Desapegar para alcançar outras fronteiras!

Há alguns anos aprendi que o desapego é fundamental para que se possa viver uma vida de progresso, desapegar para alcançar outras fronteiras é um dos caminhos para viver o hoje sem se prender ao que passou.

E falar em desapego não é necessariamente abandonar todos os bens materiais e sair por aí vagando, conversando com a natureza e vivendo da luz. Desapegar é não deixar que bens materiais, pessoas ou idéias prendam a sua liberdade de pensar, agir, construir e de ir aonde desejar. É poder se livrar de vez das angústias impostas pela sociedade, poder ser quem você é na sua essência, deixar que o universo leve quem ele queira, sem que você se sinta culpado ou com remorso, é gostar de quem gosta de você, é saber se amar acima de tudo e perdoar o próximo.

Quando passamos por essa experiência de desapego, conseguimos alcançar fronteiras jamais imagináveis. Nos tornamos pessoas melhores, mais ligadas ao que de fato importa. Somos levados a pensar e agir de maneira prática e não só teórica, a nossa intensidade por viver cada dia como se fosse o último se multiplica, e a nossa missão se torna ainda mais desafiadora. Mas, sabemos que por vivermos em uma sociedade com regras, temos que nos adaptar, precisamos trabalhar para termos dinheiro para educação, saúde, transporte e precisamos nos relacionar, porém podemos fazer tudo isto sem perder o que de fato nos move, a nossa virtude, a nossa vontade de viver e superar a nós mesmos. Não somos obrigados a conviver com pessoas que nos sufocam ou que não queiram crescer conosco, somos livres para fazer as nossas escolhas, sempre buscando a felicidade e o amor em sua plenitude.

Precisamos ter cuidado para não tornar o desapego uma automutilação, uma aventura solitária e egoísta, não é isto! A idéia é construir um caminho leve, maduro, consistente, que tenham pessoas ao nosso redor sim, mas que compartilhem das mesmas virtudes ou de virtudes parecidas. É estar preparado para perder alguém ou alguma coisa, e saber que para tudo existe um recomeço. É andar de cabeça erguida e ter coragem para conquistar novas fronteiras, para enfrentar novas dificuldades, estar pronto para toda e qualquer mudança e ter a certeza que quando mudamos, temos uma nova oportunidade de fazer melhor.

Para cada desapego existe uma nova oportunidade de recomeço, só depende de nós agarrarmos essa oportunidade e seguimos em frente, e sempre em frente.

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O primeiro fio de cabelo branco!

E como uma mágica, você acorda, se olha no espelho e enxerga algo muito brilhante na sua cabeça, no começo não consegue identificar bem o que possa ser, mas de repente você o vê o primeiro fio de cabelo branco bem ali, grudado na sua cabeça. Ai meu Deus, o que fazer?

 

É desesperador, porque por mais que saibamos que a nossa hora de encontrar esse tão teimoso fio de cabelo branco irá chegar, quando nos deparamos com a realidade, é um choque. Não conseguimos acreditar que àquele fio está ali, todo branquinho, como se tivesse sido pintado a mão e a nossa primeira reação é arrancá-lo, e olhar bem para ele e dizer o quanto não o queremos ali. Depois do susto, parece que tudo vai voltar a ficar bem, até que você se olha no espelho e algo brilhante se destaca, e mesmo sem querer acreditar, sim, mais uma fio de cabelo branco está ali, se achando o dono da sua cabeça.

A verdade é dura, mas precisa ser aceita, sim tenho fios de cabelo brancos vivendo na minha cabeça, felizes e brilhosos. E se eu procurar mais, vou encontrar alguns outros fios, como se eles dessem cria, então, o que devo fazer? Vou confessar que a minha reação instintiva foi arrancar todos os fios brancos que fui encontrando, um a um, contei uns cinco, até que resolvi parar de arrancar e fazer àquela doce e sincera reflexão sobre o vida.

