A construção de uma moldura chamada Mulher!

O Ser Mulher é a criação mais fantástica e misteriosa de todos os tempos. É a forma onde mais curvas foram usadas e mais charme se inseriu. No corpo do Ser Humano os braços são considerados a moldura, onde podem realizar as mais lindas obras de arte apenas mudando sua posição, mas na prática temos a construção de uma moldura chamada Mulher, que enaltece os olhos de quem vê e com o seu charme e delicadeza permite realçar ainda mais esta bela construção.

Existem várias maneiras de emoldurarmos o nosso corpo, uma delas é utilizando os nossos braços, e uma boa maneira de exercitar estas molduras é durante uma dança. Na dança do ventre, por exemplo, os braços se tornam essenciais durante toda a dança, eles não precisam estar em movimento o tempo todo, mas precisam estar emoldurados, bonitos, prontos para serem fotografados. Na dança flamenca, também os braços são importantes para que o corpo fique em destaque durante toda a dança. E quando falamos de dança em par, os braços também tem o seu papel, como é o caso do tango, onde os braços precisam estar firmes no par e cada movimento deve ser cuidadoso para que a moldura do conjunto não se perca e a dança não desapareça.

E quando o assunto é a moldura da mulher, além dos braços, vários outros “itens” são importantes para que o desenho da mulher seja ainda mais notado. No rosto, temos as sobrancelhas, que bem feitas e cuidadas são a moldura do rosto. No tronco temos os braços, que são capazes de desenhar as mais incríveis mulheres em uma só. Nas pernas, os mais belos desenhos em movimentos são permitidos. Logo, temos um corpo de mulher repleto de desenhos e molduras, e assim uma linda construção é criada e emoldurada da maneira que a mulher desejar.

Ser mulher é ser uma arte viva com a possibilidade de vivenciar várias molduras em um corpo só!

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Ser mulher em um dia cinza e frio!

Ser mulher é uma tarefa complicada e ao mesmo tempo desafiadora, afinal nós mulheres somos vistas pela sociedade como seres com curvas perfeitas, mas a verdade é que estamos longe da perfeição e nem sempre somos estas curvas todas que a sociedade nos exige. Hoje falaremos um pouco sobre ser mulher em um dia cinza e frio, onde as curvas não serão reveladas e nem notadas.

 

Imagine um lugar muito frio, onde as cores de tudo ao redor é cinza. O sol não aparece e todas as pessoas passam a maior parte do tempo dentro das suas residências. Caminhar pelas ruas é um pouco assustador, alguns barulhos são ouvidos, mas poucos reconhecidos. Mas virando à esquina, é possível ver uma pessoa, muito bem agasalhada, sorridente e cantarolando. Chegando mais perto é possível ver que se trata de uma mulher, mas que diferente do que estamos acostumados, ela não tem curvas aparentes, e o que mais chama a atenção é sua maravilhosa expressão.

Os cabelos desta mulher também estão escondidos por uma toca cor de preta, suas mãos estão cobertas por um par de luvas e o seu pescoço, não é possível ver se há um colar, porque um lindo echarpe de cor vermelha cobre-o.

Diante desta situação e vendo esta mulher diante dos meus olhos, comecei a refletir sobre a nossa verdadeira essência, que sempre foi vista por suas curvas perfeitas e que neste momento não são possíveis de serem vistas, porque o frio do lugar não permite. Mas, como é possível ser mulher em dia cinza e frio? Como é possível ser notada pela sociedade, sem mostrar o que “ela” quer ver? É ser uma mulher sem máscaras, sem preocupação com a opinião do outro, ser leve, poder sair nas ruas sem medo de ser observada e invadida, poder se expressar, cantar, sorrir, ter brilho nos olhos, é ter de volta a liberdade que sempre tivemos.

E aprender que a essência da mulher não está em ter um corpo perfeito, e sim ser uma infinidade de qualidades maravilhosas, que preenchem o universo de cor de de rosa.

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Mulher “fácil” é mulher que não se dá o valor?

