Id, ego e superego, o que você faria se só te restasse esse dia?

O que você faria se só te restasse esse dia? O que você faria se ninguém estivesse olhando? Quando a eminencia do fim ou ausência de julgamento ou a inexistência de mascaras sociais é quando o nosso Id aparece. Esse é o seu Eu sem nenhum filtro social, um ser egocêntrico que atende somente aos seus desejos. Sigmund Freud dividiu o ser em três forças: o Id, o Ego e o Superego. E cada um deles tem papel de extrema importância no ser que nos tornamos.

O Id é nossa essência mais básica, todos nós já nascemos com ele e podemos associa-lo aos nossos instintos e desejos mais primitivos. Estes desejos, vontades e pulsões primitivas são basicamente ligadas ao prazer imediato. A partir do Id se desdobram as outras duas forças que compõe cada ser, o Ego e Superego.

O Ego é o responsável pela aplicação dos filtros sociais e culturais aos nossos instintos e desejos mais primitivos, o Id. O Ego é o responsável pelo equilíbrio do ser, regulando os impulsos e desejos do Id, porém sem deixar de satisfazê-los. O Ego trabalha com um sistema de compensação de modo menos imediatista e mais realista. O Ego é responsável por manter nossa sanidade social, nos tornando seres sociais. Segundo Freud, o Ego inicia seu desenvolvimento nos primeiros anos de vida do ser.

O Superego se desenvolve a partir do Ego, ele é o catalizador das experiências sociais do indivíduo, tornando-as valores morais e culturais do ser. O Superego orienta o Ego, apontando a este o que é ou não moralmente aceito, de acordo com os conceitos sociais e culturais nos quais o indivíduo esta inserido. De acordo com Freud, o superego começa a surgir por volta dos cinco anos.

Retornando as perguntas do início, que tal um exercício, que tal observar como é o seu Id e estas outras três forças? Você tem consciência deles e de como está o seu equilíbrio? Pratique o exercício sugerido pelo movimento mindfulness, contido em nosso artigo mindfulness – a leve arte de estar presente ,  e comece a ter mais consciência do seu Eu.

Como dica, deixamos ainda a recomendação do filme Urge, um experimento ficcional de uma sociedade onde todos são puramente Ids. Atenção, o filme tem cenas fortes.

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A era do Mi Mi Mi sem hora para acabar!

2017 está chegando ao fim e com ele a era do MI MI MI sem hora para acabar. Que ano incrivelmente marcado por polêmicas e um assunto que nunca imaginaríamos que seria tema de tantos debates e empasses: o famoso mi mi mi.

Nos anos 80,90, não muito distantes, acredito que éramos mais “maleáveis”, aceitávamos e fazíamos brincadeiras, sem ter receio que poderia virar um processo de justiça. Tínhamos mais liberdade de falar o que pensávamos, nos divertíamos com as piadas que nós mesmos éramos alvos, nos uníamos mais em prol a qualquer causa, e acredito que entendíamos que tudo não passava de uma fase entre amigos. Muitos eram chamados por um apelido e isto não era ofensivo, era apenas engraçado e até carinhoso, e quando algo dito não era tão legal para alguém, a brincadeira acabava na hora e pronto. O respeito existia acima de tudo e a vida continuava leve.

Mas os anos foram passando, a tecnologia começou a ganhar espaço antes ocupado pelas bolas de futebol, skates, bonecas, brincadeiras de rua. As pessoas da mesma quadra já não se conheciam mais, cada um na sua casa, na sua vida, no seu “mundinho” e quando menos esperávamos, em um partida de futebol alguém gritou: “ei grandão, passa a bola”, pronto! O caos estava instalado, à inimizade feita e um processo de bullying contra o carinha que gritou sem intenção de ofender, iniciado. E me parece que basta o start para que tudo se viralize. Daí em diante tudo se tornou agressivo, ofensivo, mas será que é nesta proporção mesmo? Ou entramos na era do Mi Mi Mi sem fim, onde não somos mais capazes de descontrair, tudo se tornou tão sério, que é melhor ter amigos virtuais e deixar os reais para uma próxima década?