Parando para pensar friamente já vou fazer 34 anos, e é bem natural que esses temidos fios apareçam sim., então vamos viver esse momento também. Tê-los em nossa cabeça significa que já vivenciamos muito da vida, construimos uma história, tivemos muitos altos e baixos, construímos relações, ensinamos, aprendemos, brigamos, amamos, enfim, estamos preparadas para a próxima etapa, a da maturidade consolidada. Uma fase em que precisamos estar bem seguras e certas de quem somos, nos amar acima de tudo e principalmente nos aceitar. É uma fase de nos permitir viver dia a dia, todos os momentos e oportunidades, de não nos cobrarmos muito e ter como regra a felicidade. E com o tempo os fios brancos se tornarão apenas parte da nossa linda história de vida.

E é assim que pretendo viver daqui para frente, com alguns fios de cabelo branco brilhantes, mas a certeza de que sou a mulher mais realizada e feliz desse mundo.

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Só dança quem se atreve a dançar!

Existe uma frase que diz muito sobre à arte de dançar, que é: só dança quem se atreve a dançar, uma verdade que só descobrimos quando mergulhamos de corpo e Alma nesta arte.

Dançar é uma questão de atitude. E como em qualquer arte, não nascemos sabendo, vamos aprendendo e nos aperfeiçoando, mas é muito importante que mais do que a vontade de aprender a dançar seja o “atrevimento” para dançar. Quando começamos uma nova modalidade de dança, totalmente desconhecida, as primeiras aulas nos trazem um certo desconforto, frustração e até mesmo um sentimento negativo de que não nascemos para àquilo, que não vamos dar conta, mas todo o início é feito de desafios, que irá nos mover a nos permitir a simplesmente dançar, não importando se está certo ou errado, se perdemos o tempo da música, se vamos ser julgadas. Nesse momento a nossa prioridade deve ser a vontade intensa de vivenciar a dança de corpo e alma.

Como seres racionais acabamos pensando dentro de uma “caixinha”, nos limitando à novas oportunidades que a dança pode nos oferecer. Deixamos de construir a nossa história, o nosso caminho, por medo de errar, medo de machucar alguém e a dança vai ficando sem brilho na nossa vida, vamos deixando tudo para depois e quando menos esperamos estamos completamente desmotivadas a continuar a trilhar um lindo caminho, que depende só de nós. Sair da “caixinha” nesse mundo da arte da dança, é se mostrar para o mundo, é construir aos poucos o que deseja se tornar, é andar de cabeça erguida, não permitir se contaminar por críticas, confusões, é amar a sua bailarina como você ama quem você é.

E você pode estar se perguntando: quando estarei pronta para dançar? A resposta é que nunca estaremos prontas, por isso que devemos nos atrever a dançar sempre que pudermos. Devemos criar as oportunidades, perder a timidez, experimentar o novo, buscar o que nos move e nos deliciarmos sem medo de ser feliz.

A cada dança teremos uma nova oportunidade de evoluirmos, de corrigirmos o que não ficou muito bom na dança anterior, temos a chance de nos reinventarmos, de voarmos o quão alto desejarmos, e assim entramos em um ciclo exponencial de prazer e satisfação pessoal.

Só dança quem dança! Isto é uma verdade absoluta, então porque deixar para amanhã o que você pode iniciar agora mesmo? Vamos dançar? 🙂

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Seja a sua melhor companhia e seja feliz!

Seja a sua melhor companhia e seja feliz! Ao longo da vida aprendemos que as nossas escolhas conduzem ao que será mais tarde a nossa própria história. E saber escolher as nossas companhias nesta trajetória é essencial para que possamos construir uma vida de paz e felicidade. De todas as companhias que a vida pode nos trazer, existe uma que nunca nos deixará e sempre irá querer a nossa felicidade, nós mesmos!

Durante a construção desta história somos expostas às diversas pessoas, que durante um período curto ou longo se tornam nossas companhias e que constroem um pedaço da nossa história. Companhias que nos serão apresentadas na escola, trabalho, bairro, grupo da igreja, escola de música, faculdade, enfim, pessoas que entrarão na nossa vida e contribuirão para a formação da nossa história perante à sociedade. Mas será que é possível escolher as pessoas que farão a diferença na nossa vida? Sim, o encontro é feito pelo universo, mas à escolha de compartilhar experiências é nossa.

De tantas companhias que passarão por nossa vida, aprender a ser a nossa melhor companhia é fundamental, porque estar rodeados de pessoas é importante, mas nem sempre será possível. Passamos por vários ciclos e um destes ciclos, temos o encontro de nós com nós mesmos, e neste momento precisamos estar bem azeitadas conosco e saber nos amar em primeiro lugar. É uma grande oportunidade de nos conhecer e fazer uma reflexão sobre como é incrível nos ter como uma companhia ímpar, especial e que ninguém poderá nos tirar.