Ainda nos dias de hoje nos deparamos com situações constrangedoras, como por exemplo, em uma festa ver algumas mulheres que não se dão o seu devido valor e acabam sendo vistas como “fácil” pela sociedade. E a questão é: mulher “fácil” é mulher que não se dá o valor?

Primeiramente precisamos conceituar “mulher fácil”, que tem inúmeras interpretações, mas de maneira genérica podemos dizer que “mulher fácil” é uma mulher que não se dá o devido valor, que não se respeita, permite que todos tenham acesso a sua pessoa sem dificuldades. Normalmente são as mulheres que os homens buscam na balada, pois sempre estão acessíveis, aceitam qualquer convite, se vestem de maneira vulgar. E é bem complicado estas interpretações, porque pode ocorrer de uma mulher não ser “fácil”, mas pela forma de se comportar ou de se vestir acabe sendo rotulada como tal.

Tudo é uma questão de moral e maneira como cada mulher é criada e se comporta. Vamos descrever algumas mulheres do nosso dia a dia, que por mais que tenham características “fáceis”, nem sempre são:

1 – Oferecida – normalmente é considerada “dada” pelo sexo masculino, mas nem sempre é a sua intenção. Sempre se oferece para ajudar: é simpática e não tem medo de expor suas opiniões. Gostam de cumprimentar com beijos e abraços.

2 – Engraçada – adora rir das piadas alheias e também é boa em fazer piadas, às vezes pega “pesado” e por isto é considerada “fácil”.

3 – Embalada à vácuo – estas são o tipo que mais visivelmente são detectadas como “alvo fácil”, porque adoram se vestir com vestidos curtos e “embalados à vácuo”, mas muitas vezes são mais difíceis do que se pensa.

4 – Só anda com os homens – são as “brothers”, sempre andam com os homens, falam as mesmas besteiras e não estão nem ai para o que os outros pensam.

Enfim, é bem tênue este julgamento, acredito que podemos e devemos ser exatamente o que quisermos ser, mas precisamos estar cientes de que iremos enfrentar consequências dependendo da maneira como agimos ou nos vestimos. E ser confundida com uma mulher “fácil” não é agradável para ninguém, mas ai vem a pergunta: Será que vale a pensa mudarmos para que a sociedade nos aceite?

Acredito que mudar a nossa essência não é o caminho, mas podemos sim ter postura distinta de acordo com o ambiente que frequentamos. Se estamos no trabalho, podemos nos vestir mais formal e evitar falar muitas besteiras. Se estamos na balada, podemos sim nos vestir mais ousadas, mas sem sermos vulgar, isto nos permitirá ser admiradas sem ser confundidas com as mulheres que não se dão valor.

Se dar o devido valor só depende de você!

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Mulher-princesa, esse é o caminho?

E um belo dia uma linda menininha nasce, os pais a enxergam como a princesinha mais perfeita do mundo e já fazem planos para toda a sua existência, sem ao menos saber, se esta linda menininha vai se tornar uma princesa que todos sonham, mas a pergunta é: será que toda mulher deve ser uma mulher-princesa, esse é o caminho?

A sociedade acaba sendo a culpada por tantos padrões a serem seguidos, as meninas devem sempre se vestir como lindas princesas, com vestidos rendados, sapatinhos de salto, muito brilho, maquiagem no rosto e cabelo sempre com perfeitos penteados, mas estes padrões não necessariamente tornam à menininha uma princesinha, muitas das vezes até bloqueiam a verdadeira essência da mulher, que não precisa seguir padrões impostos pela sociedade para serem o que são.

Mulheres não deixam de ser femininas por não gostarem de usar saias, maquiagens, anéis ou por terem como esporte preferido o futebol ao invés do Balé. Conheço muitas mulheres que não são “princesinhas”, mas que não deixam de ser lindas, fortes, poderosas, admiradas, desejadas, mas que optaram por um estilo diferente do imposto pela sociedade. Normalmente estas mulheres são julgadas pela sociedade que, de uma maneira ou de outra, “obriga” que todas as pessoas do sexo feminino estejam escondidas em uma máscara, por exemplo:

– Na maioria das cerimônias de casamento as mulheres precisam estar de vestido longo e salto alto;

– Nas boates de Las Vegas, mulheres não entram se não estiverem com saias ou vestidos e salto alto;

Enfim, sou uma mulher que gosta de usar calça, bota e quase zero de maquiagem, trabalho com tecnologia, pratico luta, mas não me considero menos mulher por isto, pelo contrário, tenho a possibilidade de vivenciar experiências que talvez mulheres-princesas nunca terão, e quando quero colocar um lindo vestido e uma maquiagem fantástica, continuo me sentindo eu mesma, sem precisar construir uma imagem que não existe.