Triste esta realidade que nos envolvemos e de certa forma criamos. E não estamos falando aqui de falta de respeito, mas de deixar de lado tanto mi mi mi e começarmos a dar importância ao que realmente importa. Precisamos tentar ser empáticos sem perdermos o senso de humor, pois a vida já é cruel, dura e curta.

Muito me agrada quando ainda vejo pessoas que conseguem levar a vida numa boa, sem mi mi mi, com respeito ao próximo, mas não perdendo o senso de humor. Que compreendem que a vida é muito curta para tanto exagero, e que as pessoas tem uma bagagem muito preciosa que podem nos agregar muito valor.

Meu alerta é para que cuidemos em não achar que bullying é tudo o que ele não é, e esquecermos de aproveitarmos o que a vida tem de melhor a oferecer, como o convívio das pessoas que passam por ela.

Bullying (IPA[ˈbʊljɪŋ]) é um anglicismo utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo ou grupo de indivíduos, causando dor e angústia e sendo executadas dentro de uma relação desigual de poder.[1] bullying é um problema mundial, sendo que a agressão física ou moral repetitiva deixa sequelas psicológicas na pessoa atingida. [Google]

Fonte imagens: https://pixabay.com

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Mindfulness, a leve arte de estar presente

Mindfulness, a leve arte de estar presente. Comecemos com um exercício, experimente ler o trecho abaixo, destacado entre aspas, sentindo-o.

“…Acordo em um salto para fora da cama. A tempos o zunido histérico do despertador se repete após inúmeros toques no botão soneca. Entre um semi-cochilo e outro, o tempo implacável se adiantou e “me fez” estar atrasado.

No banho, distraído, pois já estando com a mente acelerada, adiantando todo o trabalho da reunião na qual já devia estar, me perco e não sei se usei ou não o shampoo nos cabelo. A dúvida me faz acelerar mais ainda os pensamentos, e na ausência de certeza, passo novamente, ou não, shampoo nos cabelos. Já saio do banho suado. As roupas se vestem em mim. Desço as escadas correndo, passo pelos vizinhos e porteiro, sem nem vê-los;  entro no carro e saio em disparada…”

Veja como apenas lendo este trecho, com empatia, é o suficiente para estarmos exaustos. E essa sensação não vem ao acaso. Viver em um mundo cada vez mais dinâmico e repleto de  multitarefas é o suficiente para exaurir. Constantemente cobrados por eficiência e por entregas, atropelamos processos, ritos e principalmente pessoas.

O movimento mindfulness é a tentativa de resgate da plena atenção a cada atividade, inclui-se em atividade, o simples fato de ouvir o outro. Diversos estudos recentes mostram que não somos tão eficientes, como acreditamos ser, em múltiplas atividades. Um  estudo conduzido pela  Universidade de Utah, concluiu que apenas 2,5% das pessoas têm a capacidade de fazer (com desenvoltura) diversas atividades ao mesmo tempo. Estas pessoas são classificadas como os supertaskers. Segundo os pesquisadores, boa parte dos 97,5% restantes até tenta se desdobrar em vários, mas estão fadados à frustração. Diante do exposto, sejamos sinceros, a chance de ser um dos 2,5% desta população é muito baixa. Logo, ao menos experimente não ser multitarefa e veja como seu corpo se comporta.

Que tal um desafio, pratique por uma semana o pequeno exercício de mindfulness descrito abaixo.

Reserve 30 segundos para cada um dos seguintes passos;

Faça isso 3 vezes ao dia;

1- Pare no meio de alguma atividade cotidiana. Traga a atenção para a sua respiração, nas sensações em volta do seu estomago, a maneira que ele infla quando inspiramos, a sua volta a posição original quando expiramos.

2- Sinta as sensações corporais que ocorrem nesse momento, tensões musculares, dores, qualquer sensação e não tente modifica-la, apenas tome nota da sua sensação.

3- Tome nota das sensações que você esteja experienciando, por exemplo: “Estou agitado”  ou “Há agitação”. Não tente modifica-la, aceite-a.

