Ter mais tempo ou ter mais dinheiro?

Se hoje você pudesse fazer uma escolha entre ter mais tempo ou ter mais dinheiro, o que escolheria? Acredito que é uma pergunta muito difícil de se responder, porque tanto tempo quanto dinheiro são importantes para que possamos ter uma vida com qualidade e feliz, mas qual será o impacto de ter mais de um e menos de outro?

Se pararmos para pensar metodicamente, ter dinheiro é essencial para a nossa sobrevivência, como nos alimentar, ter um lugar para morar, mas com a experiência aprendemos que o dinheiro é o meio que temos para conseguirmos comprar os itens da nossa sobrevivência e também outros bens que desejamos, mas não é o mais importante. Já ter tempo é ter em nossas mãos à oportunidade de poder pensar, estruturar, criar e colocar em prática os nossos sonhos, que concretizados nos darão como consequência, todo dinheiro necessário.

Logo, se tivermos mais dinheiro do que tempo, sem dúvida alguma nos contentaremos em limitar a nossa qualidade de vida ao que o dinheiro pode nos propocionar provisioriamente, sem nos preocupar em produzir, em pensar, em realizar os sonhos à longo prazo. Caso tenhamos mais tempo que dinheiro, não limitaremos a nossa qualidade de vida ao dinheiro, e sim aproveitaremos todo o tempo que temos nos dedicando a produzir valor, a pensar em inovar, em criar algo onde poderemos evoluir e nos satisfazer.

Tempo usado com inteligência é o maior bem que podemos ter!

De nada adianta ter muito dinheiro se não tivermos uma mente que nos guie para produzir valor e continuar a produzir muito dinheiro. Também não adianta ter muito tempo se não temos uma mente que nos permita acreditar no que realmente nos motiva, e nos leve diariamente a construir valor, a colocar em prática todo o planejamento que tivemos.

O equilíbrio é o grande segredo, mas se tiver que fazer um escolha, escolha ter mais tempo, assim você terá a oportunidade de criar o seu dinheiro com o fruto do seu conhecimento estratégico, de maneira inteligente, construtiva, exponencial e sem risco de se tornar uma pessoa medíocre, que permita que o dinheiro te conduza a caminhos que sejam momentâneos.

Nunca aceite menos do que você merece e é capaz de criar. Busque motivos que te façam gostar de algo e o seu sucesso estará garantido!

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Relacionamento abusivo, qual é o limite?

Falar desse tema é tenso e atormenta a paz de muita gente, pelo simples fato de ser um tema real, enfrentado por muitas mulheres nos dias de hoje. Relacionamento abusivo, qual é o limite?

Difícil imaginar e aceitar que em plena era da modernização, onde já conquistamos vários direitos e alguns pré conceitos já foram sanados, ainda existam mulheres que vivam um relacionamento abusivo, e que de alguma maneira aceitam esta condição por muitas vezes não saberem que estão sendo vítimas.

Mas o que é um relacionamento abusivo? Conceitualmente é um relacionamento onde uma das partes sofre com o abuso psicológico, afetando diretamente a sua autoestima, não tem agressão física, mas existe uma manipulação mental do que a outra pessoa pensa e faz, exatamente como o abusador deseja.

É um golpe muito baixo, porque afeta diretamente a estrutura psíquica da mulher, levando-a a acreditar que está insana, que não é capaz de mais nada, que não sabe lidar com as pessoas ou com o ciúme doentio, que o abusador faz acreditar que ela possua. Alguns sinais podem ser alertas que o relacionamento é abusivo, como:

  • humilhações e constrangimentos constantes;
  • sempre te coloca para baixo, dizendo coisas horrorosas sobre sua pessoa;
  • não existe diálogo, apenas o abusador fala;
  • sarcasmo e ironias repetitivos;
  • faz piadas com o seu jeito de ser, de se vestir;
  • te ameça constantemente;
  • te culpa por tudo;

Acredito que para um relacionamento ser considerado abusivo, o limite deve ser a percepção da vítima, e assim que notar que algo está fora do esperado, deve procurar ajuda psicológica e sair desse ciclo de ameaças, antes que toda a sua vida seja afetada. Se fortalecer é o que a mulher que sofre esse tipo de abuso deve ter de mais convicto, pois somente assim enfraquecerá esse tipo de relacionamento e a permitirá sair desse ciclo vicioso, sem medo e sem culpa.

