Desapegar para alcançar outras fronteiras!

Há alguns anos aprendi que o desapego é fundamental para que se possa viver uma vida de progresso, desapegar para alcançar outras fronteiras é um dos caminhos para viver o hoje sem se prender ao que passou.

E falar em desapego não é necessariamente abandonar todos os bens materiais e sair por aí vagando, conversando com a natureza e vivendo da luz. Desapegar é não deixar que bens materiais, pessoas ou idéias prendam a sua liberdade de pensar, agir, construir e de ir aonde desejar. É poder se livrar de vez das angústias impostas pela sociedade, poder ser quem você é na sua essência, deixar que o universo leve quem ele queira, sem que você se sinta culpado ou com remorso, é gostar de quem gosta de você, é saber se amar acima de tudo e perdoar o próximo.

Quando passamos por essa experiência de desapego, conseguimos alcançar fronteiras jamais imagináveis. Nos tornamos pessoas melhores, mais ligadas ao que de fato importa. Somos levados a pensar e agir de maneira prática e não só teórica, a nossa intensidade por viver cada dia como se fosse o último se multiplica, e a nossa missão se torna ainda mais desafiadora. Mas, sabemos que por vivermos em uma sociedade com regras, temos que nos adaptar, precisamos trabalhar para termos dinheiro para educação, saúde, transporte e precisamos nos relacionar, porém podemos fazer tudo isto sem perder o que de fato nos move, a nossa virtude, a nossa vontade de viver e superar a nós mesmos. Não somos obrigados a conviver com pessoas que nos sufocam ou que não queiram crescer conosco, somos livres para fazer as nossas escolhas, sempre buscando a felicidade e o amor em sua plenitude.

Precisamos ter cuidado para não tornar o desapego uma automutilação, uma aventura solitária e egoísta, não é isto! A idéia é construir um caminho leve, maduro, consistente, que tenham pessoas ao nosso redor sim, mas que compartilhem das mesmas virtudes ou de virtudes parecidas. É estar preparado para perder alguém ou alguma coisa, e saber que para tudo existe um recomeço. É andar de cabeça erguida e ter coragem para conquistar novas fronteiras, para enfrentar novas dificuldades, estar pronto para toda e qualquer mudança e ter a certeza que quando mudamos, temos uma nova oportunidade de fazer melhor.

Para cada desapego existe uma nova oportunidade de recomeço, só depende de nós agarrarmos essa oportunidade e seguimos em frente, e sempre em frente.

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Percebi que nunca ter jogado futebol pode ter me tornado mais cooperativo

Em geral temos reações naturais e automáticas a situações não vividas anteriormente, quando digo natural, me refiro a não racionalização da reação. Vamos a situação que me fez partir para esta reflexão. A alguns dias, nosso compatriota Neymar Jr se envolveu em uma polêmica e foi vaiado pela torcida de seu clube, o Paris Saint-Germain (PSG). A atitude de Neymar foi natural e não me parece maldosa ou ofensiva, mas foi o suficiente para uma enxurrada de vaias e críticas. Durante uma partida, na qual ele defendia de forma primorosa a camisa de seu time, ele já havia feito três gols, e o marcador apontava 7 x 0 em favor do PSG, quando um pênalti foi marcado para aquele time. Neymar, como batedor oficial do clube, teve sua reação natural, foi para marca do pênalti e após autorizado converteu a penalidade em gol. O gol em questão só consolidou a vitória esmagadora de 8 x 0 do PSG sobre o DIJON. Mas como um jogador que faz quatro gols em uma partida onde houveram oito pode ser vaiado?

Na minha reflexão, faltou em Neymar uma atitude cooperativa. Neymar ficou no âmbito exclusivo do competitivo. Saliento que esta não é uma crítica ao Neymar e sua atitude e sim uma reflexão em como nos comportamos em reações naturais. Vamos ao ponto onde creio que ele poderia ter sido cooperativo. Neste jogo, entre os outros dez jogadores em campo, que compunham o time de Neymar, havia um que se destacava. Se destacava, pois, aquela era uma partida que poderia ser um grande marco em sua carreira. Falo de Cavani. Cavani poderia naquela partida bater o record histórico de gols pelo PSG. Ele foi quem sofreu o pênalti em questão e se convertesse a cobrança, faria seu 157° com a camisa do time. Sendo considerado assim, o maior goleador da história do clube. Aparentemente sem racionalizar a situação, e em uma reação natural, Neymar fez o seu trabalho. Bateu o penalti e o converteu gol.

