Relacionamento abusivo, qual é o limite?

Falar desse tema é tenso e atormenta a paz de muita gente, pelo simples fato de ser um tema real, enfrentado por muitas mulheres nos dias de hoje. Relacionamento abusivo, qual é o limite?

Difícil imaginar e aceitar que em plena era da modernização, onde já conquistamos vários direitos e alguns pré conceitos já foram sanados, ainda existam mulheres que vivam um relacionamento abusivo, e que de alguma maneira aceitam esta condição por muitas vezes não saberem que estão sendo vítimas.

Mas o que é um relacionamento abusivo? Conceitualmente é um relacionamento onde uma das partes sofre com o abuso psicológico, afetando diretamente a sua autoestima, não tem agressão física, mas existe uma manipulação mental do que a outra pessoa pensa e faz, exatamente como o abusador deseja.

É um golpe muito baixo, porque afeta diretamente a estrutura psíquica da mulher, levando-a a acreditar que está insana, que não é capaz de mais nada, que não sabe lidar com as pessoas ou com o ciúme doentio, que o abusador faz acreditar que ela possua. Alguns sinais podem ser alertas que o relacionamento é abusivo, como:

  • humilhações e constrangimentos constantes;
  • sempre te coloca para baixo, dizendo coisas horrorosas sobre sua pessoa;
  • não existe diálogo, apenas o abusador fala;
  • sarcasmo e ironias repetitivos;
  • faz piadas com o seu jeito de ser, de se vestir;
  • te ameça constantemente;
  • te culpa por tudo;

Acredito que para um relacionamento ser considerado abusivo, o limite deve ser a percepção da vítima, e assim que notar que algo está fora do esperado, deve procurar ajuda psicológica e sair desse ciclo de ameaças, antes que toda a sua vida seja afetada. Se fortalecer é o que a mulher que sofre esse tipo de abuso deve ter de mais convicto, pois somente assim enfraquecerá esse tipo de relacionamento e a permitirá sair desse ciclo vicioso, sem medo e sem culpa.

Muitas mulheres ainda aceitam esse tipo de relacionamento, por medo de ficarem sozinhas, serem abandonadas, não darem conta da vida e se tornam verdadeiras reféns de abusadores que usam desses pontos fracos para se fortalecerem. Uma vez que o abusador descobre as fraquezas da vítima, irá cada dia mais entrar na sua mente e manipulá-la como bem desejar, criando um marionete sem capacidade de pensar ou agir diferente do que ele pensa.

Não permita estar em um relacionamento abusivo! Seja forte, se ame, se valorize, se respeite. Quem ama, aceita o outro com as suas diferenças e acima de tudo respeita o Ser Humano que está se relacionando.

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Mulher, sempre uma diva para a humanidade!

Dia 08 de Março, comemora-se o dia internacional da mulher, dia em que todas as mulheres são lembradas por sua força, beleza e delicadeza. Mulher, sempre uma diva para a humanidade, uma perfeição que foi criada para amar incondicionalmente todos que estiverem presentes na sua vida.

Uma mulher pode ser filha, mãe, avó, amante, esposa, namorada, amiga, parceira, companheira, empresária, dona de casa, mocinha, vilã. É o único Ser capaz de trazer consigo, um outro Ser para viver nessa humanidade. É capaz de amar o que ela odeia e perdoar sem troca alguma. É guerreira para lutar por seus ideais e sensível para chorar pelas injustiças, sai em busca de seus sonhos, sem medo do que possa acontecer. Muitas vezes a mulher não é valorizada como deveria, mas mesmo assim, elas não desistem de mostrar a força que possuem, o desejo ardente de conquistar todos a sua volta.

Por onde passa, exala o cheiro das flores, se destaca no meio da população por simplesmente ser uma diva por natureza. Sua delicadeza emociona quem a observa e sua resistência de enfrentar a vida reafirma a potencialidade de um Ser que veio para esse universo para fazer a diferença.