Muitas mulheres ainda aceitam esse tipo de relacionamento, por medo de ficarem sozinhas, serem abandonadas, não darem conta da vida e se tornam verdadeiras reféns de abusadores que usam desses pontos fracos para se fortalecerem. Uma vez que o abusador descobre as fraquezas da vítima, irá cada dia mais entrar na sua mente e manipulá-la como bem desejar, criando um marionete sem capacidade de pensar ou agir diferente do que ele pensa.

Não permita estar em um relacionamento abusivo! Seja forte, se ame, se valorize, se respeite. Quem ama, aceita o outro com as suas diferenças e acima de tudo respeita o Ser Humano que está se relacionando.

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Mulher, sempre uma diva para a humanidade!

Dia 08 de Março, comemora-se o dia internacional da mulher, dia em que todas as mulheres são lembradas por sua força, beleza e delicadeza. Mulher, sempre uma diva para a humanidade, uma perfeição que foi criada para amar incondicionalmente todos que estiverem presentes na sua vida.

Uma mulher pode ser filha, mãe, avó, amante, esposa, namorada, amiga, parceira, companheira, empresária, dona de casa, mocinha, vilã. É o único Ser capaz de trazer consigo, um outro Ser para viver nessa humanidade. É capaz de amar o que ela odeia e perdoar sem troca alguma. É guerreira para lutar por seus ideais e sensível para chorar pelas injustiças, sai em busca de seus sonhos, sem medo do que possa acontecer. Muitas vezes a mulher não é valorizada como deveria, mas mesmo assim, elas não desistem de mostrar a força que possuem, o desejo ardente de conquistar todos a sua volta.

Por onde passa, exala o cheiro das flores, se destaca no meio da população por simplesmente ser uma diva por natureza. Sua delicadeza emociona quem a observa e sua resistência de enfrentar a vida reafirma a potencialidade de um Ser que veio para esse universo para fazer a diferença.

Há os que dizem que elas não são importantes, ou que nasceram apenas para procriar, cuidar do lar e ser submissa aos homens. Na verdade, para os que pensam assim, só temos a lamentar, porque sem dúvida alguma são pessoas que estão perdendo uma grande oportunidade de vivenciar a intensidade de estar ao lado de mulheres de verdade, que tanto tem a nos ensinar e representam tanto amor dentro de uma circunferência, que conhecemos como planeta Terra.

Mulher preciosa
Mulher radiante
Perante as estrelas
Seu brilho é constante.
A flor mais bela do dia
Por onde passa deixa seu frescor,
Suave e sensível
Que nos leva ao seu amor.
Aos cânticos de alegria
Sua voz vira magia.
Esplendor de virtudes
Que reflete em nossas vidas.

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Desapegar para alcançar outras fronteiras!

Há alguns anos aprendi que o desapego é fundamental para que se possa viver uma vida de progresso, desapegar para alcançar outras fronteiras é um dos caminhos para viver o hoje sem se prender ao que passou.

E falar em desapego não é necessariamente abandonar todos os bens materiais e sair por aí vagando, conversando com a natureza e vivendo da luz. Desapegar é não deixar que bens materiais, pessoas ou idéias prendam a sua liberdade de pensar, agir, construir e de ir aonde desejar. É poder se livrar de vez das angústias impostas pela sociedade, poder ser quem você é na sua essência, deixar que o universo leve quem ele queira, sem que você se sinta culpado ou com remorso, é gostar de quem gosta de você, é saber se amar acima de tudo e perdoar o próximo.