Não sou boleiro e é fácil analisar o comportamento de alguém, e se imaginar no lugar deste, depois que tudo aconteceu, mas tenho indícios e posso lembrar de situações semelhantes nas quais minhas atitudes foram diferente da de Neymar. E acredito ser este o grande poder da empatia. Quando se pratica a empatia diariamente estas atitudes naturais, ou não racionalizadas, tendem a ter um olhar para o bem estar do todo. Neymar tecnicamente demonstra ser o melhor jogador do PSG, porém para a torcida a julgar pelas vaias, era mais importante naquele momento deixar a técnica abaixo da empatia. A consagração de um grande marco a um jogador querido pelo retrospecto construído no clube era mais importante que o incremento de placar em um resultado já estrondoso. Neymar tem apenas 24 anos e tem como bagagem de vida a competição no mais alto nível, não seria nada empático julgar o comportamento do jovem atleta, porém este nos serve de reflexão para que tipo de bagagens temos carregado e como estas influenciam nossas atitudes naturais. Como estão suas bagagens por ai?

Quando olho para as minhas, vejo que elas são as que eu gosto de carregar, mas estão em constante renovação. Vivi a aplicação de uma destas bagagens a pouco e a compartilho com vocês: trabalho a quase 10 anos em uma Instituição cooperativista, e a pouco fiz um treinamento sobre Negociação e Administração de Conflitos. Após ¾ do curso já transcorrido, ou seja, com uma bagagem de negociação e administração de conflitos já construída, fizemos uma dinâmica na qual os 10 participantes do curso foram divididos em 5 duplas. Cada dupla recebeu um envelope com alguns itens e uma tarefa: entregar uma série de itens artesanais, venceria a dupla que primeiro entregasse todos os itens perfeitamente construídos. Porém nenhum envelope tinha todo o material suficiente para completar a tarefa. O objetivo da dinâmica era ver nossa capacidade de negociar a troca dos itens para concluir a tarefa. Incitados pela competição, agregava ao objetivo da dinâmica a nossa capacidade de administrar conflitos sob a pressão de uma competição. No entanto, mesmo com a bagagem de negociação e administração de conflito passada pela facilitadora, nossa bagagem cooperativista falou mais alto e ao invés de competirmos para ver qual dupla entregaria a tarefa primeiro os 10 participantes se juntaram e entregaram JUNTOS um único kit com todos os itens solicitados. Entendemos que desta forma atenderíamos o pedido do cliente, visto que apenas a primeira entrega correta seria premiada, logo não seria necessário uma competição, a cooperação era mais vantajosa para todos.

O senso de competição nos move e nos promove, mas precisamos sempre fazer uma reflexão a respeito de quais competições merecem nosso envolvimento.

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O que você faria se soubesse que irá morrer no dia 23/01/2021?

Guarde esse pensamento. Vamos caminhar um pouco antes de você expor sua resposta. Faremos este caminho a partir de uma pergunta semelhante. Se te contam o fim de um filme, ou se te dizem o que encontrará no fim de uma caminhada, o filme e a trilha já não fazem sentido?

O fim ou a chegada, muitas vezes parece ser a única parte que interessa na jornada, mas um filme fica distante de seu proposito se assistido somente pela ultima cena. Assim como um livro lido somente o último capítulo, porém uma trilha árdua e penosa pode ser substituída por uma carona e assim pode-se curtir de pronto a cachoeira que existe no fim, quase sem prejuízo, certo?