Há os que dizem que elas não são importantes, ou que nasceram apenas para procriar, cuidar do lar e ser submissa aos homens. Na verdade, para os que pensam assim, só temos a lamentar, porque sem dúvida alguma são pessoas que estão perdendo uma grande oportunidade de vivenciar a intensidade de estar ao lado de mulheres de verdade, que tanto tem a nos ensinar e representam tanto amor dentro de uma circunferência, que conhecemos como planeta Terra.

Mulher preciosa
Mulher radiante
Perante as estrelas
Seu brilho é constante.
A flor mais bela do dia
Por onde passa deixa seu frescor,
Suave e sensível
Que nos leva ao seu amor.
Aos cânticos de alegria
Sua voz vira magia.
Esplendor de virtudes
Que reflete em nossas vidas.

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O primeiro fio de cabelo branco!

E como uma mágica, você acorda, se olha no espelho e enxerga algo muito brilhante na sua cabeça, no começo não consegue identificar bem o que possa ser, mas de repente você o vê o primeiro fio de cabelo branco bem ali, grudado na sua cabeça. Ai meu Deus, o que fazer?

 

É desesperador, porque por mais que saibamos que a nossa hora de encontrar esse tão teimoso fio de cabelo branco irá chegar, quando nos deparamos com a realidade, é um choque. Não conseguimos acreditar que àquele fio está ali, todo branquinho, como se tivesse sido pintado a mão e a nossa primeira reação é arrancá-lo, e olhar bem para ele e dizer o quanto não o queremos ali. Depois do susto, parece que tudo vai voltar a ficar bem, até que você se olha no espelho e algo brilhante se destaca, e mesmo sem querer acreditar, sim, mais uma fio de cabelo branco está ali, se achando o dono da sua cabeça.

A verdade é dura, mas precisa ser aceita, sim tenho fios de cabelo brancos vivendo na minha cabeça, felizes e brilhosos. E se eu procurar mais, vou encontrar alguns outros fios, como se eles dessem cria, então, o que devo fazer? Vou confessar que a minha reação instintiva foi arrancar todos os fios brancos que fui encontrando, um a um, contei uns cinco, até que resolvi parar de arrancar e fazer àquela doce e sincera reflexão sobre o vida.

Parando para pensar friamente já vou fazer 34 anos, e é bem natural que esses temidos fios apareçam sim., então vamos viver esse momento também. Tê-los em nossa cabeça significa que já vivenciamos muito da vida, construimos uma história, tivemos muitos altos e baixos, construímos relações, ensinamos, aprendemos, brigamos, amamos, enfim, estamos preparadas para a próxima etapa, a da maturidade consolidada. Uma fase em que precisamos estar bem seguras e certas de quem somos, nos amar acima de tudo e principalmente nos aceitar. É uma fase de nos permitir viver dia a dia, todos os momentos e oportunidades, de não nos cobrarmos muito e ter como regra a felicidade. E com o tempo os fios brancos se tornarão apenas parte da nossa linda história de vida.

E é assim que pretendo viver daqui para frente, com alguns fios de cabelo branco brilhantes, mas a certeza de que sou a mulher mais realizada e feliz desse mundo.

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Só dança quem se atreve a dançar!

Existe uma frase que diz muito sobre à arte de dançar, que é: só dança quem se atreve a dançar, uma verdade que só descobrimos quando mergulhamos de corpo e Alma nesta arte.

Dançar é uma questão de atitude. E como em qualquer arte, não nascemos sabendo, vamos aprendendo e nos aperfeiçoando, mas é muito importante que mais do que a vontade de aprender a dançar seja o “atrevimento” para dançar. Quando começamos uma nova modalidade de dança, totalmente desconhecida, as primeiras aulas nos trazem um certo desconforto, frustração e até mesmo um sentimento negativo de que não nascemos para àquilo, que não vamos dar conta, mas todo o início é feito de desafios, que irá nos mover a nos permitir a simplesmente dançar, não importando se está certo ou errado, se perdemos o tempo da música, se vamos ser julgadas. Nesse momento a nossa prioridade deve ser a vontade intensa de vivenciar a dança de corpo e alma.

