é uma ótima companhia.

A criança de sete anos está pronta para tudo o que vier pela frente, é um momento em que os pais e a escola precisam estar muito atentos para dar todo o suporte necessário. É uma fase em que a criança é um pouco bipolar, as vezes apresenta uma agressividade nunca existente e logo em seguida volta a ser àquela criança doce e tranquila.

Os pais devem, mais do que nunca, reconhecer que os seus filhos estão passando por uma fase de transição de conduta e que a paciência, carinho e atenção precisam estar presentes. Pedir para que o seu filho ajude com tarefas simples da casa, fará ele se sentir importante e útil. Deixar a criança de castigo nesta fase não funciona, o segredo é uma boa conversa e  a apresentação dos pontos positivos e negativos de uma atitude tomada.

Os professores também tem um papel fundamental junto à criança, apresentando o respeito mútuo, a responsabilidade, à inclusão social e que nem sempre se pode ganhar, mas que precisamos aprender a competir e viver em sociedade.

Passado este fase um pouco de tranquilidade passa a reinar e a preparação para uma nova crise, aos quatorze anos de idade, começa a ganhar forma.

Toda fase pode ser superada com paciência, maturidade e muito carinho. Não desista do seu filho!

Fonte imagens: https://pixabay.com

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A construção de uma vida com a dança

Era uma vez uma menininha de 4 anos, toda sapeca, falante, que sempre gostou de sorrir para o mundo. Um dia ela teve a oportunidade de fazer parte de uma escola de dança. Ela dançava depois da escola e para ela não existia nada mais lindo, mágico, completo, a partir daquele dia a construção de uma vida com a dança dava todo o sentido a vários anos que se seguiriam.

A cada ano a dança ia se tornando mais intensa e encantadora, novos ritmos, novas amizades, novos desafios e a vida se tornava ainda mais interessante, sendo alimentada com pitadas de amor. Durante sua infância muitas mudanças de cidade ocorreram, mas nem isto afastou ela da paixão pela dança. Aonde parava, procurava fazer aulas e assim continuava a construir uma linda história de amor com a sua própria alma.

Ela cresceu, a dança permaneceu e a construção da vida se tornou muito mais incrível, porque a dança tem o poder de curar as almas perdidas, de resgatar vidas interrompidas, de trazer de volta o amor adormecido, de dizer o que a sua alma quer falar.

Acordar e saber que você terá a oportunidade de voar sem precisar ter asas é indiscritível.

Dançar é se sentir como um pássaro com asas para voar para onde quiser, em qualquer direção e sem dar satisfação para ninguém. A liberdade de poder ser quem você realmente é sem restrição, de poder fechar os olhos e simplesmente se jogar, de se permitir superar todas as barreiras que te afligem, de poder ser uma mulher ainda mais linda, forte e capaz de tudo o que quiser ser.

E quando esta menininha, que já cresceu, se tornar uma senhora, ainda quero estar aqui para continuar a escrever que a dança é a melhor companhia para uma vida e que vale a pena cada superação para continuar a vivenciar um mundo nada convencional, mas repleto de felicidade.

Que a vida seja pura dança e que seja eterna enquanto dure.

Fonte imagens: https://pixabay.com

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Vinho e comida harmonizado por tradição

Muito se fala e escreve sobre harmonização de vinho e comida. Inúmeros livros, sites e outras mídias tratam do assunto. Inclusive os motoristas do Uber.

Explico – a alguns dias em um descolamento pela cidade, o qual fiz de Uber, tive a oportunidade de conversar com um motorista que estava naquela profissão por ter sido desligado de seu ultimo trabalho. Ele saiu após o encerramento das atividades do restaurante onde era sommelier. Com diversos cursos na área de gastronomia, logo ele se enveredou pelo mundo dos vinhos e de lá só saiu para conduzir automóveis e por diversas vezes transportar clientes que haviam consumido da bebida a qual ele tanto tem conhecimento e tando admira.