Afinal, o que difere as duas experiências, a cachoeira é boa com atalho e o filme não? Saltar todo o filme ou assisti-lo em modo acelerado para curtir apenas a ultima cena, onde toda a trama se resolve ou folear um livro e ler somente o último capítulo não é diferente de pegar uma carona para passar rapidamente pela trilha e viver apenas a cachoeira. O que se faz nas três experiências é deixar de viver completamente a jornada, valorando apenas o fim ou a chegada. Em tempos cada vez mais acelerados, a tentação de se pular etapas ou acelerar experiências é cada vez maior. A ânsia por chegar ao fim de algo, por acreditar que lá é onde se encontra a felicidade, o relaxamento, e a paz, faz com que deixemos de viver as belezas do dia-a-dia e o do caminho.

Logo, fazer as melhores escolhas é sempre importante, pois muitas vezes não poderemos caminhar todas as trilhas, nem ler todo os livros ou assistir a todos os filmes. Desta forma, nossa sugestão é: viva por inteiro as jornadas que você pode viver e aproveite as cachoeiras no fim da trilha. Nem sempre você poderá chegar a cachoeira pela trilha, por vezes precisará de carona e se esse momento chegar, curta a carona e no fim se esbalde na cachoeira. Todos os momentos podem ser incríveis, basta estar aberto a eles.

A chegada é um passo significativo, mas ela é só mais um passo da jornada e nem sempre é o maior ou mais importante.

Voltando a nossa pergunta do início. Acredito que se soubesse quando iria finalizar sua jornada nesta vida, você escolheria viver cada passo dela e não acelerar o filme para ver logo o fim.

 

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Se penso em me separar, porque me casar?

É bastante contraditório, mas se penso em me separar, porque me casar? Sabemos que o casamento é um momento muito esperado por um casal que se ama, afinal estão dispostos a dividir toda uma vida, compartilhando momentos bons e ruins. Mas, cada dia que passa, os casais estão se casando e logo se separando e aí fica uma pergunta no ar: Por que se casam então? Para se realizarem perante a sociedade? Pressão da família? Uma tentativa de não ficar sozinho? Solidão? Moda?

Complicado julgar o que leva um casal a se separar, mas a dissolução conjugal passou a ser tão comum, que muitas pessoas não acreditam mais que uma união funcione. Tudo se tornou tão “nem aí”, que o casamento passou a ser para muitas pessoas uma aventura, uma tentativa de dar certo, mas se não der, ok. E não que devamos fazer uma tempestade em copo d’água, mas termos cuidado com o sentimento do outro, agirmos com respeito e muito amor, sempre.

E com tantas separações ocorrendo no mundo, várias reflexões veem a mente, como:

  • será que as pessoas separam porque acabou o amor?
  • será que elas nunca se amaram, e se casaram por uma pressão da sociedade?
  • será que uma das partes fez um tipo de assédio moral?
  • será que uma outra pessoa é o motivo da separação?
  • será que a falta de liberdade trás a tona a necessidade de estar só?
  • será que não ter amigos leva a uma união, que na verdade nunca deu certo?
  • será que as pessoas agem apenas com a emoção e esquecem da razão?
  • será que as pessoas tem medo de ficarem sozinhas?
  • será que nunca existiu felicidade?

Enfim, muito podemos pensar, mas sem dúvida cada caso é um caso, mas o que temos que refletir é que nos amarmos em primeiro lugar e respeitar o outro, fará com que tomemos uma decisão mais coesa e que nos permitirá continuarmos a vida felizes, libertos e sem culpa.

Razões que levam um casal a se separar:

  1. Desgaste da Vida A2

    Cerca de 37% das pessoas afirmam que se separaram pelo cansaço da convivência, uma espécie de fastio, de tédio que elas sentem em função dos anos e anos de relacionamento rotineiro.

2. Traição

A infidelidade responde por 21% das separações. Ela pode começar com um simples olhar, um pensamento, uma conversa despretensiosa, e no final destruir famílias.

  1. Dinheiro

Para muitos, é a maior causa de separações entre os casais: o Dinheiro. O vil metal, se utilizado adequadamente, é bem-vindo, se desperdiçado, pode gerar conflitos graves no casamento.