Como seres racionais acabamos pensando dentro de uma “caixinha”, nos limitando à novas oportunidades que a dança pode nos oferecer. Deixamos de construir a nossa história, o nosso caminho, por medo de errar, medo de machucar alguém e a dança vai ficando sem brilho na nossa vida, vamos deixando tudo para depois e quando menos esperamos estamos completamente desmotivadas a continuar a trilhar um lindo caminho, que depende só de nós. Sair da “caixinha” nesse mundo da arte da dança, é se mostrar para o mundo, é construir aos poucos o que deseja se tornar, é andar de cabeça erguida, não permitir se contaminar por críticas, confusões, é amar a sua bailarina como você ama quem você é.

E você pode estar se perguntando: quando estarei pronta para dançar? A resposta é que nunca estaremos prontas, por isso que devemos nos atrever a dançar sempre que pudermos. Devemos criar as oportunidades, perder a timidez, experimentar o novo, buscar o que nos move e nos deliciarmos sem medo de ser feliz.

A cada dança teremos uma nova oportunidade de evoluirmos, de corrigirmos o que não ficou muito bom na dança anterior, temos a chance de nos reinventarmos, de voarmos o quão alto desejarmos, e assim entramos em um ciclo exponencial de prazer e satisfação pessoal.

Só dança quem dança! Isto é uma verdade absoluta, então porque deixar para amanhã o que você pode iniciar agora mesmo? Vamos dançar? 🙂

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Seja a sua melhor companhia e seja feliz!

Seja a sua melhor companhia e seja feliz! Ao longo da vida aprendemos que as nossas escolhas conduzem ao que será mais tarde a nossa própria história. E saber escolher as nossas companhias nesta trajetória é essencial para que possamos construir uma vida de paz e felicidade. De todas as companhias que a vida pode nos trazer, existe uma que nunca nos deixará e sempre irá querer a nossa felicidade, nós mesmos!

Durante a construção desta história somos expostas às diversas pessoas, que durante um período curto ou longo se tornam nossas companhias e que constroem um pedaço da nossa história. Companhias que nos serão apresentadas na escola, trabalho, bairro, grupo da igreja, escola de música, faculdade, enfim, pessoas que entrarão na nossa vida e contribuirão para a formação da nossa história perante à sociedade. Mas será que é possível escolher as pessoas que farão a diferença na nossa vida? Sim, o encontro é feito pelo universo, mas à escolha de compartilhar experiências é nossa.

De tantas companhias que passarão por nossa vida, aprender a ser a nossa melhor companhia é fundamental, porque estar rodeados de pessoas é importante, mas nem sempre será possível. Passamos por vários ciclos e um destes ciclos, temos o encontro de nós com nós mesmos, e neste momento precisamos estar bem azeitadas conosco e saber nos amar em primeiro lugar. É uma grande oportunidade de nos conhecer e fazer uma reflexão sobre como é incrível nos ter como uma companhia ímpar, especial e que ninguém poderá nos tirar.

Buscar a felicidade diária deve ser meta e ser feliz uma certeza!

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Inspiração para brilhar no palco!

Inspiração para brilhar no palco é um dos segredos de toda dançarina, que antes de se apresentar busca no fundo da sua alma uma inspiração que a move e a permite flutuar como se não tivesse amanhã.

Toda dançarina aprende desde os seus primeiros passos de dança que é preciso sentir a música e se entregar de corpo e alma. A técnica é muito importante, mas o deixar-se mover pelo ritmo, instrumentos, energia são fundamentais para que a dança seja a mais linda de ser executada.

A dança nos ensina que a postura é o portfólio para uma boa impressão no palco, que o sorriso é a comunicação sem fala com o público, que os braços são a moldura do corpo que dança, que a leveza de um giro é o momento de compartilhar as energias acumuladas, que o figurino e a maquiagem são o par perfeito de toda dançarina, e que a execução de uma coreografia ou improviso é a concretização de um trabalho entre o intelecto, corpo e alma, que juntos abrilhantam os olhos de quem vê.