Quando passamos por essa experiência de desapego, conseguimos alcançar fronteiras jamais imagináveis. Nos tornamos pessoas melhores, mais ligadas ao que de fato importa. Somos levados a pensar e agir de maneira prática e não só teórica, a nossa intensidade por viver cada dia como se fosse o último se multiplica, e a nossa missão se torna ainda mais desafiadora. Mas, sabemos que por vivermos em uma sociedade com regras, temos que nos adaptar, precisamos trabalhar para termos dinheiro para educação, saúde, transporte e precisamos nos relacionar, porém podemos fazer tudo isto sem perder o que de fato nos move, a nossa virtude, a nossa vontade de viver e superar a nós mesmos. Não somos obrigados a conviver com pessoas que nos sufocam ou que não queiram crescer conosco, somos livres para fazer as nossas escolhas, sempre buscando a felicidade e o amor em sua plenitude.

Precisamos ter cuidado para não tornar o desapego uma automutilação, uma aventura solitária e egoísta, não é isto! A idéia é construir um caminho leve, maduro, consistente, que tenham pessoas ao nosso redor sim, mas que compartilhem das mesmas virtudes ou de virtudes parecidas. É estar preparado para perder alguém ou alguma coisa, e saber que para tudo existe um recomeço. É andar de cabeça erguida e ter coragem para conquistar novas fronteiras, para enfrentar novas dificuldades, estar pronto para toda e qualquer mudança e ter a certeza que quando mudamos, temos uma nova oportunidade de fazer melhor.

Para cada desapego existe uma nova oportunidade de recomeço, só depende de nós agarrarmos essa oportunidade e seguimos em frente, e sempre em frente.

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O primeiro fio de cabelo branco!

E como uma mágica, você acorda, se olha no espelho e enxerga algo muito brilhante na sua cabeça, no começo não consegue identificar bem o que possa ser, mas de repente você o vê o primeiro fio de cabelo branco bem ali, grudado na sua cabeça. Ai meu Deus, o que fazer?

 

É desesperador, porque por mais que saibamos que a nossa hora de encontrar esse tão teimoso fio de cabelo branco irá chegar, quando nos deparamos com a realidade, é um choque. Não conseguimos acreditar que àquele fio está ali, todo branquinho, como se tivesse sido pintado a mão e a nossa primeira reação é arrancá-lo, e olhar bem para ele e dizer o quanto não o queremos ali. Depois do susto, parece que tudo vai voltar a ficar bem, até que você se olha no espelho e algo brilhante se destaca, e mesmo sem querer acreditar, sim, mais uma fio de cabelo branco está ali, se achando o dono da sua cabeça.

A verdade é dura, mas precisa ser aceita, sim tenho fios de cabelo brancos vivendo na minha cabeça, felizes e brilhosos. E se eu procurar mais, vou encontrar alguns outros fios, como se eles dessem cria, então, o que devo fazer? Vou confessar que a minha reação instintiva foi arrancar todos os fios brancos que fui encontrando, um a um, contei uns cinco, até que resolvi parar de arrancar e fazer àquela doce e sincera reflexão sobre o vida.

Parando para pensar friamente já vou fazer 34 anos, e é bem natural que esses temidos fios apareçam sim., então vamos viver esse momento também. Tê-los em nossa cabeça significa que já vivenciamos muito da vida, construimos uma história, tivemos muitos altos e baixos, construímos relações, ensinamos, aprendemos, brigamos, amamos, enfim, estamos preparadas para a próxima etapa, a da maturidade consolidada. Uma fase em que precisamos estar bem seguras e certas de quem somos, nos amar acima de tudo e principalmente nos aceitar. É uma fase de nos permitir viver dia a dia, todos os momentos e oportunidades, de não nos cobrarmos muito e ter como regra a felicidade. E com o tempo os fios brancos se tornarão apenas parte da nossa linda história de vida.

E é assim que pretendo viver daqui para frente, com alguns fios de cabelo branco brilhantes, mas a certeza de que sou a mulher mais realizada e feliz desse mundo.