4- Traga a sua atenção ao seu corpo, às sensações e como você esta as experienciando. Conecte-se com elas, sem julgar ou comentar e apenas respire com elas. Permita-se apenas estar e relaxar com qualquer coisa que esteja presente.

fonte: iniciativa mindfulness

 

 

 

 

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Flexibilidade Cognitiva, evoluindo cada dia mais

Falar de comportamento humano é estar dia a dia aprendendo mais, pois somos seres em eterna evolução e buscar melhorar faz parte do nosso papel no universo. Flexibidade congnitiva, evoluindo cada dia mais é um tema do mundo moderno e que deve ser compreendido para que posteriormente seja aplicativo nas relações humanas.

Mas afinal o que é flexibilidade congnitiva? É ter a percepção de que estamos em constante mudança e evolução. É estar receptivo à críticas, opiniões e internalizar que uma grande oportunidade pode surgir se tivermos esta flexibilidade de entendimento. Saber lidar com os problemas de maneira a aprender com eles, tendo a certeza que estamos no universo para evoluirmos e sermos cada vez melhores.

As empresas estão cada vez mais observando esta e outras qualidades comportamentais antes de contratar um funcionário, apostando que se uma pessoa tem esta e outras qualidades, são mais suscetíveis ao sucesso e à resolução de problemas. O conhecimento técnico é muito importante, mas já está comprovado que qualidades comportamentais são a base de um profissional preparado para trabalhar em equipe, superar desafios e estar mais preparado emocionalmente, dará base para ser um melhor profissional e uma melhor pessoa.

Flexibilidade Cognitiva é a capacidade de adaptação de estratégias do processo congnitivo face a novas e inesperadas condições ambientais. Canas, Quesada, Antoni e Fajardo (2003)

Evoluir com o mundo é conseguir tirar proveito do melhor que a vida tem a oferecer, sem tirar e nem por. É estar disposto a aprender, ser cada vez menos ignorante e mais conhecedor do comportamento humano.

A flexibilidade cognitiva exerce uma ampla função na aprendizagem e na resolução de problemas. Ela permite você escolher uma estratégia e executá-la para adaptar-se à nova situação na qual você se encontra. É saber o trilho que irá trilhar, sem ter medo de mudar o curso, se for o melhor a se fazer.

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Relacionamentos abusivos e tóxicos, o egocentrismo e o epicurismo.

O ser egocêntrico, que vive exclusivamente seus desejos, esquece-se de olhar para o outro com quem divide o relacionamento. Focado apenas em si e em suas vontades, esse ser espera que a pessoa, que em sua mente, somente o acompanha no relacionamento o siga e adapte-se as suas vontades. Tóxica essa relação será unilateral e agradará apenas a um, enquanto o outro torna-se refém e dependente de alguns afagos recebidos periodicamente.

Já o ser epicuro, passivo e anestesiado é refém de sua própria apatia. Focado na autocontemplação, satisfaz-se com que recebe. E de forma alguma atenta-se as lacunas do outro, lacunas as quais ele poderia ajudar a sanar impulsionando o relacionamento, e o outro, para um novo grau de evolução.

Porém, quando o ser epicuro encontra um ser egocêntrico o relacionamento se torna mais tóxico e abusivo. Dotado de vontades e desejos unilaterais o ser egocêntrico guiará o relacionamento para onde acredita ser o caminho, que por certo é a satisfação de seus desejos pessoais. E o ser epicuro, por sua vez contemplará aquele guia e girará em torno deste até que queime suas asas, como uma mariposa em busca da lua.

O  equilíbrio entre o epicurismo e o egocentrismo pode ser a resposta para o fim das relações toxicas, apáticas e abusivas. Pois quando insatisfeito com algo, esse ser equilibrado e empático, compreende a lacuna existente no próximo e desta forma procura ampara-la. Com dialogo, serenidade e temperança, apoiará o outro para que este preencha a lacuna existente ou entenderá ser esta uma característica imutável do outro. Porém uma vez exposta a lacuna e esta sendo sanada ou não, agora, como um casal, em conjunto eles podem escolher, continuar ou não nesta relação.

