Só dança quem se atreve a dançar!

Existe uma frase que diz muito sobre à arte de dançar, que é: só dança quem se atreve a dançar, uma verdade que só descobrimos quando mergulhamos de corpo e Alma nesta arte.

Dançar é uma questão de atitude. E como em qualquer arte, não nascemos sabendo, vamos aprendendo e nos aperfeiçoando, mas é muito importante que mais do que a vontade de aprender a dançar seja o “atrevimento” para dançar. Quando começamos uma nova modalidade de dança, totalmente desconhecida, as primeiras aulas nos trazem um certo desconforto, frustração e até mesmo um sentimento negativo de que não nascemos para àquilo, que não vamos dar conta, mas todo o início é feito de desafios, que irá nos mover a nos permitir a simplesmente dançar, não importando se está certo ou errado, se perdemos o tempo da música, se vamos ser julgadas. Nesse momento a nossa prioridade deve ser a vontade intensa de vivenciar a dança de corpo e alma.

Como seres racionais acabamos pensando dentro de uma “caixinha”, nos limitando à novas oportunidades que a dança pode nos oferecer. Deixamos de construir a nossa história, o nosso caminho, por medo de errar, medo de machucar alguém e a dança vai ficando sem brilho na nossa vida, vamos deixando tudo para depois e quando menos esperamos estamos completamente desmotivadas a continuar a trilhar um lindo caminho, que depende só de nós. Sair da “caixinha” nesse mundo da arte da dança, é se mostrar para o mundo, é construir aos poucos o que deseja se tornar, é andar de cabeça erguida, não permitir se contaminar por críticas, confusões, é amar a sua bailarina como você ama quem você é.

E você pode estar se perguntando: quando estarei pronta para dançar? A resposta é que nunca estaremos prontas, por isso que devemos nos atrever a dançar sempre que pudermos. Devemos criar as oportunidades, perder a timidez, experimentar o novo, buscar o que nos move e nos deliciarmos sem medo de ser feliz.

A cada dança teremos uma nova oportunidade de evoluirmos, de corrigirmos o que não ficou muito bom na dança anterior, temos a chance de nos reinventarmos, de voarmos o quão alto desejarmos, e assim entramos em um ciclo exponencial de prazer e satisfação pessoal.

Só dança quem dança! Isto é uma verdade absoluta, então porque deixar para amanhã o que você pode iniciar agora mesmo? Vamos dançar? 🙂

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Se penso em me separar, porque me casar?

É bastante contraditório, mas se penso em me separar, porque me casar? Sabemos que o casamento é um momento muito esperado por um casal que se ama, afinal estão dispostos a dividir toda uma vida, compartilhando momentos bons e ruins. Mas, cada dia que passa, os casais estão se casando e logo se separando e aí fica uma pergunta no ar: Por que se casam então? Para se realizarem perante a sociedade? Pressão da família? Uma tentativa de não ficar sozinho? Solidão? Moda?

Complicado julgar o que leva um casal a se separar, mas a dissolução conjugal passou a ser tão comum, que muitas pessoas não acreditam mais que uma união funcione. Tudo se tornou tão “nem aí”, que o casamento passou a ser para muitas pessoas uma aventura, uma tentativa de dar certo, mas se não der, ok. E não que devamos fazer uma tempestade em copo d’água, mas termos cuidado com o sentimento do outro, agirmos com respeito e muito amor, sempre.

E com tantas separações ocorrendo no mundo, várias reflexões veem a mente, como:

  • será que as pessoas separam porque acabou o amor?
  • será que elas nunca se amaram, e se casaram por uma pressão da sociedade?
  • será que uma das partes fez um tipo de assédio moral?
  • será que uma outra pessoa é o motivo da separação?
  • será que a falta de liberdade trás a tona a necessidade de estar só?
  • será que não ter amigos leva a uma união, que na verdade nunca deu certo?
  • será que as pessoas agem apenas com a emoção e esquecem da razão?
  • será que as pessoas tem medo de ficarem sozinhas?
  • será que nunca existiu felicidade?

Enfim, muito podemos pensar, mas sem dúvida cada caso é um caso, mas o que temos que refletir é que nos amarmos em primeiro lugar e respeitar o outro, fará com que tomemos uma decisão mais coesa e que nos permitirá continuarmos a vida felizes, libertos e sem culpa.

Razões que levam um casal a se separar:

  1. Desgaste da Vida A2

    Cerca de 37% das pessoas afirmam que se separaram pelo cansaço da convivência, uma espécie de fastio, de tédio que elas sentem em função dos anos e anos de relacionamento rotineiro.