Parte de sua formação aconteceu no Chile, o maior produtor mundial de vinhos da uva Carménère. Uva de origem francesa, que inclusive acreditava-se ter sido extinta por uma praga, mas que anos depois foi reencontrada nos vales chilenos, onde se adaptou muito bem e de lá nunca mais saiu.

Durante o percurso da viagem ele me contava da sua formação, das aventuras no mundo dos vinhos e da satisfação em harmonizar um vinho que agrade o paladar dos clientes que atendia com o prato desejado.

Uma vez no tema harmonização ele reforçou conceitos interessantes e de conhecimento amplo, mas abordou um ponto muito interessante. A harmonização se dá por tradição.

A produção de vinho é milenar e antes da era globalizada o consumo do produto era feito em um raio bastante reduzido, limitando os sabores da bebida praticamente a região onde era produzida. Dado que a cozinha vem de antes do vinho. Produtores começaram a produzir bebida que também pudesse acompanhar a refeição, sem que esta entrasse em uma briga com o alimento. Dai taninos oxidados que agrediam o doce de uma sobremesa foram suavizados. Bebidas leves e com pouca acidez deixaram de ser úteis em pratos gordurosos e muito complexos. Dai muitas das das bebidas acabaram sendo adequadas,  durante a produção, para que casassem com pratos típicos e tradicionais locais.

A receita se aplica também a outros álcoois: a caipirinha para feijoada o chopp para um bom chucrute, o saquê para a culinária japonesa.

Na próxima harmonização pense na tradição e origem do que se deseja harmonizar e viaje no tempo e espaço para escolher uma boa uva que certamente será um grande companheiro para sua refeição.

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O amor rompido cria monstros

Os olhares fugazes admiram a beleza nova que passa a encantar. Cada vez mais ousados vão deixando de ser fugazes até que enfim se cruzam. O medo de ser descoberto faz com que partam em disparada. O coração acelera, o estomago se contrai e revira; o sangue ferve nas extremidades, as bochechas coram e as pupilas, mesmo sem percebermos dilatam. Característica física típica de fuga de um perigo eminente.  Mas não há perigo, ao menos não até um diga: eu já não te amo mais. O amor foi rompido.

O amor que em ambos durou a eternidade prevista pelo poeta, enfim se apaga, e geralmente ele apaga em um antes de apagar no outro. E este restinho de chama que existe em um é o alimento para os monstros que criamos.

Amar sozinho dói. Principalmente quando o amor deixou de ser platônico. E a cura para essa dor, muitas vezes é alimentar os monstros que abitavam o ser amado. Enquanto em estado de amor, os pequenos monstros do outro são ignorados ou aceitos de bom grado. As pequenas manias, algumas atitudes desagradáveis, a nós, mas não tão significativas são soterradas pelo vermelho intenso e vivo da paixão e do amor. O tom de voz mais elevado nos momentos de euforia; A falta de cuidado ao levantar da cama sem acordar quem dorme; O mau gosto musical quando acompanhado de álcool. Tudo superado. Até que se ouça: não te amo mais.

Enfim eles saltam a superfície, afinal suportávamos tudo aquilo pois amamos e eramos amados, mas agora já não mais faz sentido pintar de colorido este lado cinza do outro. E na dor da rejeição deixamos de lado todos os momentos felizes, todo o cuidado que recebíamos. As flores, o carinho na madrugada, a porta do carro que se abria, os bilhetinhos deixados pela casa; as ligações que só contavam da saudade de algumas horas, o amor do dia-a-dia.

Ninguém mudou nesta relação, mas a percepção e a tolerância mudou e a intolerância e a desculpa de que é mais fácil esquecer um “monstro” nos faz criar uma definitiva imagem do outro cinza e sombria.

Talvez funcione, mas não me parece justo. Sempre a algo a se analisar, as vezes realmente descobrimos monstros os quais não conhecíamos e se conhecêssemos não estaríamos com aquela pessoa, mas precisamos reconhecer os que sempre estiveram presentes e que não nos incomodavam e entendermos que quem amávamos não é só os monstros, ele ou ela é o todo. E por mais que doa, amar as vezes é deixar ir.