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Só dança quem se atreve a dançar!

Existe uma frase que diz muito sobre à arte de dançar, que é: só dança quem se atreve a dançar, uma verdade que só descobrimos quando mergulhamos de corpo e Alma nesta arte.

Dançar é uma questão de atitude. E como em qualquer arte, não nascemos sabendo, vamos aprendendo e nos aperfeiçoando, mas é muito importante que mais do que a vontade de aprender a dançar seja o “atrevimento” para dançar. Quando começamos uma nova modalidade de dança, totalmente desconhecida, as primeiras aulas nos trazem um certo desconforto, frustração e até mesmo um sentimento negativo de que não nascemos para àquilo, que não vamos dar conta, mas todo o início é feito de desafios, que irá nos mover a nos permitir a simplesmente dançar, não importando se está certo ou errado, se perdemos o tempo da música, se vamos ser julgadas. Nesse momento a nossa prioridade deve ser a vontade intensa de vivenciar a dança de corpo e alma.

Como seres racionais acabamos pensando dentro de uma “caixinha”, nos limitando à novas oportunidades que a dança pode nos oferecer. Deixamos de construir a nossa história, o nosso caminho, por medo de errar, medo de machucar alguém e a dança vai ficando sem brilho na nossa vida, vamos deixando tudo para depois e quando menos esperamos estamos completamente desmotivadas a continuar a trilhar um lindo caminho, que depende só de nós. Sair da “caixinha” nesse mundo da arte da dança, é se mostrar para o mundo, é construir aos poucos o que deseja se tornar, é andar de cabeça erguida, não permitir se contaminar por críticas, confusões, é amar a sua bailarina como você ama quem você é.

E você pode estar se perguntando: quando estarei pronta para dançar? A resposta é que nunca estaremos prontas, por isso que devemos nos atrever a dançar sempre que pudermos. Devemos criar as oportunidades, perder a timidez, experimentar o novo, buscar o que nos move e nos deliciarmos sem medo de ser feliz.

A cada dança teremos uma nova oportunidade de evoluirmos, de corrigirmos o que não ficou muito bom na dança anterior, temos a chance de nos reinventarmos, de voarmos o quão alto desejarmos, e assim entramos em um ciclo exponencial de prazer e satisfação pessoal.

Só dança quem dança! Isto é uma verdade absoluta, então porque deixar para amanhã o que você pode iniciar agora mesmo? Vamos dançar? 🙂

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Seja a sua melhor companhia e seja feliz!

Seja a sua melhor companhia e seja feliz! Ao longo da vida aprendemos que as nossas escolhas conduzem ao que será mais tarde a nossa própria história. E saber escolher as nossas companhias nesta trajetória é essencial para que possamos construir uma vida de paz e felicidade. De todas as companhias que a vida pode nos trazer, existe uma que nunca nos deixará e sempre irá querer a nossa felicidade, nós mesmos!

Durante a construção desta história somos expostas às diversas pessoas, que durante um período curto ou longo se tornam nossas companhias e que constroem um pedaço da nossa história. Companhias que nos serão apresentadas na escola, trabalho, bairro, grupo da igreja, escola de música, faculdade, enfim, pessoas que entrarão na nossa vida e contribuirão para a formação da nossa história perante à sociedade. Mas será que é possível escolher as pessoas que farão a diferença na nossa vida? Sim, o encontro é feito pelo universo, mas à escolha de compartilhar experiências é nossa.

De tantas companhias que passarão por nossa vida, aprender a ser a nossa melhor companhia é fundamental, porque estar rodeados de pessoas é importante, mas nem sempre será possível. Passamos por vários ciclos e um destes ciclos, temos o encontro de nós com nós mesmos, e neste momento precisamos estar bem azeitadas conosco e saber nos amar em primeiro lugar. É uma grande oportunidade de nos conhecer e fazer uma reflexão sobre como é incrível nos ter como uma companhia ímpar, especial e que ninguém poderá nos tirar.