Buscar a felicidade diária deve ser meta e ser feliz uma certeza!

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Se penso em me separar, porque me casar?

É bastante contraditório, mas se penso em me separar, porque me casar? Sabemos que o casamento é um momento muito esperado por um casal que se ama, afinal estão dispostos a dividir toda uma vida, compartilhando momentos bons e ruins. Mas, cada dia que passa, os casais estão se casando e logo se separando e aí fica uma pergunta no ar: Por que se casam então? Para se realizarem perante a sociedade? Pressão da família? Uma tentativa de não ficar sozinho? Solidão? Moda?

Complicado julgar o que leva um casal a se separar, mas a dissolução conjugal passou a ser tão comum, que muitas pessoas não acreditam mais que uma união funcione. Tudo se tornou tão “nem aí”, que o casamento passou a ser para muitas pessoas uma aventura, uma tentativa de dar certo, mas se não der, ok. E não que devamos fazer uma tempestade em copo d’água, mas termos cuidado com o sentimento do outro, agirmos com respeito e muito amor, sempre.

E com tantas separações ocorrendo no mundo, várias reflexões veem a mente, como:

  • será que as pessoas separam porque acabou o amor?
  • será que elas nunca se amaram, e se casaram por uma pressão da sociedade?
  • será que uma das partes fez um tipo de assédio moral?
  • será que uma outra pessoa é o motivo da separação?
  • será que a falta de liberdade trás a tona a necessidade de estar só?
  • será que não ter amigos leva a uma união, que na verdade nunca deu certo?
  • será que as pessoas agem apenas com a emoção e esquecem da razão?
  • será que as pessoas tem medo de ficarem sozinhas?
  • será que nunca existiu felicidade?

Enfim, muito podemos pensar, mas sem dúvida cada caso é um caso, mas o que temos que refletir é que nos amarmos em primeiro lugar e respeitar o outro, fará com que tomemos uma decisão mais coesa e que nos permitirá continuarmos a vida felizes, libertos e sem culpa.

Razões que levam um casal a se separar:

  1. Desgaste da Vida A2

    Cerca de 37% das pessoas afirmam que se separaram pelo cansaço da convivência, uma espécie de fastio, de tédio que elas sentem em função dos anos e anos de relacionamento rotineiro.

2. Traição

A infidelidade responde por 21% das separações. Ela pode começar com um simples olhar, um pensamento, uma conversa despretensiosa, e no final destruir famílias.

  1. Dinheiro

Para muitos, é a maior causa de separações entre os casais: o Dinheiro. O vil metal, se utilizado adequadamente, é bem-vindo, se desperdiçado, pode gerar conflitos graves no casamento.

  1. Pessoas Diferentes

    A união de seres singulares, criados em famílias distintas, com histórias desiguais, que passaram a dividir uma vida juntos, 24 horas por dia, só será possível se essa dessemelhança for respeitada, tolerada e, acima de tudo, conversada, discutida constantemente.
  2. Falta de Comunicação

Entre eles há pouca conversa sobre aquilo de que gostam, do que não gostam, sobre suas preferências ou dissabores. Enfim, é frequente a omissão de sentimentos essenciais para a manutenção de um casamento saudável, o que é péssimo para o bem-estar da relação.

  1. Falta de Intimidade

Marido e mulher precisam estar próximos. Precisam ser, antes de tudo, muito amigos. Devem se ajudar nos momentos de dificuldade. Em desafios profissionais, na criação dos filhos e em afazeres simples, como nas tarefas domésticas, tradicionalmente destinadas às mulheres. Não ter esse suporte do companheiro faz com que a confiança nele encolha e, não raro, ficar sozinho se torna uma opção mais vantajosa.

  1. Falta de Apoio

Um casal deve apoiar-se, seja nos afazeres de casa, seja nos desafios profissionais.

  1. Convivência com um Companheiro Derrotista, ou seja,“negativo”

Relacionar-se com alguém requer determinadas habilidades, como a paciência, mas ela tem limites. Imagine conviver com uma pessoa que reclama de tudo, o tempo todo? E por mais que se tente agradar, nada está bom.  E de quem é a culpa por tudo estar ruim? Dos outros!