Seja você uma mulher-princesa ou uma mulher não princesa, o importante é que seja você mesma, sem receio dos rótulos que poderá receber. A única responsável pela sua felicidade é você!

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Dança na melhor idade – uma experiência incrível!

Dançar já é um prazer imensurável, que apenas que tem a oportunidade de experimentar esta arte pode sentir. E dançar é para todas as idades! Vamos falar um pouco aqui sobre a dança na melhor idade e seus benefícios.

A dança na melhor idade já se tornou comum em várias cidades do Brasil, a iniciativa vem de diversas frentes que buscam ajudar a melhorar a saúde e estilo de vida de quem já viveu uma vida inteira e ainda tem sede em viver. Ter um lugar onde pessoas da melhor idade possam se encontrar para dançar é um presente para muitos que buscam se sentir melhor e querem construir novas amizades e até uma companhia para todos os dias.

A dança é um exercício que envolve o corpo e a alma!

O cérebro do idoso em conjunto com a dança permite um aumento sanguíneo em áreas esquecidas, permitindo que a concentração aumente, além dos estímulos aumentarem as conexões neurais, proporcionando maiores habilidades no aprendizado, raciocínio e na memória, reduzindo o estresse e a ansiedade.

“Além de exercitar o corpo, a agilidade, coordenação motora e equilíbrio, ela também exercita a mente, a atenção, a concentração e a memória. Diminui o estresse e a ansiedade, além de melhorar a auto-estima, porque a dança ajuda na percepção positiva do corpo”

E sem contar que quem dança é muito mais feliz. Ela aproxima almas e dá a oportunidade de uma vida muito mais plena. Exercitar o corpo, sentir prazer, conhecer pessoas, aumentar a auto estima, se realizar, se amar, se cuidar, dar boas risadas e dar um sentido maior a uma vida. Muitos idosos depois que iniciaram a prática da dança se redescobriram e isto não tem preço.

Fonte imagens: https://pixabay.com, https://dancacatarina.com

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Mulher independente, eu quero ser!

Parece clichê, mas nos dias de hoje ainda me pergunto como algumas mulheres não correram atrás da sua independência, seja financeira ou pessoal. Mulher independente, eu quero ser é um assunto polêmico, que divide opiniões, mas bastante válido para ser explorado. Uma mulher independente se torna muito mais confiante, aprende a se virar em um mundo repleto de preconceitos e incertezas. Conquista seus bens materiais, com o seu esforço e se permite viver o vida que sempre desejou. Anda com a cabeça erguida e não leva desaforo para casa.

E conquistar esta independência não é uma regra imposta por ninguém, é algo que vem de dentro para fora. Existem muitas mulheres que ainda não conquistaram sua independência, mas que estão buscando. Existem outras que não procuram esta independência, vivem bem sendo dependentes de alguém, e existem outras que tem medo de alcançar a independência e enfrentar a vida de maneira nunca antes vivida.

É claro que toda decisão existe consequências, e que podem ser lidadas positivamente ou negativamente. Se tornar uma mulher independente, vai sim lhe oferecer muitas vantagens, mas também existirão cobranças, que precisam ser enfrentadas naturalmente e com maturidade. Por exemplo, se você conquistar a sua independência financeira, começará a pagar contas, a ter responsabilidades mensais, anuais e que só serão cumpridas se você for responsável e organizada, mas também poderá gerir o seu dinheiro e gastá-lo com o que bem entender, sem cobranças de ninguém.