O diálogo, provavelmente é o melhor caminho para expor as lacunas de um relacionamento, porém o diálogo é somente uma ferramenta para tal. E este dever vir cheio de empatia, serenidade e temperança.

Desta forma, […inúmeras palavras caberiam aqui, qual você escolheria?…Covardia? Triste? Traição?] é nem procurar em quem se está o que facilmente encontrará em outra. Pois assim, de forma abusiva teremos um relacionamento parcial, onde só se atende as necessidades pessoais, incluindo novas figuras ao relacionamento em uma vontade unilateral.

Construa um relacionamento equilibrado e sincero com: empatia, dialogo e temperança.

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Explicando as enfermidades físicas!

Há algum tempo me questionei sobre o porquê que adoecemos, porque o nosso corpo de deteriora com doenças infinitas. As vezes acordamos bem e ao levantar já sentimos algo fora do lugar. Explicando as enfermidades físicas é um tema intrigante que nos leva a repensar sobre como estamos direcionando a nossa vida.

Achar que as enfermidades são castigos é um erro, o nosso corpo apenas nos avisa que algo está errado para que possamos entender que existe um conflito entre a personalidade e alma. É preciso sermos mais sinceros conosco, sentir, amar, chorar, rir. Parar de guardar rancor e aprender a perdoar. De vez em quando é importante darmos gritos, sair correndo para que a nossa alma de renove e possamos estar mais protegidos e preparados para enfrentar a vida.

O livro “Diga-me onde dói e eu te direi por que”, conta exatamente sobre o caminho que escolhemos trilhar na nossa vida e as consequências que o nosso corpo sofre dependendo do caminho escolhido.

“O Caminho da Vida é uma espécie de fio condutor que todo ser humano segue ao longo da sua existência. Podemos compará-lo ao roteiro de um Filme ou ao “livro de rota” dos pilotos de rali atuais. Seguiremos esse caminho usando um veículo particular que vem a ser o nosso corpo físico”.

A enfermidade é um conflito entre a personalidade e a alma.

O resfriado escorre quando o corpo não chora.

A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.

O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.

O diabetes invade quando a solidão dói.

O corpo engorda quando a insatisfação aperta.

A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.

O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.

A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.

As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.

O peito aperta quando o orgulho escraviza.

A pressão sobe quando o medo aprisiona.

As neuroses paralisam quando a “criança interna” tiraniza.

A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.

Os joelhos doem quando o orgulho não se dobra.

O câncer mata quando não se perdoa.

E as dores caladas? Como falam em nosso corpo!

A enfermidade não é má, ela avisa quando erramos a direção.

O caminho para a felicidade não é reto, existem curvas chamadas Equívocos.

Existem semáforos chamados Amigos.

Luzes de precaução chamadas Família.

Ajudará muito ter no caminho uma peça de reposição chamada Decisão.

Um potente motor chamado Amor.

Um bom seguro chamado FÉ.

Abundante combustível chamado Paciência.

“autor desconhecido”

Fonte imagens: https://pixabay.com/”diga onde dói que te direi porque”.

 

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A crise dos sete anos de idade!

É uma grande verdade que a crise dos sete anos de idade existe e todos estão sujeitos a enfrentá-la, o que muda é como cada criança lida com a crise e principalmente a pós crise.

A primeira crise se dá quando ainda somos crianças, exatamente aos 7 anos. Uma série de transformações acontecem e uma nova fase se inicia. É o início de um novo ciclo, onde a responsabilidade escolar e social assume lugares de destaque na vida da criança e várias mudanças no cérebro ocorrem para que esta nova fase seja bem aproveitada.

É com sete anos de idade que a criança entende o que ela quer ou pelo menos acha que quer, sabe de tudo, é dominadora, gosta de ser desafiada, quer fazer tudo do seu jeito, não aceita quase nada sem se impor, tenta enganar as pessoas para não ficar para trás, necessita de aprovação, emocionalmente é bem sensível, demora para tomar decisões, a dúvida é sua grande aliada, quer ter tudo, está em plena adaptação entre dois mundos (sua casa e escola), pensa antes de responder uma pergunta, quer estar presentes nos assuntos dos adultos, deseja ser a primeira em tudo, começa a dar valor ao dinheiro e gosta de ser desafiada a economizar, não tolera críticas, ama elogios, tem noção do que é bom e o que é mau, aguenta o choro mais facilmente, é uma criança de sete anos no corpo de treze, é uma ótima companhia.