  1. Excesso de Controle 

Muitas mulheres fiscalizam ou pelo menos tentam fiscalizar a vida de seus maridos. Fazem verdadeiros inquéritos do tipo: Onde você está? Com quem está? A que horas chega? Vem por onde? Comeu o quê? Esse controle também é comum por parte dos homens, principalmente quando veem suas esposas mais arrumadas, querendo sair com as amigas.

  1. Vida Sexual dos Casais

Eis um ponto que merece atenção especial dos cônjuges. Um relacionamento longo não significa estabilidade, não significa estar livre de desmoronamento; relacionamentos recentes ou duradouros podem não ser eternos se marido e mulher não se preocuparem em estimular o sexo no casamento.

  1. Violência
    O décimo primeiro ponto a destruir matrimônios não deveria fazer parte da realidade de nenhum casamento, mas infelizmente é comuníssimo encontrá-lo nos lares de qualquer classe social: aviolência.

Muitas vezes a violência não chega a ser física, permanecendo no âmbito verbal, mas, ainda assim, ela pode doer tanto quanto a física ou até mais, porque palavras ditas com raiva, em momentos inapropriados, por pessoas amarguradas e frustradas só tendem a ferir gravemente o outro.

  1. Falta de um Sonho em Comum

Como viver junto e não ter os mesmos sonhos, e não planejar o futuro, e não ter um horizonte em comum?

Fonte: https://sucessonocasamento.com

Sabemos que não existe relacionamento perfeito, mas é preciso que o casal que se proponha a viver uma vida juntos, tenha respeito, paciência, confiança e muito amor um pelo outro, afinal esses são os pilares para que o casamento dure e seja saudável, sincero e harmonioso. Os pontos descritos acima, valem de atenção para que possamos pensar se realmente não estamos contribuindo para uma separação. Zelar dia a dia pela união e valorizar a pessoa que está ao seu lado, é fundamental para que uma união de paz e amor vire rotina.

E que seja eterno enquanto dure esse amor…que dure até que os corações estejam cansados de tanto amor!

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Como lidar com as férias e o fim delas?

O final do ano é marcado por festas e pela tão esperada férias, mas como lidar com as férias e o fim delas? Essa é uma pergunta que acredito não ter uma resposta certa, mas sem dúvida existe maneiras divertidas, e até surpreendentes que permitem fazer com que o período de descanso seja incrível e cumpra o objetivo desejado.

Quando a tão esperada férias está se aproximando, uma sensação de liberdade e felicidade toma conta do nosso ser, é a certeza da compensação pelo dever cumprido, e isto permite planejarmos momentos incríveis e muitas vezes inesquecíveis, mas tudo que tem um início também precisa de um fim, e é aí que temos àquela sensação de impotência, tristeza, de querer continuar na vida que pedimos à Deus. Realizar o planejamento das férias, contribui muito para que o período de descanso seja vivido de maneira leve, tranquilo e feliz. Vamos a um exemplo:

Um casal está querendo sair de férias, o que sabemos até o momento é que:

  • eles terão 15 dias;
  • querem viajar para a praia;
  • ambos voltam a trabalhar em uma Segunda-Feira;
  • eles não possuem filhos;
  • adoram dormir;
  • irão de avião;
  • querem sair da rotina;

Com base nas informações acima, para que as férias sejam bem aproveitadas e para que o retorno não seja “traumático”, é importante que o casal planeje o início e principamente o fim das férias. Existem várias maneiras de planejar, e abaixo segue alguns pontos fundamentais:

