Mulher é igual a bumbum, você concorda?

Vamos falar de mais uma polêmica que consome os dias e as noites das mulheres brasileiras, o tal do bumbum!! Afinal quando se fala em mulher brasileira, a primeira coisa que vem a cabeça é: mulher é igual a bumbum, você concorda?

Bem, o tal do bumbum virou uma febre tão grande entre a mulherada que as que “não tem”, passaram a ter a qualquer custo, tudo para serem aceitas na sociedade, e este movimento todo tornou o bumbum da mulher um objeto de alto valor. Alguns culpam as mídias, outros o sexo masculino, mas acredito que na verdade tudo é um grande modismo que viralizou, mas que fez e faz muitas mulheres se perderem em sua essência. A autoestima se tornou ter o maior e mais redondinho bumbum.

Academia, suplemento, calcinha com enchimento, massagens, prótese, tudo para ter um bumbum perfeito. A questão é tão séria que as mulheres se esqueceram que existem outras partes do corpo que também precisam de atenção e o “estereótipo” da mulher igual a bumbum, foi se tornando cada dia mais real.

Mas já que o assunto é bumbum, conheça alguns tipos e veja em qual você se enquadra:

1 – quadrado – quando a linha do osso do quadril e a coxa são perpendiculares.

2 – formato V – quando a linha do quadril faz um ângulo interno com a sua pélvis.

3 – formato de A – quando o corpo da mulher começa com uma cinturinha fina e termina em um quadril mais largo.

4 – Redondo – um dos mais populares formatos, onde os dois lados são redondinhos.

 

5 – formato de coração invertido – quando tem mais volume na parte inferior dos glúteos, mas ainda tem volume na parte de cima.

Não importa o formato, lembre-se que você é uma mulher incrível, e que o conjunto do seu corpo faz de você uma verdadeira obra prima. As mulheres podem até ser reconhecidas por serem as brasileiras do bumbum, mas são antes de tudo mulheres determinadas, guerreiras e repletas de amor.

Mas se você pudesse escolher, qual destes formato gostaria de ter?

1 – quadrado

2 – formato V

3 – formato A

4 – redondo

5 – coração invertido

Fonte imagens: https://pixabay.com; http://cosmopolitan.abril.com.br/

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Quase sem água, com sede, no alto dos Pirineus

Quase sem água, cansado, distante do fim e já quase em desespero.

Não se esqueçam de sugerirem, criticarem e participarem da construção deste livro que representa cada peregrino em suas jornadas pessoais.


Verifico no GPS o quanto já caminhei e vejo que ainda falta bastante, mas o que realmente me preocupa é que minha água já esta praticamente no fim. Deve me restar apenas alguns goles. Resolvo fazer uma pausa para comer um pouco e descansar, apesar de me sentir bem, não quero exagerar no primeiro dia, sei que ele é muito duro. Encontro um lugar e me sento para comer um pouco. Minha boca já esta muito seca e não tenho saliva para engolir o que me resta do bocadilho, minhas roupas estão encharcada do suor da subida. não há  nenhuma fonte d’água a vista e começo a me preparar para terminar o dia sem água.

Me questiono de porque não apanhei mais água na fonte de Orisson. Tento me distrair com a paisagem nova com a vegetação e as delicadas flores que adornam toda a montanha e por alguns instantes me esqueço um pouco da falta d’água, mas não demora muito e o pensamento da escassez dela volta a rondar meus pensamentos, ali percebo que não sou um peregrino de meio litro d’água, preciso sempre carregar mais que isso. É incrível como a privação cria uma necessidade que toma conta de todos os pensamentos, mas não há nada a fazer naquele momento a não ser caminhar firme e tentar esvaziar a mente.

Já estou há algum tempo sem encontrar nenhum peregrino, o vento continua frio e úmido e a montanha nevada cresce a minha frente. Sem esperanças de encontrar água em um ponto tão alto começo a pensar que se a sede ficar insuportável colocarei neve na garrafa e beberei. Li certa vez que o limiar da sede começa com a perda de meio por cento do seu peso em água, eu suei tanto na subida que acho que já perdi pelo menos cinco por cento do meu peso e deve ser por isso que me sinto assim tão sedento.

A paisagem continua encantadora e continua a me distrair um pouco, aproveito para tirar algumas fotos e para minha surpresa durante uma dessas fotos registro um som muito característico e universal. Esse som eu poderia reconhecer em qualquer idioma e em qualquer país, era o som de água jorrando, apertei o passo e o som ficava mais intenso a cada passada até que finalmente a vi. Uma fonte cheia d’água, tão cheia que transbordava pela estrada descia a encosta da montanha. Era incrível ver água jorrando em um ponto tão alto, a água era límpida e cristalina, era um sonho se realizando, tratei de me adiantar e colocando as mãos em concha e me deliciei com aquele liquido fresco, límpido, puro e inodoro. E como algo tão sem sabor pode ser tão gostoso, na verdade água tem sabor sim, sabor refrescante e molhado. Aquele foi o momento na minha vida que mais valor dei a um bom gole d’água.

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Curadoria de arte, cor, amor e sabor a vida

Algo no mundo me encanta e esse algo esta por todo lugar. Nas cores do fim de tarde; nos sons das rodas em atrito com a terra batida; no desenho eterno que se move na pele de alguém; no corpo que fala e encanta em movimento; no aroma que sai das panelas; no frio que gela hora a taça, hora a mão; no toque que faz arrepiar. Esse algo para mim é arte. Com este olhar preparamos uma curadoria de arte que tem propósito de nos encantar, sempre.

fim do dia

Nossa curadoria mostrará a vocês “pessoas” que para nós fazem arte. Semanalmente apresentaremos nesta sessão, algo ou alguém que faz o mundo ter mais cor, mais vida e mais amor.

“Pessoas” pinçadas das mais diversas áreas do comportamento serão exibidas aqui. Pintores, escritores, atores, diretores, roteiristas, bailarinos, animais, coisas enfim. Tudo que toca a alma humana.

 

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