Mas a independência não é só financeira, se tornar uma mulher “dona de si mesma” é uma das conquistas mais fantásticas que uma mulher pode ter. É se impor na sociedade, com suas ideias, virtudes, e saber discutir qualquer assunto sem precisar aceitar tudo que é dito. É marcar com seus amigos um happy hour e ir sem precisar dar satisfação à ninguém. É poder sair por ai e não ter hora para chegar, é se olhar no espelho e ter certeza que no mundo você controla você mesma, você se ama e pode fazer o que bem entender.

Não confundam esta tal independência com desrespeito ao próximo, não tem nada a ver com isto. O respeito ao outro deve existir para a mulher dependente ou independente, mas a liberdade da independência, esta sim não tem preço.

Uma mulher que se torna independente nunca mais irá desejar outra vida!

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Mulher é igual a bumbum, você concorda?

Vamos falar de mais uma polêmica que consome os dias e as noites das mulheres brasileiras, o tal do bumbum!! Afinal quando se fala em mulher brasileira, a primeira coisa que vem a cabeça é: mulher é igual a bumbum, você concorda?

Bem, o tal do bumbum virou uma febre tão grande entre a mulherada que as que “não tem”, passaram a ter a qualquer custo, tudo para serem aceitas na sociedade, e este movimento todo tornou o bumbum da mulher um objeto de alto valor. Alguns culpam as mídias, outros o sexo masculino, mas acredito que na verdade tudo é um grande modismo que viralizou, mas que fez e faz muitas mulheres se perderem em sua essência. A autoestima se tornou ter o maior e mais redondinho bumbum.

Academia, suplemento, calcinha com enchimento, massagens, prótese, tudo para ter um bumbum perfeito. A questão é tão séria que as mulheres se esqueceram que existem outras partes do corpo que também precisam de atenção e o “estereótipo” da mulher igual a bumbum, foi se tornando cada dia mais real.

Mas já que o assunto é bumbum, conheça alguns tipos e veja em qual você se enquadra:

1 – quadrado – quando a linha do osso do quadril e a coxa são perpendiculares.

2 – formato V – quando a linha do quadril faz um ângulo interno com a sua pélvis.

3 – formato de A – quando o corpo da mulher começa com uma cinturinha fina e termina em um quadril mais largo.

4 – Redondo – um dos mais populares formatos, onde os dois lados são redondinhos.

 

5 – formato de coração invertido – quando tem mais volume na parte inferior dos glúteos, mas ainda tem volume na parte de cima.

Não importa o formato, lembre-se que você é uma mulher incrível, e que o conjunto do seu corpo faz de você uma verdadeira obra prima. As mulheres podem até ser reconhecidas por serem as brasileiras do bumbum, mas são antes de tudo mulheres determinadas, guerreiras e repletas de amor.

Mas se você pudesse escolher, qual destes formato gostaria de ter?

1 – quadrado

2 – formato V

3 – formato A

4 – redondo

5 – coração invertido

Fonte imagens: https://pixabay.com; http://cosmopolitan.abril.com.br/

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Hormônios a flor da pele – não tente nos entender!

Era uma vez uma sementinha que cresceu e se tornou uma linda e amável mulher. Ops! Tudo bem, nem sempre somos tão amáveis assim, mas acreditem a culpa não é nossa. A culpa são dos hormônios que piram com a nossa magnitude de mulher e deixam enlouquecidos todos ao nosso redor. “Hormônios a flor da pele – não tente nos entender!” Vou tentar explicar um pouco e provar que na verdade, somos inocentes!

Tudo começou no dia em que nascemos, lindas, maravilhosas, prontas para brilhar, mas com umas “coisinhas” dentro de nós, que são verdadeiros mistérios, e que um dia foram chamados de “hormônios femininos”. Ahhhh…a partir dai, nós mulheres fomos eternamente resguardadas e nos tornamos “as intocáveis”, ” as invencíveis”, afinal quem consegue explicar o que se passa dentro do corpo da mulher?

Vamos à conceituação: hormônio – substância química específica fabricada pelo sistema endócrino ou por neurônios altamente especializados.