  1. Como eles terão 15 dias de férias, é importante que agendem o início das férias e comprem a passagem de avião para o destino escolhido, em uma Sexta-Feira a noite, assim ganharão mais dois dias (Sábado e Domingo) para se deliciarem na praia.
  2. Já que o casal não possue filhos, podem optar pelos voos noturnos e até na madrugada, que normalmente são mais baratos. Toda economia é válida, né?
  3. Antes de viajarem, é importante decidirem a cidade que irão passar as férias, para que possam decidir o meio de transporte que irão utilizar, o hotel onde irão se hospedar, os passeios que irão realizar, a roupa que irão levar e assim por diante.
  4. Se à opção for alugar um carro, é muito válido dar uma pesquisada antes de chegar na cidade escolhida. Existem muitas empresas que oferecem esse serviço com ofertas bem distintas.
  5. Sobre os passeios, sugiro dar uma olhada na internet antes, ver as opções, preços, mas deixar para fechar no local, assim é possível negociar e não ficar “preso”, caso surja uma opção mais atrativa.
  6. Caso o casal volte a trabalhar em uma Segunda-Feira, uma sugestão é marcar o voo de volta para o Domingo de manhã, assim é bem tranquilo chegar, desfazer as malas, lavar as roupas, curtir uma preguiça, ver um filme, dormi bem e aí sim, estarão renovados e nem sentirão o fim das férias.
  7. Uma sugestão divertida para não sentir que as férias chegaram ao fim, é programar um encontro de amigos para um dia antes do retorno ao trabaho, assim, vai parecer apenas que você está em um happy hour semanal.

É claro que retornar dias antes das férias terminarem, proporciona um descanso melhor e readaptação da realidade, mas em contrapartida se perde alguns dias que poderiam ser aproveitados no destino escolhido, mas depende muito do ritmo da pessoa que está saindo de férias. Acredito que a motivação para não se entristecer com o fim das férias, é ter a certeza que voltar a trabalhar te dará como resultado mas dias de descanso, e a oportunidade de repetir a dose e em um lugar diferente.

Acredite tudo que é mais trabalhoso de se conquistar é mais gostoso de se aproveitar. O que para muitos é o fim, para outros é apenas o começo de uma conquista pelo trabalho realizado!

Desejamos um Feliz Ano Novo com muita paz, harmonia e felicidade!

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Quando o filho te pede um colinho!

Ser mãe é uma missão incrível e requer muito amor, paciência e coragem. Os filhos nascem, crescem e quando menos esperamos eles já se tornaram grandes o suficiente para que não caibam mais nos nossos braços, mas quando o filho te pede um colinho, ele apenas quer ter certeza que nunca foi esquecido por você!

A correria diária é a grande responsável por deixarmos tantos detalhes, relacionados aos nossos filhos, de lado. E quando já temos um filho que é independente, não usa fralda, anda, fala, toma banho sozinho, escolhe a sua própria roupa, a pressão que submetemos nele é absurdamente grande. É inconsciente acharmos que os filhos devem fazer tudo sozinhos, afinal já cresceram e não são bebês, mas muitas vezes eles preferem fingir que não conseguem fazer uma tarefa, apenas para terem certeza do colinho de mãe, nem que seja por alguns minutos.

 

Pensando nisto tudo, busco a cada dia ser bastante presente na vida da minha filha, parando o meu tempo para me dedicar exclusivamente à ela, e olha que tenho uma vida como as de muitas mães, bem atarefada, mas percebo que o tempo passa tão rápido que se eu deixar para dar uma atenção sempre no outro dia, quando eu menos esperar o outro dia já será tarde, a minha filha já terá se tornado uma mulher e quem não irá querer mais uma colinho dengoso, será ela.


E aprendi também que quando o filho te pede um colo é porque ele realmente quer ter certeza que você o ama. É um momento que ele precisa do seu abraço, do seu beijo, da sua atenção e devemos sim parar tudo para nos dedicarmos à eles, isto fará toda a diferença. E quando falo pararmos tudo, é reservar duas horas do nosso dia para nos dedicarmos à eles, seja brincando, lendo um livro, indo ao cinema, levando ao parque, dormindo juntinho, o importante é que saibamos ser mães de verdade.

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Inspiração para brilhar no palco!

Inspiração para brilhar no palco é um dos segredos de toda dançarina, que antes de se apresentar busca no fundo da sua alma uma inspiração que a move e a permite flutuar como se não tivesse amanhã.

Toda dançarina aprende desde os seus primeiros passos de dança que é preciso sentir a música e se entregar de corpo e alma. A técnica é muito importante, mas o deixar-se mover pelo ritmo, instrumentos, energia são fundamentais para que a dança seja a mais linda de ser executada.