A criança de sete anos está pronta para tudo o que vier pela frente, é um momento em que os pais e a escola precisam estar muito atentos para dar todo o suporte necessário. É uma fase em que a criança é um pouco bipolar, as vezes apresenta uma agressividade nunca existente e logo em seguida volta a ser àquela criança doce e tranquila.

Os pais devem, mais do que nunca, reconhecer que os seus filhos estão passando por uma fase de transição de conduta e que a paciência, carinho e atenção precisam estar presentes. Pedir para que o seu filho ajude com tarefas simples da casa, fará ele se sentir importante e útil. Deixar a criança de castigo nesta fase não funciona, o segredo é uma boa conversa e  a apresentação dos pontos positivos e negativos de uma atitude tomada.

Os professores também tem um papel fundamental junto à criança, apresentando o respeito mútuo, a responsabilidade, à inclusão social e que nem sempre se pode ganhar, mas que precisamos aprender a competir e viver em sociedade.

Passado este fase um pouco de tranquilidade passa a reinar e a preparação para uma nova crise, aos quatorze anos de idade, começa a ganhar forma.

Toda fase pode ser superada com paciência, maturidade e muito carinho. Não desista do seu filho!

Fonte imagens: https://pixabay.com

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O Big Brother da vida como ela é!

Você já parou para pensar que pode estar sendo observado 24 horas do seu dia? Que coisas que pensa que só você sabe, estão sendo vistas por milhares de pessoas? Que privacidade é um conceito que não existe mais? Será que estamos vivendo um Big Brother da vida como ela é?

Não estamos tão distantes de fazermos parte de um Big Brother, onde somos vigiados o tempo todo, onde todas as nossas atitudes são mapeadas e estudadas por computadores de alta performance. Se pensarmos que há aproximadamente doze anos não existia a Internet e que nossa vida era mais “nossa”, lembraríamos que éramos muito mais partes de um sistema onde ajudávamos a construir a história, e que hoje com tantas outras tecnologias e a Internet, nos tornamos apenas “marionetes” de um sistema que mal sabemos em que pé está.

No filme, atualmente em cartaz, o Círculo retrata um pouco desta falta de privacidade que é vendida como excesso de segurança. Onde jovens são convidados a fazer parte de uma empresa que oferece o “paraíso” em troca da transparência de suas vidas, mas até que ponto isto é positivo?

Imaginemos que usássemos uma câmera fincada em nosso roupa, onde conviveríamos com ela 24 horas e todos os momentos seriam registrados, inclusive momentos íntimos, mas em contra partida viveríamos em um mundo sem mentiras, onde tudo e todos seriam expostos para o mundo todo. Seríamos capaz de encontrar bandidos perigosos, de saber aonde os filhos andam, mas todos teriam acesso irrestrito à nossa vida e de nossos familiares, momentos íntimos, brigas, reações, tudo em realtime, sem pausas.

Difícil de pensar se teríamos mais bônus ou mais ônus neste Big Brother, mas acho que passaríamos a ser pessoas frias, com frases prontas ao acordar, ao dormir. Agiríamos sempre com a razão para não sermos vistos e nem julgados pelo mundo, talvez não nos envolveríamos com ninguém para não expor nossa intimidade. Nos tornaríamos robôs em constante manutenção, sem coração, sem amor, sem piedade…

Será que foi para isto que a nossa humanidade foi criada?

Que já estamos entrando em uma era de Big Brother, isto não tem como fugir, mas que ainda temos a nossa liberdade de escolha e de privacidade, isto ainda é uma realidade! Vamos aproveitar porque não sabemos quanto tempo irá durar!

Fonte imagens: https://pixabay.com

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NÃO trate o outro como você gostaria de ser tratado.