  1. Pessoas Diferentes

    A união de seres singulares, criados em famílias distintas, com histórias desiguais, que passaram a dividir uma vida juntos, 24 horas por dia, só será possível se essa dessemelhança for respeitada, tolerada e, acima de tudo, conversada, discutida constantemente.
  2. Falta de Comunicação

Entre eles há pouca conversa sobre aquilo de que gostam, do que não gostam, sobre suas preferências ou dissabores. Enfim, é frequente a omissão de sentimentos essenciais para a manutenção de um casamento saudável, o que é péssimo para o bem-estar da relação.

  1. Falta de Intimidade

Marido e mulher precisam estar próximos. Precisam ser, antes de tudo, muito amigos. Devem se ajudar nos momentos de dificuldade. Em desafios profissionais, na criação dos filhos e em afazeres simples, como nas tarefas domésticas, tradicionalmente destinadas às mulheres. Não ter esse suporte do companheiro faz com que a confiança nele encolha e, não raro, ficar sozinho se torna uma opção mais vantajosa.

  1. Falta de Apoio

Um casal deve apoiar-se, seja nos afazeres de casa, seja nos desafios profissionais.

  1. Convivência com um Companheiro Derrotista, ou seja,“negativo”

Relacionar-se com alguém requer determinadas habilidades, como a paciência, mas ela tem limites. Imagine conviver com uma pessoa que reclama de tudo, o tempo todo? E por mais que se tente agradar, nada está bom.  E de quem é a culpa por tudo estar ruim? Dos outros!

  1. Excesso de Controle 

Muitas mulheres fiscalizam ou pelo menos tentam fiscalizar a vida de seus maridos. Fazem verdadeiros inquéritos do tipo: Onde você está? Com quem está? A que horas chega? Vem por onde? Comeu o quê? Esse controle também é comum por parte dos homens, principalmente quando veem suas esposas mais arrumadas, querendo sair com as amigas.

  1. Vida Sexual dos Casais

Eis um ponto que merece atenção especial dos cônjuges. Um relacionamento longo não significa estabilidade, não significa estar livre de desmoronamento; relacionamentos recentes ou duradouros podem não ser eternos se marido e mulher não se preocuparem em estimular o sexo no casamento.

  1. Violência
    O décimo primeiro ponto a destruir matrimônios não deveria fazer parte da realidade de nenhum casamento, mas infelizmente é comuníssimo encontrá-lo nos lares de qualquer classe social: aviolência.

Muitas vezes a violência não chega a ser física, permanecendo no âmbito verbal, mas, ainda assim, ela pode doer tanto quanto a física ou até mais, porque palavras ditas com raiva, em momentos inapropriados, por pessoas amarguradas e frustradas só tendem a ferir gravemente o outro.

  1. Falta de um Sonho em Comum

Como viver junto e não ter os mesmos sonhos, e não planejar o futuro, e não ter um horizonte em comum?

Fonte: https://sucessonocasamento.com

Sabemos que não existe relacionamento perfeito, mas é preciso que o casal que se proponha a viver uma vida juntos, tenha respeito, paciência, confiança e muito amor um pelo outro, afinal esses são os pilares para que o casamento dure e seja saudável, sincero e harmonioso. Os pontos descritos acima, valem de atenção para que possamos pensar se realmente não estamos contribuindo para uma separação. Zelar dia a dia pela união e valorizar a pessoa que está ao seu lado, é fundamental para que uma união de paz e amor vire rotina.

E que seja eterno enquanto dure esse amor…que dure até que os corações estejam cansados de tanto amor!

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Como lidar com as férias e o fim delas?

O final do ano é marcado por festas e pela tão esperada férias, mas como lidar com as férias e o fim delas? Essa é uma pergunta que acredito não ter uma resposta certa, mas sem dúvida existe maneiras divertidas, e até surpreendentes que permitem fazer com que o período de descanso seja incrível e cumpra o objetivo desejado.