A dança nos ensina que a postura é o portfólio para uma boa impressão no palco, que o sorriso é a comunicação sem fala com o público, que os braços são a moldura do corpo que dança, que a leveza de um giro é o momento de compartilhar as energias acumuladas, que o figurino e a maquiagem são o par perfeito de toda dançarina, e que a execução de uma coreografia ou improviso é a concretização de um trabalho entre o intelecto, corpo e alma, que juntos abrilhantam os olhos de quem vê.

E neste mundo da arte da dança, a inspiração é um artifício incrível para que a dança se torne ainda mais intensa e indiscritível. Existem as dançarinas que se inspiram em outras dançarinas; Outras se inspiram em grandes pensadores, que com os seus pensamentos levam o corpo a mover-se por si só; Outras a inspiração vem de lembranças da infância, onde momentos incríveis são resgatados e colocados na ponta dos pés, e assim por diante.

Se libertar e se entregar quando se dança é permitir-se voar sem ter asas, é compreender que o universo conspira a favor de quem acredita que tudo é possível com persistência e um coração repleto de paz e amor.

Inspiração significa buscar por algo que te motive a agir.

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A transformação de uma mulher em bailarina!

E de repente, como em um conto de fadas acontece a transformação de uma mulher em bailarina. Ela abre os olhos e não se reconhece mais, uma mudança que foi iniciada bem antes de tudo ser notado.

Tudo começa meio sem querer, a rotina de uma mulher é bem cansativa e depois de um dia de muito trabalho tudo o que ela deseja é um momento só dela, em que se sinta única, linda, especial, amada e é a hora que ela sai em busca de um resgate da sua identidade, muitas vezes perdida com o tempo. Ela encontra um lugar que à acolhe, uma escola de dança que a conduz a voltar a se admirar, que mostra à ela que é possível sim reconstruir uma mulher perdida ou até construir uma mulher que ainda não se encontrou, e aí começa uma transformação incrível da mulher em uma linda bailarina.

A dança tem um poder incrível e pode ser considerada um remédio para curar a alma! A mudança não acontece da noite para o dia, mas é como uma semente plantada, que com cuidado vai criando forças, crescendo e se fortalecendo a cada dia. O autoconhecimento, a postura, a pose para uma foto, o olhar, a auto estima, a motivação são algumas das mudanças que a mulher bailarina tem na sua vida. E por mais que ela se esconda, o universo a observará, pois a transformação em sua estrutura física, emocional e mental não terá como passar despercebida. Uma mulher que antes se achava feia, gorda, novinha, incapaz, agora enxerga em si qualidades incríveis, que à engrandece e reafirma a sua missão nessa vida.

E uma vez descoberta a bailarina de uma mulher ninguém é capaz de roubá-la. É uma nova identidade que é incorporada ao corpo físico. É um marco de liberdade que jamais será esquecido. É o fazer-se presente no universo, é impor-se e fazer o que a alma desejar, sem pudor, sem receio e sem sentimento de culpa.

Abaixo é possível sentir, através das sinceras palavras, a incrível transformação de mulheres em bailarinas, que descobriram na dança do ventre uma bailarina que as complementam e as tornam ainda mais poderosas, incríveis e cheias de vida:

Comecei a fazer dança do ventre em 2012 ,desde então começou uma grande transformação em minha vida em todos os aspectos, como mulher, esposa, mãe , triplicou minha auto estima, fiquei mais paciente e mais organizada, cheguei a tomar cinco antidepressivos e hoje não tomo nenhum. A Dança do Ventre me apresentou um universo de possibilidades e também pessoas e amizades maravilhosas para vida toda. Hoje sou Bailarina de Dança do Ventre e professora no Zahra Studio de dança do ventre em Brasília. #gratidao#belydancers#amigasqueadancauniu. [Monique]

 

A alma de uma bailarina jamais é esquecida no universo, pois ela carrega uma energia grandiosa que a faz ser tudo o que ela desejar! A dança para uma bailarina é a carga que ela precisa para se renovar a cada dia! [kadriya saidad]

Sinto uma grande transformação interna e externa. Mais confiança, criatividade e entrega. [Dulce]

Não acho seja uma transformação e sim um acréscimo. É o meu momento mas, não me considero uma bailarina…me falta muito.