Se os tais hormônios são “produzidos por neurônios altamente especializados”, quem somos nós para tentar compreendê-los, né? Aí é que são cometidos os mais graves erros, entender a mulher, é desvendar um mundo loucamente desconhecido e cheio de “surpresas”. Muitos tentaram, e até hoje poucos conseguiram.

Funciona mais ou menos assim. Um belo dia acordamos cantarolando, felizes, nos sentindo a mulher mais especial do universo, colocamos uma linda roupa, planejamos ir ao cinema, tomar sorvete, e como uma mágica, pronto, começamos a chorar, nos sentir a mulher mais esquisita do mundo, gorda, chata, queremos ficar em casa e a vontade de fugir para as montanhas, é enorme. Quando esta variação de humor acontece e estamos “sozinhas”, tudo bem, nos resolvemos e fica tudo certo. Mas o problema é quando esta variação de humor ocorre quando estamos perto de alguém, aí, tudo se agrava, afinal, como explicar o inexplicável? É bem interessante e engraçado, porque todo mundo tem algo a dizer a respeito, como: “ahh..certeza que ela está no período fértil”, “tadinha, está sem namorar a tanto tempo que fica assim”, “mulher maluca, uma hora está sorrindo e depois chorando”, “ela precisa ir a um psicólogo”, “está ovulando, certeza”. Mas no final das contas, acho que todas as tentativas de explicação para nos entender são válidas, porque estes hormônios que mexem conosco e nos tornam tão misteriosas, são uma incógnita ainda não descoberta pela humanidade.

Sorrindo, chorando, pensando, correndo, andando, somos mulheres, que convivem com estas “coisinhas” inexplicáveis dentro de nós, mas que mesmo assim, somos capazes de superar estas variações emocionais e nos fazer presentes na sociedade, sendo mães, esposas, profissionais, amigas, companheiras, parceiras, filhas…uma infinidade de papéis em um corpo só.

Felizes os que compreendem que, o melhor a se fazer é não tentar nos entender!

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Assédio também é moral – não se cale!

Trabalhar em um ambiente predominantemente masculino me fez ver situações constrangedoras com as minhas colegas de trabalho, que muitas vezes se renderam ao constrangimento com receio de uma punição. E vivenciar algumas situações destas me fizeram amadurecer como mulher e ter certeza que precisamos ser fortes para não permitir que assédios, de qualquer espécie, acorra conosco. Fui aos poucos entendendo que o “tal” do assédio também é moral e não apenas sexual, e isto é um assunto muito sério e que deve sim ser discutido e tomado suas devidas providências.

Mulher você não deve ser calar!

Acredito que existe uma grande diferença entre o “respeito” e a “brincadeira”. Toda mulher deve ser respeitada, independente da sua profissão, idade, cor ou religião. Mas, é natural que ocorram brincadeiras, principalmente, no ambiente de trabalho onde os homens são a maioria. E neste ponto entramos em um assunto bem sensível, porque é preciso saber dosar e entender até onde vai a brincadeira e aonde começa o desrespeito, e saber lidar com este meio termo é o que fará de nós mulheres ainda mais confiantes e preparadas para frequentar qualquer ambiente, sem nos preocupar com o assédio que poderemos sofrer.

Mas afinal, o que é assédio moral para com a mulher?

Assédio moral é a exposição à situações constrangedoras e humilhantes, por repetidas vezes, que afetam o dia a dia da mulher.

O assédio contra a mulher começa com uma simples conversa “inocente”, que vai atingindo o seu ponto fraco e vai ganhando uma proporção grande, até que a mulher não consiga mais se desvincular. No início sempre parece que é um tom de brincadeira, mas as críticas e ironias vão ficando cada vez mais contínuas e não cessam. E ai é quando a mulher já se vê “refém” de uma ou mais situações que a destroem, mas o medo de conversar com alguém e pedir ajuda a mantém com a cabeça baixa e sofrendo do mesmo mal. Quando o assédio acontece no ambiente de trabalho, o mais comum é ocorrer entre o chefe e a subordinada, onde este utiliza do seu “poder” para falar e conseguir tudo o que quiser.