Quando a tão esperada férias está se aproximando, uma sensação de liberdade e felicidade toma conta do nosso ser, é a certeza da compensação pelo dever cumprido, e isto permite planejarmos momentos incríveis e muitas vezes inesquecíveis, mas tudo que tem um início também precisa de um fim, e é aí que temos àquela sensação de impotência, tristeza, de querer continuar na vida que pedimos à Deus. Realizar o planejamento das férias, contribui muito para que o período de descanso seja vivido de maneira leve, tranquilo e feliz. Vamos a um exemplo:

Um casal está querendo sair de férias, o que sabemos até o momento é que:

  • eles terão 15 dias;
  • querem viajar para a praia;
  • ambos voltam a trabalhar em uma Segunda-Feira;
  • eles não possuem filhos;
  • adoram dormir;
  • irão de avião;
  • querem sair da rotina;

Com base nas informações acima, para que as férias sejam bem aproveitadas e para que o retorno não seja “traumático”, é importante que o casal planeje o início e principamente o fim das férias. Existem várias maneiras de planejar, e abaixo segue alguns pontos fundamentais:

  1. Como eles terão 15 dias de férias, é importante que agendem o início das férias e comprem a passagem de avião para o destino escolhido, em uma Sexta-Feira a noite, assim ganharão mais dois dias (Sábado e Domingo) para se deliciarem na praia.
  2. Já que o casal não possue filhos, podem optar pelos voos noturnos e até na madrugada, que normalmente são mais baratos. Toda economia é válida, né?
  3. Antes de viajarem, é importante decidirem a cidade que irão passar as férias, para que possam decidir o meio de transporte que irão utilizar, o hotel onde irão se hospedar, os passeios que irão realizar, a roupa que irão levar e assim por diante.
  4. Se à opção for alugar um carro, é muito válido dar uma pesquisada antes de chegar na cidade escolhida. Existem muitas empresas que oferecem esse serviço com ofertas bem distintas.
  5. Sobre os passeios, sugiro dar uma olhada na internet antes, ver as opções, preços, mas deixar para fechar no local, assim é possível negociar e não ficar “preso”, caso surja uma opção mais atrativa.
  6. Caso o casal volte a trabalhar em uma Segunda-Feira, uma sugestão é marcar o voo de volta para o Domingo de manhã, assim é bem tranquilo chegar, desfazer as malas, lavar as roupas, curtir uma preguiça, ver um filme, dormi bem e aí sim, estarão renovados e nem sentirão o fim das férias.
  7. Uma sugestão divertida para não sentir que as férias chegaram ao fim, é programar um encontro de amigos para um dia antes do retorno ao trabaho, assim, vai parecer apenas que você está em um happy hour semanal.

É claro que retornar dias antes das férias terminarem, proporciona um descanso melhor e readaptação da realidade, mas em contrapartida se perde alguns dias que poderiam ser aproveitados no destino escolhido, mas depende muito do ritmo da pessoa que está saindo de férias. Acredito que a motivação para não se entristecer com o fim das férias, é ter a certeza que voltar a trabalhar te dará como resultado mas dias de descanso, e a oportunidade de repetir a dose e em um lugar diferente.

Acredite tudo que é mais trabalhoso de se conquistar é mais gostoso de se aproveitar. O que para muitos é o fim, para outros é apenas o começo de uma conquista pelo trabalho realizado!

Desejamos um Feliz Ano Novo com muita paz, harmonia e felicidade!

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Annita, beleza e celulite.

Em cada século padrões de beleza, comportamento e ética são criados, consolidados e aceitos. Com o passar do tempo esses padrões vêm se atualizando cada vez mais velozmente. Seguindo o ritmo de nossa sociedade. Esta consolidação passou de séculos para gerações, depois para décadas e hoje podemos ver até padrões nascendo, se consolidando e morrendo anualmente.

Os padrões atuais ainda cultuam mulheres impossíveis, de cinturas finíssimas, em comparação ao quadril. Quadril este, que deve ser avantajado, com bumbum redondo, quase na nuca e tão duro como um bíceps malhado. Os seios devem ser fartos e desrespeitar a gravidade. Os lábios precisam ser carnudos, as coxas grossas e musculosas. Ah, e não podemos esquecer dos cabelos, que devem ser lisos, brilhantes e com penteados de salão diariamente.

parabéns Anitta por se amar.

Para construir essa mulher impossível, abre-se mão de tempo, auto-amor e saúde. E a métrica usada para o sucesso é a quantidade de likes e comentários em cada post em uma das inúmeras redes sociais.

A busca incansável pela beleza, que é mutável a cada século, geração, ano ou circulo social, precisa ser observada sempre. Pois tem se tornado um cancerá e destruído principalmente as mulheres.