Minha transformação em bailarina de dança do ventre começou com uma breve pesquisa sobre esse ritmo. Eu já havia passado pelo Jazz, pela ginástica rítmica e acrobática, pelo ballet. Provavelmente, a dança do ventre seria mais um ciclo, um curso que eu começaria e terminaria. Mas, quando pisei no estúdio de dança, dedicado totalmente à cultura árabe, me apaixonei. Foi uma sensação incrível, que mexeu com todos os sentidos. Os incensos eram bons, a música era boa, a decoração perfeita. E então eu comecei as aulas. Comecei e nunca parei. É um ciclo que não quero terminar. Hoje danço em palcos, restaurantes, eventos, competições e até fora do Estado. Fiz amizades incríveis e entendo melhor o universo do poder feminino. Enfim, o tempo vai me tornando cada vez mais capaz e apaixonada pela dança do ventre. [Luísa]

A bailarina e a mulher se complementam. A mulher é força, é multitarefa, é mãe, profissional, estudante. A bailarina é encantamento, beleza, é um personagem que inventamos e reiventamos. Não dá para subir no palco, pensando nos padrões que a sociedade nos impõe, é preciso se despir de qualquer pré julgamento, não pensar, deixar a música e a emoção nos levar, tocar cada instrumento com nosso corpo e assim tocar a alma de quem nos assiste. E o melhor quando tudo se funde a mulher e invande o espaço da bailarina, e a bailarina soma à mulher o encantamento e a sua autoestima. [Anna Kalila]

 

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A era do Mi Mi Mi sem hora para acabar!

2017 está chegando ao fim e com ele a era do MI MI MI sem hora para acabar. Que ano incrivelmente marcado por polêmicas e um assunto que nunca imaginaríamos que seria tema de tantos debates e empasses: o famoso mi mi mi.

Nos anos 80,90, não muito distantes, acredito que éramos mais “maleáveis”, aceitávamos e fazíamos brincadeiras, sem ter receio que poderia virar um processo de justiça. Tínhamos mais liberdade de falar o que pensávamos, nos divertíamos com as piadas que nós mesmos éramos alvos, nos uníamos mais em prol a qualquer causa, e acredito que entendíamos que tudo não passava de uma fase entre amigos. Muitos eram chamados por um apelido e isto não era ofensivo, era apenas engraçado e até carinhoso, e quando algo dito não era tão legal para alguém, a brincadeira acabava na hora e pronto. O respeito existia acima de tudo e a vida continuava leve.

Mas os anos foram passando, a tecnologia começou a ganhar espaço antes ocupado pelas bolas de futebol, skates, bonecas, brincadeiras de rua. As pessoas da mesma quadra já não se conheciam mais, cada um na sua casa, na sua vida, no seu “mundinho” e quando menos esperávamos, em um partida de futebol alguém gritou: “ei grandão, passa a bola”, pronto! O caos estava instalado, à inimizade feita e um processo de bullying contra o carinha que gritou sem intenção de ofender, iniciado. E me parece que basta o start para que tudo se viralize. Daí em diante tudo se tornou agressivo, ofensivo, mas será que é nesta proporção mesmo? Ou entramos na era do Mi Mi Mi sem fim, onde não somos mais capazes de descontrair, tudo se tornou tão sério, que é melhor ter amigos virtuais e deixar os reais para uma próxima década?

Triste esta realidade que nos envolvemos e de certa forma criamos. E não estamos falando aqui de falta de respeito, mas de deixar de lado tanto mi mi mi e começarmos a dar importância ao que realmente importa. Precisamos tentar ser empáticos sem perdermos o senso de humor, pois a vida já é cruel, dura e curta.

Muito me agrada quando ainda vejo pessoas que conseguem levar a vida numa boa, sem mi mi mi, com respeito ao próximo, mas não perdendo o senso de humor. Que compreendem que a vida é muito curta para tanto exagero, e que as pessoas tem uma bagagem muito preciosa que podem nos agregar muito valor.

Meu alerta é para que cuidemos em não achar que bullying é tudo o que ele não é, e esquecermos de aproveitarmos o que a vida tem de melhor a oferecer, como o convívio das pessoas que passam por ela.

Bullying (IPA[ˈbʊljɪŋ]) é um anglicismo utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo ou grupo de indivíduos, causando dor e angústia e sendo executadas dentro de uma relação desigual de poder.[1] bullying é um problema mundial, sendo que a agressão física ou moral repetitiva deixa sequelas psicológicas na pessoa atingida. [Google]

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