Buscar a felicidade diária deve ser meta e ser feliz uma certeza!

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Se penso em me separar, porque me casar?

É bastante contraditório, mas se penso em me separar, porque me casar? Sabemos que o casamento é um momento muito esperado por um casal que se ama, afinal estão dispostos a dividir toda uma vida, compartilhando momentos bons e ruins. Mas, cada dia que passa, os casais estão se casando e logo se separando e aí fica uma pergunta no ar: Por que se casam então? Para se realizarem perante a sociedade? Pressão da família? Uma tentativa de não ficar sozinho? Solidão? Moda?

Complicado julgar o que leva um casal a se separar, mas a dissolução conjugal passou a ser tão comum, que muitas pessoas não acreditam mais que uma união funcione. Tudo se tornou tão “nem aí”, que o casamento passou a ser para muitas pessoas uma aventura, uma tentativa de dar certo, mas se não der, ok. E não que devamos fazer uma tempestade em copo d’água, mas termos cuidado com o sentimento do outro, agirmos com respeito e muito amor, sempre.

E com tantas separações ocorrendo no mundo, várias reflexões veem a mente, como:

  • será que as pessoas separam porque acabou o amor?
  • será que elas nunca se amaram, e se casaram por uma pressão da sociedade?
  • será que uma das partes fez um tipo de assédio moral?
  • será que uma outra pessoa é o motivo da separação?
  • será que a falta de liberdade trás a tona a necessidade de estar só?
  • será que não ter amigos leva a uma união, que na verdade nunca deu certo?
  • será que as pessoas agem apenas com a emoção e esquecem da razão?
  • será que as pessoas tem medo de ficarem sozinhas?
  • será que nunca existiu felicidade?

Enfim, muito podemos pensar, mas sem dúvida cada caso é um caso, mas o que temos que refletir é que nos amarmos em primeiro lugar e respeitar o outro, fará com que tomemos uma decisão mais coesa e que nos permitirá continuarmos a vida felizes, libertos e sem culpa.

Razões que levam um casal a se separar:

  1. Desgaste da Vida A2

    Cerca de 37% das pessoas afirmam que se separaram pelo cansaço da convivência, uma espécie de fastio, de tédio que elas sentem em função dos anos e anos de relacionamento rotineiro.

2. Traição

A infidelidade responde por 21% das separações. Ela pode começar com um simples olhar, um pensamento, uma conversa despretensiosa, e no final destruir famílias.

  1. Dinheiro

Para muitos, é a maior causa de separações entre os casais: o Dinheiro. O vil metal, se utilizado adequadamente, é bem-vindo, se desperdiçado, pode gerar conflitos graves no casamento.

  1. Pessoas Diferentes

    A união de seres singulares, criados em famílias distintas, com histórias desiguais, que passaram a dividir uma vida juntos, 24 horas por dia, só será possível se essa dessemelhança for respeitada, tolerada e, acima de tudo, conversada, discutida constantemente.
  2. Falta de Comunicação

Entre eles há pouca conversa sobre aquilo de que gostam, do que não gostam, sobre suas preferências ou dissabores. Enfim, é frequente a omissão de sentimentos essenciais para a manutenção de um casamento saudável, o que é péssimo para o bem-estar da relação.

  1. Falta de Intimidade

Marido e mulher precisam estar próximos. Precisam ser, antes de tudo, muito amigos. Devem se ajudar nos momentos de dificuldade. Em desafios profissionais, na criação dos filhos e em afazeres simples, como nas tarefas domésticas, tradicionalmente destinadas às mulheres. Não ter esse suporte do companheiro faz com que a confiança nele encolha e, não raro, ficar sozinho se torna uma opção mais vantajosa.

  1. Falta de Apoio

Um casal deve apoiar-se, seja nos afazeres de casa, seja nos desafios profissionais.