Afinal, o que é beleza?

“Apesar de não haver consenso sobre o que significa ser bela, por se tratar de um conceito subjetivo, o qual varia a cada cultura, já que a estética corporal é um elemento cultural que muda com cada representação de mundo (Queiroz & Otta, 2000)” – Corpos em revista: a construção de padrões de beleza na Vogue Brasil

E uma forma de ampliar nosso conceito de beleza é passar a consumir conteúdos os quais valorizem belezas naturais e respeitem o biótipo e as limitações sociais, culturais e humanas de cada um.

Pois como dito, na monografia de conclusão do curso de psicologia, O CORPO PERFEITO E SEU PROCESSO DE  CONSTRUÇÃO PSICO-SÓCIO-CULTURAL

“Na maioria das vezes, é mais fácil aceitar o que é imposto de fora, como aceitar os valores do outro do que enfrentar os fantasmas que circundam a singularidade de cada um. Desta forma alguns valores são compartilhados coletivamente sem respeitar a singularidade do sujeito, como por exemplo, a busca por um corpo tido como perfeito e idealizado pela sociedade.

Freud (1914) esclarece que o narcisismo do indivíduo surge deslocado em direção a um ego ideal. Considera que o sujeito na fase infantil, fixa um ideal em si mesmo e permanece em contato com seu ego real, mas com o tempo, com seu desenvolvimento, o sujeito começa a reconhecer idéias culturais e éticas como um padrão a ser seguido por si próprio, com base nas exigências impostas pelo meio externo.”

Deixamos abaixo alguns perfis, de pessoas humanas e naturais, que buscam uma beleza que respeita seus próprios corpos e o que elas são de verdade. Este é um convite a apreciarmos e a aceitarmos o natural de cada corpo.

https://www.instagram.com/nonairbrushedme

https://www.instagram.com/karinairby

https://www.instagram.com/japanesee

https://www.instagram.com/bebody_positive

 

 

 

 

 

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Id, ego e superego, o que você faria se só te restasse esse dia?

O que você faria se só te restasse esse dia? O que você faria se ninguém estivesse olhando? Quando a eminencia do fim ou ausência de julgamento ou a inexistência de mascaras sociais é quando o nosso Id aparece. Esse é o seu Eu sem nenhum filtro social, um ser egocêntrico que atende somente aos seus desejos. Sigmund Freud dividiu o ser em três forças: o Id, o Ego e o Superego. E cada um deles tem papel de extrema importância no ser que nos tornamos.

O Id é nossa essência mais básica, todos nós já nascemos com ele e podemos associa-lo aos nossos instintos e desejos mais primitivos. Estes desejos, vontades e pulsões primitivas são basicamente ligadas ao prazer imediato. A partir do Id se desdobram as outras duas forças que compõe cada ser, o Ego e Superego.

O Ego é o responsável pela aplicação dos filtros sociais e culturais aos nossos instintos e desejos mais primitivos, o Id. O Ego é o responsável pelo equilíbrio do ser, regulando os impulsos e desejos do Id, porém sem deixar de satisfazê-los. O Ego trabalha com um sistema de compensação de modo menos imediatista e mais realista. O Ego é responsável por manter nossa sanidade social, nos tornando seres sociais. Segundo Freud, o Ego inicia seu desenvolvimento nos primeiros anos de vida do ser.

O Superego se desenvolve a partir do Ego, ele é o catalizador das experiências sociais do indivíduo, tornando-as valores morais e culturais do ser. O Superego orienta o Ego, apontando a este o que é ou não moralmente aceito, de acordo com os conceitos sociais e culturais nos quais o indivíduo esta inserido. De acordo com Freud, o superego começa a surgir por volta dos cinco anos.

Retornando as perguntas do início, que tal um exercício, que tal observar como é o seu Id e estas outras três forças? Você tem consciência deles e de como está o seu equilíbrio? Pratique o exercício sugerido pelo movimento mindfulness, contido em nosso artigo mindfulness – a leve arte de estar presente ,  e comece a ter mais consciência do seu Eu.