Devemos nos calar?

Não! Mulher você não deve se calar. Este tipo de assédio é um tipo de violência velada, que só é percebido por alguém que esteja muito próximo de você. É um martírio para quem sofre, porque afeta diretamente o psicológico, a vida afetiva, a autoestima, o trabalho, a vida social. Se compara a uma doença incurável, que vai destruindo dia a dia cada pedacinho da mulher, definhando-a até que já não se reconheça mais, e passe a viver em função das críticas que escuta, acreditando ter se tornado o que foi construído de ruim a seu respeito. A mulher perde sua identidade e logo a vontade de viver.

Lembro de uma vez que presenciei uma colega de trabalho sendo humilhada por seu chefe, era um assédio moral, em que ele falava que ela era “burra” e “incompetente”, além de palavras agressivas, ele as falava em alto tom, a constrangendo perante todos na sala. Após o ocorrido, conversei com ela e descobri que ela já vinha sofrendo este tipo de violência há muito tempo, mas por medo de perder o emprego, sofria calada.

Sim, denunciar é muito difícil, mas não podemos continuar sendo vítimas com olhos fechados. O assédio moral é tão grave quanto um assédio sexual. E se nos calamos, o assédio não para, continua até não aguentarmos mais.

Mulher lembre-se que antes mesmo de seres mulher, és um ser humano e merece muito respeito.

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Vaidade tem limite – sendo mulher sem exageros

Acordar todos os dias e ter uma rotina da beleza, despertar, tomar banho, se “maquiar”, escovar os cabelos, hidratar o corpo, isto é o que todos dizem que devemos fazer, afinal nascemos mulheres e estarmos impecáveis faz parte da nossa vida, mas sinceramente, vaidade tem limite!

Acho que toda mulher devia experimentar acordar um dia diferente, ou melhor, acordar sendo quem realmente deseja ser, sem se preocupar com o que os outros irão pensar. Acordar, continuar de pijama por algumas horas, tomar banho, mas deixar os cabelos secar ao léu, passar um batom, deixar para hidratar o corpo mais tarde, calçar suas meias prediletas e se jogar no sofá. Ahhh…que absurdo! É o que você pode estar pensando neste exato momento, uma mulher não pode ficar largada, precisa se cuidar. A questão aqui não é incentivar que a mulher se descuide, mas sim que ela tenha limites em sua vaidade, perceba que pode ser linda, sendo quem ela é, sem exageros.

Vaidade com limites é sentir-se única, sedutora, impecável sendo exatamente quem você é. É se cuidar quando der vontade, é sair pelas ruas com a roupa que mais te deixa confortável, é saber medir que o menos sempre é mais. É entender que se cuidar é se amar e não se “disfarçar” com maquiagens. É ter o cuidado ao se produzir para uma festa, e sempre antes de sair, se olhar no espelho e ter certeza que realmente se reconhece como uma linda e admirável mulher.

Somos tomados pelas mídias, que apenas mostram que a mulher precisa ter uma beleza incontestável e que para isto é necessário comprar muitos produtos de beleza, viver em clínicas de estética, dormir com pepinos nos olhos, porque senão a olheira a tornará um “monstro”. Não podemos nos tornar reféns de uma vaidade excessiva, isto nos tornará escravas de uma vida que não nos pertence, e que muitas vezes podem nos levar a fazer loucuras, muitas vezes sem volta.

Acredito que uma mulher deve ter sim a sua vaidade, mas que seja moderada. Uma mulher deve sentir-se bem, e as vezes para isto, ela precisa apenas de um batom e um lápis de olho.

O conceito da palavra vaidade é: “qualidade do que é vão, vazio, firmado sobre aparência ilusória.” E me parece uma palavra muito “fria” para darmos tamanha importância na nossa vida. Vivamos belas sim, mas sem esquecer-nos do que há de mais belo dentro de nós, a nossa essência, e isto ninguém tira, ninguém manipula.

Uma mulher pode e deve encontrar a sua beleza interior e a transformar em beleza exterior. Vaidade sem exagero é amar sem desperdício. Pense nisto!

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