E neste mundo da arte da dança, a inspiração é um artifício incrível para que a dança se torne ainda mais intensa e indiscritível. Existem as dançarinas que se inspiram em outras dançarinas; Outras se inspiram em grandes pensadores, que com os seus pensamentos levam o corpo a mover-se por si só; Outras a inspiração vem de lembranças da infância, onde momentos incríveis são resgatados e colocados na ponta dos pés, e assim por diante.

Se libertar e se entregar quando se dança é permitir-se voar sem ter asas, é compreender que o universo conspira a favor de quem acredita que tudo é possível com persistência e um coração repleto de paz e amor.

Inspiração significa buscar por algo que te motive a agir.

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A transformação de uma mulher em bailarina!

E de repente, como em um conto de fadas acontece a transformação de uma mulher em bailarina. Ela abre os olhos e não se reconhece mais, uma mudança que foi iniciada bem antes de tudo ser notado.

Tudo começa meio sem querer, a rotina de uma mulher é bem cansativa e depois de um dia de muito trabalho tudo o que ela deseja é um momento só dela, em que se sinta única, linda, especial, amada e é a hora que ela sai em busca de um resgate da sua identidade, muitas vezes perdida com o tempo. Ela encontra um lugar que à acolhe, uma escola de dança que a conduz a voltar a se admirar, que mostra à ela que é possível sim reconstruir uma mulher perdida ou até construir uma mulher que ainda não se encontrou, e aí começa uma transformação incrível da mulher em uma linda bailarina.

A dança tem um poder incrível e pode ser considerada um remédio para curar a alma! A mudança não acontece da noite para o dia, mas é como uma semente plantada, que com cuidado vai criando forças, crescendo e se fortalecendo a cada dia. O autoconhecimento, a postura, a pose para uma foto, o olhar, a auto estima, a motivação são algumas das mudanças que a mulher bailarina tem na sua vida. E por mais que ela se esconda, o universo a observará, pois a transformação em sua estrutura física, emocional e mental não terá como passar despercebida. Uma mulher que antes se achava feia, gorda, novinha, incapaz, agora enxerga em si qualidades incríveis, que à engrandece e reafirma a sua missão nessa vida.

E uma vez descoberta a bailarina de uma mulher ninguém é capaz de roubá-la. É uma nova identidade que é incorporada ao corpo físico. É um marco de liberdade que jamais será esquecido. É o fazer-se presente no universo, é impor-se e fazer o que a alma desejar, sem pudor, sem receio e sem sentimento de culpa.

Abaixo é possível sentir, através das sinceras palavras, a incrível transformação de mulheres em bailarinas, que descobriram na dança do ventre uma bailarina que as complementam e as tornam ainda mais poderosas, incríveis e cheias de vida:

Comecei a fazer dança do ventre em 2012 ,desde então começou uma grande transformação em minha vida em todos os aspectos, como mulher, esposa, mãe , triplicou minha auto estima, fiquei mais paciente e mais organizada, cheguei a tomar cinco antidepressivos e hoje não tomo nenhum. A Dança do Ventre me apresentou um universo de possibilidades e também pessoas e amizades maravilhosas para vida toda. Hoje sou Bailarina de Dança do Ventre e professora no Zahra Studio de dança do ventre em Brasília. #gratidao#belydancers#amigasqueadancauniu. [Monique]

 

A alma de uma bailarina jamais é esquecida no universo, pois ela carrega uma energia grandiosa que a faz ser tudo o que ela desejar! A dança para uma bailarina é a carga que ela precisa para se renovar a cada dia! [kadriya saidad]

Sinto uma grande transformação interna e externa. Mais confiança, criatividade e entrega. [Dulce]

Não acho seja uma transformação e sim um acréscimo. É o meu momento mas, não me considero uma bailarina…me falta muito.