Como dica, deixamos ainda a recomendação do filme Urge, um experimento ficcional de uma sociedade onde todos são puramente Ids. Atenção, o filme tem cenas fortes.

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A era do Mi Mi Mi sem hora para acabar!

2017 está chegando ao fim e com ele a era do MI MI MI sem hora para acabar. Que ano incrivelmente marcado por polêmicas e um assunto que nunca imaginaríamos que seria tema de tantos debates e empasses: o famoso mi mi mi.

Nos anos 80,90, não muito distantes, acredito que éramos mais “maleáveis”, aceitávamos e fazíamos brincadeiras, sem ter receio que poderia virar um processo de justiça. Tínhamos mais liberdade de falar o que pensávamos, nos divertíamos com as piadas que nós mesmos éramos alvos, nos uníamos mais em prol a qualquer causa, e acredito que entendíamos que tudo não passava de uma fase entre amigos. Muitos eram chamados por um apelido e isto não era ofensivo, era apenas engraçado e até carinhoso, e quando algo dito não era tão legal para alguém, a brincadeira acabava na hora e pronto. O respeito existia acima de tudo e a vida continuava leve.

Mas os anos foram passando, a tecnologia começou a ganhar espaço antes ocupado pelas bolas de futebol, skates, bonecas, brincadeiras de rua. As pessoas da mesma quadra já não se conheciam mais, cada um na sua casa, na sua vida, no seu “mundinho” e quando menos esperávamos, em um partida de futebol alguém gritou: “ei grandão, passa a bola”, pronto! O caos estava instalado, à inimizade feita e um processo de bullying contra o carinha que gritou sem intenção de ofender, iniciado. E me parece que basta o start para que tudo se viralize. Daí em diante tudo se tornou agressivo, ofensivo, mas será que é nesta proporção mesmo? Ou entramos na era do Mi Mi Mi sem fim, onde não somos mais capazes de descontrair, tudo se tornou tão sério, que é melhor ter amigos virtuais e deixar os reais para uma próxima década?

Triste esta realidade que nos envolvemos e de certa forma criamos. E não estamos falando aqui de falta de respeito, mas de deixar de lado tanto mi mi mi e começarmos a dar importância ao que realmente importa. Precisamos tentar ser empáticos sem perdermos o senso de humor, pois a vida já é cruel, dura e curta.

Muito me agrada quando ainda vejo pessoas que conseguem levar a vida numa boa, sem mi mi mi, com respeito ao próximo, mas não perdendo o senso de humor. Que compreendem que a vida é muito curta para tanto exagero, e que as pessoas tem uma bagagem muito preciosa que podem nos agregar muito valor.

Meu alerta é para que cuidemos em não achar que bullying é tudo o que ele não é, e esquecermos de aproveitarmos o que a vida tem de melhor a oferecer, como o convívio das pessoas que passam por ela.

Bullying (IPA[ˈbʊljɪŋ]) é um anglicismo utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo ou grupo de indivíduos, causando dor e angústia e sendo executadas dentro de uma relação desigual de poder.[1] bullying é um problema mundial, sendo que a agressão física ou moral repetitiva deixa sequelas psicológicas na pessoa atingida. [Google]

Fonte imagens: https://pixabay.com

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Mindfulness, a leve arte de estar presente

Mindfulness, a leve arte de estar presente. Comecemos com um exercício, experimente ler o trecho abaixo, destacado entre aspas, sentindo-o.

“…Acordo em um salto para fora da cama. A tempos o zunido histérico do despertador se repete após inúmeros toques no botão soneca. Entre um semi-cochilo e outro, o tempo implacável se adiantou e “me fez” estar atrasado.

No banho, distraído, pois já estando com a mente acelerada, adiantando todo o trabalho da reunião na qual já devia estar, me perco e não sei se usei ou não o shampoo nos cabelo. A dúvida me faz acelerar mais ainda os pensamentos, e na ausência de certeza, passo novamente, ou não, shampoo nos cabelos. Já saio do banho suado. As roupas se vestem em mim. Desço as escadas correndo, passo pelos vizinhos e porteiro, sem nem vê-los;  entro no carro e saio em disparada…”

Veja como apenas lendo este trecho, com empatia, é o suficiente para estarmos exaustos. E essa sensação não vem ao acaso. Viver em um mundo cada vez mais dinâmico e repleto de  multitarefas é o suficiente para exaurir. Constantemente cobrados por eficiência e por entregas, atropelamos processos, ritos e principalmente pessoas.

