Diga-me onde dói e eu te direi por quê

Já na hospedaria vamos relaxar um pouco, conhecer os novos peregrinos amigos na noite anterior a grande caminhada rumo a Santiago e a auto-descoberta.

Não se esqueçam de sugerirem, criticarem e participarem da construção deste livro que representa cada peregrino em suas jornadas pessoais.


Michael Odoul faz uma alusão em um de seus livros que o inconsciente é como o passageiro de uma carruagem, uma carruagem conduzida por um cocheiro. A carruagem é a representação do nosso corpo físico manifestado neste plano espiritual. O cocheiro é a nossa consciência, nossas vontades, atitudes e o caráter e essa tríade de livre arbítrio nos faz mover por este plano, mas esta mesma tríade que nos move pode nos fazer desviar do caminho de equilíbrio que nos foi planejado para essa vida, e quando isso acontece cabe ao nosso passageiro, o inconsciente que nos rege nessa missão, nos avisar do desvio. Nosso passageiro tem a expectativa de que retornemos ao caminho do meio, porém muitas vezes nos vemos tão entretidos em nossas vontades que paramos de ouvi-lo. Neste momento nosso passageiro se manifesta de forma mais incisiva, e ele o faz através do nosso corpo, o corpo físico é a representação da carruagem conduzida pelo consciente e guiada pelo inconsciente, essa comunicação se da através de sonhos, sensações sensoriais e sinestésicas. Se ainda muito entretidos continuarmos a ignorá-lo ele tentara nos persuadir com manifestações físicas, nos levando a dormências, formigamentos, dores ou qualquer tipo de desequilíbrio corporal. E se, ainda assim nós continuarmos o ignorá-lo ele nos fará parar; como? Experimente.

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Autor: Junior de Castro

Viciado em pessoas, ainda em construção e sempre em busca de mais empatia. Cozinheiro, aprendiz de aquarela e com ideias para dividir :)

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