Minha transformação em bailarina de dança do ventre começou com uma breve pesquisa sobre esse ritmo. Eu já havia passado pelo Jazz, pela ginástica rítmica e acrobática, pelo ballet. Provavelmente, a dança do ventre seria mais um ciclo, um curso que eu começaria e terminaria. Mas, quando pisei no estúdio de dança, dedicado totalmente à cultura árabe, me apaixonei. Foi uma sensação incrível, que mexeu com todos os sentidos. Os incensos eram bons, a música era boa, a decoração perfeita. E então eu comecei as aulas. Comecei e nunca parei. É um ciclo que não quero terminar. Hoje danço em palcos, restaurantes, eventos, competições e até fora do Estado. Fiz amizades incríveis e entendo melhor o universo do poder feminino. Enfim, o tempo vai me tornando cada vez mais capaz e apaixonada pela dança do ventre. [Luísa]

A bailarina e a mulher se complementam. A mulher é força, é multitarefa, é mãe, profissional, estudante. A bailarina é encantamento, beleza, é um personagem que inventamos e reiventamos. Não dá para subir no palco, pensando nos padrões que a sociedade nos impõe, é preciso se despir de qualquer pré julgamento, não pensar, deixar a música e a emoção nos levar, tocar cada instrumento com nosso corpo e assim tocar a alma de quem nos assiste. E o melhor quando tudo se funde a mulher e invande o espaço da bailarina, e a bailarina soma à mulher o encantamento e a sua autoestima. [Anna Kalila]

 

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Desculpe, não quero ser uma princesa!

Desde crianças, somos tratadas como verdadeiras princesas. Vestidos rodados cor de rosa, penteados impecáveis, roupas caríssimas, babados, perfumes, glamour, festas chiquérrimas, bolos que nunca experimentamos, mas, desculpe, não quero ser uma princesa.

Não que ser tratada como uma princesa seja algo ruim, mas se esse tratamento fosse verdadeiro talvez nos agradaria. A questão é que a superficialidade do estereótipo social perante as mulheres se tornou tão banal, que elogios antes tão desejados e esperados se tornaram repulsas e motivos para não queremos mais tal codinome. Não nos importa o rótulo que nos dão, queremos ser chamadas por nossos nomes, ser admiradas pelas mulheres que somos, reconhecidas pela identidade que construímos ao longo da nossa vida.

Queremos receber flores sem ter data marcada, queremos sair de vestido longo sem precisar ter uma festa da alta sociedade. Se ser princesa é ter um príncipe que venha à cavalo e jure amor eterno, muito obrigada, mas preferimos continuar sendo quem somos, mulheres rebeldes, mães imperfeitas, adolescentes bipolares, filhas que questionam o porque da existência humana.

O universo ainda vai entender que as princesas que tanto são almejadas não existem de verdade, são mulheres fortes, sensíveis, que tem o poder em suas mãos de decidirem o que serão, como se vestirão e com quem andarão. Não queremos ser marionetes de uma sociedade imperfeita, não queremos ser o que outras pessoas desejam que sejamos, porque podemos ser princesas quando o nosso coração pedir e bruxas quando a nossa alma desejar, mas a nossa essência não mudará, somos quem podemos ser e somos quem queremos ser.

Então por favor, um pedido que fazemos, pare de nos chamar de princesas. Comece a nos admirar como parte de um sistema que pensa e use da mais pura sinceridade para se referir a nós, aí sim ficaremos felizes, pois a hipocrisia será deixada de lado e a sinceridade do amor extraordinário será colocado em prova.

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Coletor menstrual, um avanço na vida das mulheres!

Falar deste tema sempre causa opiniões adversas, afinal a menstruação feminina ainda é um tabu para muitas mulheres. O coletor menstrual, um avanço na vida das mulheres veio para facilitar e tornar mais cômodo este “ritual” mensal que todas as mulheres enfrentam em suas vidas.

Mas afinal, o que é esse tal de coletor menstrual? Quando foi criado? Para que serve? Ele é conhecido como um “copinho” que foi criado para dar mais mobilidade e conforto para as mulheres. E por incrível que possa parecer a produção industrial dos coletores não é recente, começou em 1930. Hoje em dia o seu uso se tornou mais popular, graças à produção de materiais mais confortáveis e hipoalergênicos. E tem por objetivo coletar o sangue da menstruação da mulher, que deve ser esvaziado de 12 em 12 horas, no máximo, para higienização.