  1. Convivência com um Companheiro Derrotista, ou seja,“negativo”

Relacionar-se com alguém requer determinadas habilidades, como a paciência, mas ela tem limites. Imagine conviver com uma pessoa que reclama de tudo, o tempo todo? E por mais que se tente agradar, nada está bom.  E de quem é a culpa por tudo estar ruim? Dos outros!

  1. Excesso de Controle 

Muitas mulheres fiscalizam ou pelo menos tentam fiscalizar a vida de seus maridos. Fazem verdadeiros inquéritos do tipo: Onde você está? Com quem está? A que horas chega? Vem por onde? Comeu o quê? Esse controle também é comum por parte dos homens, principalmente quando veem suas esposas mais arrumadas, querendo sair com as amigas.

  1. Vida Sexual dos Casais

Eis um ponto que merece atenção especial dos cônjuges. Um relacionamento longo não significa estabilidade, não significa estar livre de desmoronamento; relacionamentos recentes ou duradouros podem não ser eternos se marido e mulher não se preocuparem em estimular o sexo no casamento.

  1. Violência
    O décimo primeiro ponto a destruir matrimônios não deveria fazer parte da realidade de nenhum casamento, mas infelizmente é comuníssimo encontrá-lo nos lares de qualquer classe social: aviolência.

Muitas vezes a violência não chega a ser física, permanecendo no âmbito verbal, mas, ainda assim, ela pode doer tanto quanto a física ou até mais, porque palavras ditas com raiva, em momentos inapropriados, por pessoas amarguradas e frustradas só tendem a ferir gravemente o outro.

  1. Falta de um Sonho em Comum

Como viver junto e não ter os mesmos sonhos, e não planejar o futuro, e não ter um horizonte em comum?

Fonte: https://sucessonocasamento.com

Sabemos que não existe relacionamento perfeito, mas é preciso que o casal que se proponha a viver uma vida juntos, tenha respeito, paciência, confiança e muito amor um pelo outro, afinal esses são os pilares para que o casamento dure e seja saudável, sincero e harmonioso. Os pontos descritos acima, valem de atenção para que possamos pensar se realmente não estamos contribuindo para uma separação. Zelar dia a dia pela união e valorizar a pessoa que está ao seu lado, é fundamental para que uma união de paz e amor vire rotina.

E que seja eterno enquanto dure esse amor…que dure até que os corações estejam cansados de tanto amor!

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Como lidar com as férias e o fim delas?

O final do ano é marcado por festas e pela tão esperada férias, mas como lidar com as férias e o fim delas? Essa é uma pergunta que acredito não ter uma resposta certa, mas sem dúvida existe maneiras divertidas, e até surpreendentes que permitem fazer com que o período de descanso seja incrível e cumpra o objetivo desejado.

Quando a tão esperada férias está se aproximando, uma sensação de liberdade e felicidade toma conta do nosso ser, é a certeza da compensação pelo dever cumprido, e isto permite planejarmos momentos incríveis e muitas vezes inesquecíveis, mas tudo que tem um início também precisa de um fim, e é aí que temos àquela sensação de impotência, tristeza, de querer continuar na vida que pedimos à Deus. Realizar o planejamento das férias, contribui muito para que o período de descanso seja vivido de maneira leve, tranquilo e feliz. Vamos a um exemplo:

Um casal está querendo sair de férias, o que sabemos até o momento é que:

  • eles terão 15 dias;
  • querem viajar para a praia;
  • ambos voltam a trabalhar em uma Segunda-Feira;
  • eles não possuem filhos;
  • adoram dormir;
  • irão de avião;
  • querem sair da rotina;

Com base nas informações acima, para que as férias sejam bem aproveitadas e para que o retorno não seja “traumático”, é importante que o casal planeje o início e principamente o fim das férias. Existem várias maneiras de planejar, e abaixo segue alguns pontos fundamentais:

  1. Como eles terão 15 dias de férias, é importante que agendem o início das férias e comprem a passagem de avião para o destino escolhido, em uma Sexta-Feira a noite, assim ganharão mais dois dias (Sábado e Domingo) para se deliciarem na praia.
  2. Já que o casal não possue filhos, podem optar pelos voos noturnos e até na madrugada, que normalmente são mais baratos. Toda economia é válida, né?
  3. Antes de viajarem, é importante decidirem a cidade que irão passar as férias, para que possam decidir o meio de transporte que irão utilizar, o hotel onde irão se hospedar, os passeios que irão realizar, a roupa que irão levar e assim por diante.
  4. Se à opção for alugar um carro, é muito válido dar uma pesquisada antes de chegar na cidade escolhida. Existem muitas empresas que oferecem esse serviço com ofertas bem distintas.
  5. Sobre os passeios, sugiro dar uma olhada na internet antes, ver as opções, preços, mas deixar para fechar no local, assim é possível negociar e não ficar “preso”, caso surja uma opção mais atrativa.
  6. Caso o casal volte a trabalhar em uma Segunda-Feira, uma sugestão é marcar o voo de volta para o Domingo de manhã, assim é bem tranquilo chegar, desfazer as malas, lavar as roupas, curtir uma preguiça, ver um filme, dormi bem e aí sim, estarão renovados e nem sentirão o fim das férias.
  7. Uma sugestão divertida para não sentir que as férias chegaram ao fim, é programar um encontro de amigos para um dia antes do retorno ao trabaho, assim, vai parecer apenas que você está em um happy hour semanal.

É claro que retornar dias antes das férias terminarem, proporciona um descanso melhor e readaptação da realidade, mas em contrapartida se perde alguns dias que poderiam ser aproveitados no destino escolhido, mas depende muito do ritmo da pessoa que está saindo de férias. Acredito que a motivação para não se entristecer com o fim das férias, é ter a certeza que voltar a trabalhar te dará como resultado mas dias de descanso, e a oportunidade de repetir a dose e em um lugar diferente.

Acredite tudo que é mais trabalhoso de se conquistar é mais gostoso de se aproveitar. O que para muitos é o fim, para outros é apenas o começo de uma conquista pelo trabalho realizado!

Desejamos um Feliz Ano Novo com muita paz, harmonia e felicidade!

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Quando o filho te pede um colinho!

Ser mãe é uma missão incrível e requer muito amor, paciência e coragem. Os filhos nascem, crescem e quando menos esperamos eles já se tornaram grandes o suficiente para que não caibam mais nos nossos braços, mas quando o filho te pede um colinho, ele apenas quer ter certeza que nunca foi esquecido por você!

A correria diária é a grande responsável por deixarmos tantos detalhes, relacionados aos nossos filhos, de lado. E quando já temos um filho que é independente, não usa fralda, anda, fala, toma banho sozinho, escolhe a sua própria roupa, a pressão que submetemos nele é absurdamente grande. É inconsciente acharmos que os filhos devem fazer tudo sozinhos, afinal já cresceram e não são bebês, mas muitas vezes eles preferem fingir que não conseguem fazer uma tarefa, apenas para terem certeza do colinho de mãe, nem que seja por alguns minutos.

 

Pensando nisto tudo, busco a cada dia ser bastante presente na vida da minha filha, parando o meu tempo para me dedicar exclusivamente à ela, e olha que tenho uma vida como as de muitas mães, bem atarefada, mas percebo que o tempo passa tão rápido que se eu deixar para dar uma atenção sempre no outro dia, quando eu menos esperar o outro dia já será tarde, a minha filha já terá se tornado uma mulher e quem não irá querer mais uma colinho dengoso, será ela.


E aprendi também que quando o filho te pede um colo é porque ele realmente quer ter certeza que você o ama. É um momento que ele precisa do seu abraço, do seu beijo, da sua atenção e devemos sim parar tudo para nos dedicarmos à eles, isto fará toda a diferença. E quando falo pararmos tudo, é reservar duas horas do nosso dia para nos dedicarmos à eles, seja brincando, lendo um livro, indo ao cinema, levando ao parque, dormindo juntinho, o importante é que saibamos ser mães de verdade.

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