2. Traição

A infidelidade responde por 21% das separações. Ela pode começar com um simples olhar, um pensamento, uma conversa despretensiosa, e no final destruir famílias.

  1. Dinheiro

Para muitos, é a maior causa de separações entre os casais: o Dinheiro. O vil metal, se utilizado adequadamente, é bem-vindo, se desperdiçado, pode gerar conflitos graves no casamento.

  1. Pessoas Diferentes

    A união de seres singulares, criados em famílias distintas, com histórias desiguais, que passaram a dividir uma vida juntos, 24 horas por dia, só será possível se essa dessemelhança for respeitada, tolerada e, acima de tudo, conversada, discutida constantemente.
  2. Falta de Comunicação

Entre eles há pouca conversa sobre aquilo de que gostam, do que não gostam, sobre suas preferências ou dissabores. Enfim, é frequente a omissão de sentimentos essenciais para a manutenção de um casamento saudável, o que é péssimo para o bem-estar da relação.

  1. Falta de Intimidade

Marido e mulher precisam estar próximos. Precisam ser, antes de tudo, muito amigos. Devem se ajudar nos momentos de dificuldade. Em desafios profissionais, na criação dos filhos e em afazeres simples, como nas tarefas domésticas, tradicionalmente destinadas às mulheres. Não ter esse suporte do companheiro faz com que a confiança nele encolha e, não raro, ficar sozinho se torna uma opção mais vantajosa.

  1. Falta de Apoio

Um casal deve apoiar-se, seja nos afazeres de casa, seja nos desafios profissionais.

  1. Convivência com um Companheiro Derrotista, ou seja,“negativo”

Relacionar-se com alguém requer determinadas habilidades, como a paciência, mas ela tem limites. Imagine conviver com uma pessoa que reclama de tudo, o tempo todo? E por mais que se tente agradar, nada está bom.  E de quem é a culpa por tudo estar ruim? Dos outros!

  1. Excesso de Controle 

Muitas mulheres fiscalizam ou pelo menos tentam fiscalizar a vida de seus maridos. Fazem verdadeiros inquéritos do tipo: Onde você está? Com quem está? A que horas chega? Vem por onde? Comeu o quê? Esse controle também é comum por parte dos homens, principalmente quando veem suas esposas mais arrumadas, querendo sair com as amigas.

  1. Vida Sexual dos Casais

Eis um ponto que merece atenção especial dos cônjuges. Um relacionamento longo não significa estabilidade, não significa estar livre de desmoronamento; relacionamentos recentes ou duradouros podem não ser eternos se marido e mulher não se preocuparem em estimular o sexo no casamento.

  1. Violência
    O décimo primeiro ponto a destruir matrimônios não deveria fazer parte da realidade de nenhum casamento, mas infelizmente é comuníssimo encontrá-lo nos lares de qualquer classe social: aviolência.

Muitas vezes a violência não chega a ser física, permanecendo no âmbito verbal, mas, ainda assim, ela pode doer tanto quanto a física ou até mais, porque palavras ditas com raiva, em momentos inapropriados, por pessoas amarguradas e frustradas só tendem a ferir gravemente o outro.

  1. Falta de um Sonho em Comum

Como viver junto e não ter os mesmos sonhos, e não planejar o futuro, e não ter um horizonte em comum?

Fonte: https://sucessonocasamento.com

Sabemos que não existe relacionamento perfeito, mas é preciso que o casal que se proponha a viver uma vida juntos, tenha respeito, paciência, confiança e muito amor um pelo outro, afinal esses são os pilares para que o casamento dure e seja saudável, sincero e harmonioso. Os pontos descritos acima, valem de atenção para que possamos pensar se realmente não estamos contribuindo para uma separação. Zelar dia a dia pela união e valorizar a pessoa que está ao seu lado, é fundamental para que uma união de paz e amor vire rotina.

E que seja eterno enquanto dure esse amor…que dure até que os corações estejam cansados de tanto amor!

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Desculpe, não quero ser uma princesa!

Desde crianças, somos tratadas como verdadeiras princesas. Vestidos rodados cor de rosa, penteados impecáveis, roupas caríssimas, babados, perfumes, glamour, festas chiquérrimas, bolos que nunca experimentamos, mas, desculpe, não quero ser uma princesa.