A propaganda boca a boca entre as mulheres que utilizaram o coletor fez com que este se tornasse cada dia mais popular, e o seu uso é bem simples, mas como tudo nesta vida existem vantagens e desvantagens, acompanhe:

Vantagens

  • Menor custo, uma vez que não precisa ser comprado mensalmente;
  • Dura até 10 anos;
  • Menor risco de infecções, se higienizado da maneira correta;
  • Conforto, uma vez que é inserido dentro do canal vaginal;
  • Sustentabilidade, já que é reutilizável e acaba com as embalagens plásticas.

Desvantagens

  • Adaptação, uma vez que muitas mulheres ainda precisam se acostumar a colocar e retirar o coletor do canal vaginal;
  • Contato com o sangue, é um método que necessariamente necessita que o sangue da menstruação seja visto, retirado e o coletor higienizado, logo para muitas mulheres ainda é uma dificuldade;
  • Local adequado para higienização, como o coletor necessita ser limpo com bastante agua, é viável andar com uma garrafa de agua para os casos de não haver um banheiro por perto, por exemplo.

 

Diante das vantagens e desvantagens do uso do coletor, você experimentaria esta inovação? Qual a sua opinião sobre o assunto? Compartilhe conosco e ajude mais e mais mulheres a superarem os tabus de uma sociedade cada vez mais moderna.

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Sororidade – uma filosofia de puro amor!

Muito se fala nos dias atuais em sororidade, mas o que é afinal esta palavra que virou um mantra entre as mulheres do mundo todo. Sororidade – uma filosofia de puro amor é a união entre as mulheres, é parar de atritar-se enquanto pode-se aliar-se.

 

O conceito sororidade vem ganhando adeptas em uma escala exponencial, pois é considerado mais do que um conceito, é uma filosofia de amor, onde uma mulher cuida da outra, respeitando as suas escolhas sem julgamento. É agir com admiração à outra mulher, é ter empatia e companherismo, é tratar uma a outra como irmã, é não disputar ou estimular rivalidade, é não reforçar esteriótipos ou diminuir uma mulher por suas opiniões. É acabar de vez com os julgamentos, síndrome de inferioridade. É se unir, somar ideais, filosofias, é não permitir que a sociedade machista imponha suas regras e definições, sem ao menos consulta-las.

É um conceito muito presente no movimento feminista, sendo definido como um aspecto de dimensão ética, política e de igualdade entre os gêneros. A sororidade é um dos principais pilares do feminismo, pois enaltece a ideia de irmandade entre as mulheres, onde juntas se ganha muito mais força para lutar pelos direitos e preconceitos impostos pela sociedade.

Porém vários grupos foram inserindo este conceito e outras definições foram surgindo, como por exemplo, a “sororidade seletiva”, que é aplicada quando existe uma segregação entre subgrupos que estão inseridos no conjunto do “ser mulher”, onde os interesses pessoais sobresaem o companherismo e a empatia. Temos como exemplo as feministas conhecidas por Terfs (Tras Exclusionary Radical Feminist), que não reconhecem a identidade do transgênero como mulher, logo a sororidade deste grupo é seletivo, apenas destinado à mulheres do ponto de vista biológico, excluindo completamente a identidade comportamental.

“Mais sororidade, por favor!” Sem dúvida você já ouviu esse pedido nas redes sociais, principalmente durante algumas discussões entre feministas, mas porque este conceito incomoda tanta gente? Acredito que como a sociedade sempre foi predominantemente machista, ver as mulheres se unindo, se respeitando e não permitindo mais que os seus direitos sejam esquecidos, deixa qualquer um enlouquecido. Uma irmandade que durante séculos foi ignorada, agora passa a ser idolatrada por vários grupos e cada dia mais fortalecida.

“Não sou sua rival, sou sua irmã”/ “União entre as mulheres”/”Mulheres tem o mesmo direito que os homens”.

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