 

 

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A beleza indomável da aquarela

Pintar em aquarela é praticar o desapego ao controle e a perfeição desejada. Na aquarela a tinta é viva e impossível de se cercar, como a água na natureza, que flui livremente, permitindo apenas que à guiemos um pouco.

As cores quase translúcidas e que se fundem com perfeição uma a outra, criam trabalhos vivos e de beleza única. Que dividem um limiar tênue entre o selvagem e delicado.

A curadoria @watercolor.illustrations traz trabalhos incríveis, que nos encantam os olhos.

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A construção de uma moldura chamada Mulher!

O Ser Mulher é a criação mais fantástica e misteriosa de todos os tempos. É a forma onde mais curvas foram usadas e mais charme se inseriu. No corpo do Ser Humano os braços são considerados a moldura, onde podem realizar as mais lindas obras de arte apenas mudando sua posição, mas na prática temos a construção de uma moldura chamada Mulher, que enaltece os olhos de quem vê e com o seu charme e delicadeza permite realçar ainda mais esta bela construção.

Existem várias maneiras de emoldurarmos o nosso corpo, uma delas é utilizando os nossos braços, e uma boa maneira de exercitar estas molduras é durante uma dança. Na dança do ventre, por exemplo, os braços se tornam essenciais durante toda a dança, eles não precisam estar em movimento o tempo todo, mas precisam estar emoldurados, bonitos, prontos para serem fotografados. Na dança flamenca, também os braços são importantes para que o corpo fique em destaque durante toda a dança. E quando falamos de dança em par, os braços também tem o seu papel, como é o caso do tango, onde os braços precisam estar firmes no par e cada movimento deve ser cuidadoso para que a moldura do conjunto não se perca e a dança não desapareça.

E quando o assunto é a moldura da mulher, além dos braços, vários outros “itens” são importantes para que o desenho da mulher seja ainda mais notado. No rosto, temos as sobrancelhas, que bem feitas e cuidadas são a moldura do rosto. No tronco temos os braços, que são capazes de desenhar as mais incríveis mulheres em uma só. Nas pernas, os mais belos desenhos em movimentos são permitidos. Logo, temos um corpo de mulher repleto de desenhos e molduras, e assim uma linda construção é criada e emoldurada da maneira que a mulher desejar.

Ser mulher é ser uma arte viva com a possibilidade de vivenciar várias molduras em um corpo só!

Fonte imagens: https://pixabay.com

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Experimentar o novo ou acomodar-se no conhecido?

É natural do ser humano buscar o conhecido e se estabelecer em uma zona que julga confortável. Porém nem sempre isso é possível. E acredite, experimentar é bom.

Quando saímos da nossa cidade, do nosso estado e principalmente do nosso país, temos a oportunidade de experimentar todo um novo universo cultural gastronômico.

Eu vivo uma dualidade divertida, pois se me perguntar se prefiro o novo ou o conhecido? A resposta será: depende. Eu gosto da zona de conforto, do conhecido. Mas também adoro a energia do novo e das expectativas que se criam em torno dele.

Mas se a pergunta for: você quer experimentar um sabor novo? A resposta será sempre um sim bem grande. Principalmente se esse novo sabor tiver como acompanhamento uma história da sua origem e como aquele povo é e foi influenciado por esse alimento.

Um prato típico e tradicional vem acompanhado de história, de anos de aperfeiçoamento e em geral ele é preparado com as melhores matérias primas existentes naquela região. Pois por serem em sua grande maioria pratos seculares eles só podiam ser feitos com o que se tinha a mão.

Isso não significa que o sabor irá sempre te agradar, mas não deixe de viver o novo e experimentar um sabor único na sua próxima viagem por aí.

Curiosidades de alguns pratos:

“A comida indiana é conhecida pelos temperos e sabores exóticos. Na Índia o que não falta são receitas e ingredientes. O pão Naan é consumido em quase todas as refeições indianas e em quase todas as regiões. Costuma ser usado como talher. Esse pão é feito com base de água, fermento Iogurte, sal, farinha e temperos como o Hortelã e o alho. Também é encontrado com recheio de batatas.”