Não que ser tratada como uma princesa seja algo ruim, mas se esse tratamento fosse verdadeiro talvez nos agradaria. A questão é que a superficialidade do estereótipo social perante as mulheres se tornou tão banal, que elogios antes tão desejados e esperados se tornaram repulsas e motivos para não queremos mais tal codinome. Não nos importa o rótulo que nos dão, queremos ser chamadas por nossos nomes, ser admiradas pelas mulheres que somos, reconhecidas pela identidade que construímos ao longo da nossa vida.

Queremos receber flores sem ter data marcada, queremos sair de vestido longo sem precisar ter uma festa da alta sociedade. Se ser princesa é ter um príncipe que venha à cavalo e jure amor eterno, muito obrigada, mas preferimos continuar sendo quem somos, mulheres rebeldes, mães imperfeitas, adolescentes bipolares, filhas que questionam o porque da existência humana.

O universo ainda vai entender que as princesas que tanto são almejadas não existem de verdade, são mulheres fortes, sensíveis, que tem o poder em suas mãos de decidirem o que serão, como se vestirão e com quem andarão. Não queremos ser marionetes de uma sociedade imperfeita, não queremos ser o que outras pessoas desejam que sejamos, porque podemos ser princesas quando o nosso coração pedir e bruxas quando a nossa alma desejar, mas a nossa essência não mudará, somos quem podemos ser e somos quem queremos ser.

Então por favor, um pedido que fazemos, pare de nos chamar de princesas. Comece a nos admirar como parte de um sistema que pensa e use da mais pura sinceridade para se referir a nós, aí sim ficaremos felizes, pois a hipocrisia será deixada de lado e a sinceridade do amor extraordinário será colocado em prova.

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Sororidade – uma filosofia de puro amor!

Muito se fala nos dias atuais em sororidade, mas o que é afinal esta palavra que virou um mantra entre as mulheres do mundo todo. Sororidade – uma filosofia de puro amor é a união entre as mulheres, é parar de atritar-se enquanto pode-se aliar-se.

 

O conceito sororidade vem ganhando adeptas em uma escala exponencial, pois é considerado mais do que um conceito, é uma filosofia de amor, onde uma mulher cuida da outra, respeitando as suas escolhas sem julgamento. É agir com admiração à outra mulher, é ter empatia e companherismo, é tratar uma a outra como irmã, é não disputar ou estimular rivalidade, é não reforçar esteriótipos ou diminuir uma mulher por suas opiniões. É acabar de vez com os julgamentos, síndrome de inferioridade. É se unir, somar ideais, filosofias, é não permitir que a sociedade machista imponha suas regras e definições, sem ao menos consulta-las.

É um conceito muito presente no movimento feminista, sendo definido como um aspecto de dimensão ética, política e de igualdade entre os gêneros. A sororidade é um dos principais pilares do feminismo, pois enaltece a ideia de irmandade entre as mulheres, onde juntas se ganha muito mais força para lutar pelos direitos e preconceitos impostos pela sociedade.

Porém vários grupos foram inserindo este conceito e outras definições foram surgindo, como por exemplo, a “sororidade seletiva”, que é aplicada quando existe uma segregação entre subgrupos que estão inseridos no conjunto do “ser mulher”, onde os interesses pessoais sobresaem o companherismo e a empatia. Temos como exemplo as feministas conhecidas por Terfs (Tras Exclusionary Radical Feminist), que não reconhecem a identidade do transgênero como mulher, logo a sororidade deste grupo é seletivo, apenas destinado à mulheres do ponto de vista biológico, excluindo completamente a identidade comportamental.

“Mais sororidade, por favor!” Sem dúvida você já ouviu esse pedido nas redes sociais, principalmente durante algumas discussões entre feministas, mas porque este conceito incomoda tanta gente? Acredito que como a sociedade sempre foi predominantemente machista, ver as mulheres se unindo, se respeitando e não permitindo mais que os seus direitos sejam esquecidos, deixa qualquer um enlouquecido. Uma irmandade que durante séculos foi ignorada, agora passa a ser idolatrada por vários grupos e cada dia mais fortalecida.

“Não sou sua rival, sou sua irmã”/ “União entre as mulheres”/”Mulheres tem o mesmo direito que os homens”.

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O velho banco de madeira.

A lenha fumegante arde em brasas e estalos, trazendo luz e calor, a noite fria e chuvosa que umedece aquela antiga casa. Casa construída com suor e barro trabalhado pelos dois e sua prole.