A tradicional frase, trate-o como você gostaria de ser tratado, foi cunhada em nossa essência desde a infância. E tendemos a praticá-la e a reproduzi-la aos próximos a nós. Mas está é realmente uma boa pratica?

Imaginemos uma pessoa muito pratica e objetiva. Que gosta de ação e resultados nos mais amplos aspectos de sua vida. Que profissionalmente entrega muito resultado. Em família resolve os problemas que surgem de maneira dinâmica e ágil. Os amigos o vêm assim também e ele é sempre chamado quando se precisa de alguém que execute sem rodeios.

Esse nosso amigo imaginário, pratico e objetivo. Se encontra em se local de trabalho, um comércio varejistas. A certa hora do dia entra um cliente, o qual ele deve atender.

Nosso cliente imaginário é um pouco diferente do nosso primeiro personagem. Praticidade não costuma ser uma característica que seria apontada a ele, pelo contrário. Indeciso e extremamente detalhista ele é prolixo e adora saber dos detalhes mais inúteis de cada coisa. Responder algo com palavras simples e objetivas como “sim” ou “não” é um ato impossível.

E como a vida é uma caixinha de surpresas e continuando a exercitar nossa imaginação, vislumbre como seria esse encontro/atendimento. Nosso primeiro personagem pratico e objetivo querendo logo fechar a venda para atender o próximo cliente e o nosso cliente em duvida entre azul petróleo ou o preto, pois ele leu há um tempo que as cores podem influenciar no humor dos que o cercam ao longo do dia. E com toda sua paciência e prolixidade ele explica o estudo ao vendedor.

Observando a distância não é difícil perceber que os dois têm praticado com afinco a condição de tratar o outro como gostariam de serem tratados. E é mais fácil ainda perceber que ambos sairão insatisfeitos deste encontro.

Talvez seja o momento de rever esta atitude, caso você a tenha. Veja um dos nossos posts sobre empatia, essa palavrinha pode mudar sua forma de agir no mundo.

“…A empatia talvez possa ser praticada pelos animais, mas é sabido que é praticada pelo ser humano. E esta é como a construção muscular deve ser exercitada periodicamente.

A empatia é a capacidade humana de se transportar para uma situação alheia a sua realidade e viver aquela experiência com o olhar de quem realmente a vive…”

 

fonte:  Rob Hammer

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Socializar para conquistar

Viver em sociedade é uma tarefa que nos foi ensinada desde de que nascemos e só entendemos à importância de socializar, quando precisamos conquistar algo ou alguém. Socializar para conquistar é uma realidade, que deve ser administrada com muita cautela.

Existem pessoas que preferem estar só do que socializar, mas para que algumas atividades possam ser feitas com êxito, é fundamental que a socialização seja exercitada e mantida, vamos para os exemplos:

– Viajar pelo mundo – quando optamos por fazer uma viagem pelo mundo, no primeiro momento parece que viver no nosso mundo, individualizado, pode dar certo, mas basta um dia para entendermos que aprender a se comunicar será de grande valia para que a nossa viagem seja muito mais proveitosa.

– Exercer um cargo de liderança – é sempre um tarefa de muita responsabilidade e que exige uma interação contínua com toda a equipe. Até as decisões mais críticas são importantes que sejam feitas em conjunto, desta maneira quem lidera fortalece uma relação de confiança, e sempre tem apoio em momentos difíceis.

– Sair para dançar – é uma atividade que exige muita empatia, afinal sair para dançar sozinho, pode ser até interessante, mas quando começa a música a dois, pronto, é a hora que a socialização fala mais alto e você convida alguém para dançar com você, e é incrível como a dança exemplifica este papel muito bem.

A opção de socializar é sua, mas se queres conquistar cada vez mais, não caminhe sozinho!

Compartilhar momentos com outras pessoas nos fazer conquistar um mundo antes desconhecido e nos permite vivenciar experiências únicas de aprendizado, troca de energia, paciência, empatia, bom humor, evitando a depressão, nos permitindo ser mais felizes. É claro que estar com outras pessoas não é fácil, brigas, discordâncias irão acontecer, mas ainda assim compensa muito socializar.

Fonte de imagens: https://pixabay.com

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