“O Ceviche, prato tradicional do Peru é considerado o prato nacional, é basicamente preparado com pescados marinados em limão ou Lima e complementos como cebola, alho, pimenta e acompanhado de milho cozido e batata-doce cozida.
Na procura da origem do nome vamos encontrar várias teorias, uma delas defende que o termo é derivado da palavra “quíchua siwichi” que significa peixe fresco. O prato é conhecido mundialmente com variações do nome como ceviche, cebiche, cerviche ou seviche. É um símbolo peruano e considerado patrimônio cultural do país, que comemora no dia 28 de julho o Dia Nacional do Ceviche.”

“A “Tortilla de Patata” é uma iguaria espanhola preparada com fritada de ovos, batatas, cebolas, sal e azeite. Da mesma forma que a nossa famosa “feijoada brasileira” existem muitas variações. Podemos encontrar Tortillas de batatas com pimentões, linguiça, presunto, bacon, chouriço, etc.. Existe também uma versão chamada Tortilla Brava com um sabor mais picante que a tradicional!
A culinária espanhola é muito rica, mas a tortilla com certeza é um prato que não pode faltar quando se fala de Espanha. Veja no link abaixo uma receita deliciosa de Tortilha.”

“A culinária mexicana se caracteriza por seus sabores e temperos fortes. Alcançaram sucesso em todo o mundo graças a combinação e diversidade de sua culinária, aos pratos picantes e em especial a conhecida pimenta Chilli.
São muito conhecidos dos brasileiros nomes da culinária mexicana como as tortilhas, tacos, burritos e nachos, além da guacamole, um prato tradicional mexicano a base de purê de abacate e pimenta, claro!!
O Guacamole é usado como recheio em tortilhas e acompanhamento de vários outros pratos.
O nome Guacamole tem origens indígenas. Foi inventado pelos Astecas e diz a tradição dos povos mexicanos pré-hispânicos, que o guacamole foi ensinado ao povo Tolteca pelo Deus Quetzalcóatl.”

fonte:dikadanaka.com.br

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Casal que se ama é um casal parceiro

Falar em parceria é falar em complemento, em sempre estar disposto a ajudar o outro a crescer, dar as mãos e caminhar juntos na mesma direção. E quando falamos de parceria dentro de um relacionamento, estamos falando de carinho, cumplicidade, amor, afinal casal que se ama é um casal parceiro.

Que não seja confundida parceria com “apenas um faz e o outro acompanha”, não é isto, é andar junto, com a mesma sintonia, buscando o mesmo objetivo: o crescimento do casal. E isto só funciona se os dois quiserem ser parceiros. Também não estamos falando de fazer a vontade do outro e esquecer das suas vontades, estamos falando de estar junto nos objetivos comuns. Por exemplo: um casal sonha em abrir uma empresa, para que esse sonho se concretize e continue sendo viável, é fundamental que o casal sente e juntos tracem um plano. Se um dos dois em, em algum momento, desvia do plano sem compartilhar com o outro, pronto, tudo vai por água abaixo.

Parceria entre duas pessoas é uma linda prova de amor e um grande desafio!

Outro coisa que não funciona é só um querer. Se apenas um quer, então a parceria vai ficar comprometida. Não é uma tarefa fácil, muitas vezes para dar certo precisa haver muita conversa e doação. Desentendimentos, opiniões adversas são normais neste processo, e até se tornam saudáveis, para que seja consolidado uma parceria forte e bem estruturada.

E para um casal, é muito importante que aja muito amor para que a parceria nunca acabe, e é lindo de se ver quando um casal é praticamente um só em seus objetivos e metas. Se um pensar em desistir, o outro deve estar ali para dar forças e trazê-lo de volta.

Que o amor e a doação de um para o outro seja a meta para a construção de uma linda e longa parceria, sem que a liberdade de cada um seja destruída!

 

Fonte imagens: https://pixabay.com

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