O movimento mindfulness é a tentativa de resgate da plena atenção a cada atividade, inclui-se em atividade, o simples fato de ouvir o outro. Diversos estudos recentes mostram que não somos tão eficientes, como acreditamos ser, em múltiplas atividades. Um  estudo conduzido pela  Universidade de Utah, concluiu que apenas 2,5% das pessoas têm a capacidade de fazer (com desenvoltura) diversas atividades ao mesmo tempo. Estas pessoas são classificadas como os supertaskers. Segundo os pesquisadores, boa parte dos 97,5% restantes até tenta se desdobrar em vários, mas estão fadados à frustração. Diante do exposto, sejamos sinceros, a chance de ser um dos 2,5% desta população é muito baixa. Logo, ao menos experimente não ser multitarefa e veja como seu corpo se comporta.

Que tal um desafio, pratique por uma semana o pequeno exercício de mindfulness descrito abaixo.

Reserve 30 segundos para cada um dos seguintes passos;

Faça isso 3 vezes ao dia;

1- Pare no meio de alguma atividade cotidiana. Traga a atenção para a sua respiração, nas sensações em volta do seu estomago, a maneira que ele infla quando inspiramos, a sua volta a posição original quando expiramos.

2- Sinta as sensações corporais que ocorrem nesse momento, tensões musculares, dores, qualquer sensação e não tente modifica-la, apenas tome nota da sua sensação.

3- Tome nota das sensações que você esteja experienciando, por exemplo: “Estou agitado”  ou “Há agitação”. Não tente modifica-la, aceite-a.

4- Traga a sua atenção ao seu corpo, às sensações e como você esta as experienciando. Conecte-se com elas, sem julgar ou comentar e apenas respire com elas. Permita-se apenas estar e relaxar com qualquer coisa que esteja presente.

fonte: iniciativa mindfulness

 

 

 

 

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Flexibilidade Cognitiva, evoluindo cada dia mais

Falar de comportamento humano é estar dia a dia aprendendo mais, pois somos seres em eterna evolução e buscar melhorar faz parte do nosso papel no universo. Flexibidade congnitiva, evoluindo cada dia mais é um tema do mundo moderno e que deve ser compreendido para que posteriormente seja aplicativo nas relações humanas.

Mas afinal o que é flexibilidade congnitiva? É ter a percepção de que estamos em constante mudança e evolução. É estar receptivo à críticas, opiniões e internalizar que uma grande oportunidade pode surgir se tivermos esta flexibilidade de entendimento. Saber lidar com os problemas de maneira a aprender com eles, tendo a certeza que estamos no universo para evoluirmos e sermos cada vez melhores.

As empresas estão cada vez mais observando esta e outras qualidades comportamentais antes de contratar um funcionário, apostando que se uma pessoa tem esta e outras qualidades, são mais suscetíveis ao sucesso e à resolução de problemas. O conhecimento técnico é muito importante, mas já está comprovado que qualidades comportamentais são a base de um profissional preparado para trabalhar em equipe, superar desafios e estar mais preparado emocionalmente, dará base para ser um melhor profissional e uma melhor pessoa.

Flexibilidade Cognitiva é a capacidade de adaptação de estratégias do processo congnitivo face a novas e inesperadas condições ambientais. Canas, Quesada, Antoni e Fajardo (2003)

Evoluir com o mundo é conseguir tirar proveito do melhor que a vida tem a oferecer, sem tirar e nem por. É estar disposto a aprender, ser cada vez menos ignorante e mais conhecedor do comportamento humano.

A flexibilidade cognitiva exerce uma ampla função na aprendizagem e na resolução de problemas. Ela permite você escolher uma estratégia e executá-la para adaptar-se à nova situação na qual você se encontra. É saber o trilho que irá trilhar, sem ter medo de mudar o curso, se for o melhor a se fazer.

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