Conduzindo as panelas sobre a grelha do fogão à lenha, a velha senhora caminha hora de forma reta e certeira, hora como o balanço de um pequeno barco a mercê das ondas. Seu vestido florido e os cabelos cacheados, obedecem aos movimentos de seu corpo e em função da perna que a conduz, a reta ou a das ondas. De seus lábios, quase tão periodicamente quanto o balanço do seu corpo, saem baforadas quentes, brancas e densas, tais como nuvens das tardes de primavera.

De fronte para o antigo fogão a lenha, o velho senhor mantém-se sentado em sua antiga cadeira de madeira, mesma cadeira que tantas vezes serviu de escada da construção da casa. Na mesa ao seu lado, um monte de palhas de milho seco, recém colhidas no paiol, o aguardam sem nenhum tratamento.

Junto as palhas, um pote de plástico, que é de cor mais ou menos laranja incandescente à escolha das brasas que arde a frente. Deste, o velho senhor retira um canivete de cabo simples e amarelado pelo tempo.

Sua lamina afiada, tão quanto antes, a custo de amolações constantes, corta a palha de milho até deixá-la em formato retangular simétrico. Não demora e a pilha disforme de palhas é vencida e uma nova se forma com as mesmas, porém, agora organizadas e idênticas. O velho canivete ainda não terminou seu trabalho, a pilha começa a ser consumida outra vez. Cada palha, agora retangular, é raspada em frente e verso. até que perca toda sua aspereza e estrutura rija. tornando-se uma delicada, maleável e translúcida folha de palha de milho seco. À pesar de muito menor que a pilha anterior, a nova pilha contém as mesmas quarenta de antes.

Ainda com o canivete em mãos, o velho senhor traz para si o aromático cilindro de fumo de rolo, que em forma de corda se enrola em uma haste de madeira. E deste começa a cortar nacos. Pacientemente cada um desses nacos é picotado em pequenas e estreitas laminas. A idade do canivete se revela no ventre de seu lombo, com o abaulado em sua lamina moldada pelos anos de labuta. Logo as finas laminas de fumo se acumulam em um monte sobre a mesa e o canivete ao findar seu trabalho volta ao pote para mais uma noite de descanso.

Os dedos ainda ágeis, marcados pelos anos e pela lida na roça, esmiúçam cada lamina de fumo picado até que o monte se transforme em finas linhas de fumo e em pó de tabaco. Este novo monte não durará muito tempo, pois cada palha cortada, aparada e raspada começa a receber quantidade generosa de tabaco seco e desfiado. E que logo é enrolada, formando um cilindro que prende o tabaco em seu corpo e então é selado com saliva que percorre toda sua extensão lateral. Por fim suas pontas são dobradas para que nenhum tabaco escape dali.

Uma a uma a pilha vai se esvaindo até que o pote alaranjado esteja cheio de cilindros de palha recheados de tabaco. Garantindo assim baforadas de nuvens para esta noite e para o dia seguinte.

Sentado no velho banco de madeira, lustrado e polido pelo tempo, seus pés pequeninos custam alcançar o chão.

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Qual é o limite entre o amor e a dor?

Sabemos que o amor é um sentimento universal e que é capaz de nos levar a cometer loucuras, mas qual é o limite entre o amor e a dor?

Esta semana assisti um filme chamado Jogo Perigoso, do magnífico Stephen King e confesso que antes que ler a sinopse, julguei o filme apenas pela capa e logo pensei: Uau! Um filme como o “50 tons de cinza”, onde o casal tem um fetiche e se realiza na cama. Não pensei duas vezes e apertei o play. Gostaria de deixar claro, que minha ideia não é contar sobre o filme, mas relatar que as cenas deste filme me chocaram por me levar a refletir até onde vale a pena a dor em prol do amor. Qual é o limite de um casal que deseja “apimentar” a relação? Será que um pensa na dor que o outro é capaz de suportar? Ou vale tudo pelo amor, mesmo que isto leve a muita dor e sofrimento?

Outra reflexão sobre o filme foi a de que, se alguma coisa planejada der errada, tudo pode dar errado e levar à situações irreversíveis, onde a dor será a única forma de sobreviver ao um jogo que tinha as melhores intenções para acontecer.

Além de vários jogos sexuais, existem muitos casais que optam por experimentarem novas posições sexuais, novos “brinquedos”, parceiros distintos e que muitas vezes ultrapassam o limite do parceiro (a), tudo para que relação seja mais intensa, se renove, mas até onde vale a pena a dor pelo prazer?

Difícil de pensarmos sobre tantas questões, mas o que acredito é que o respeito deve sempre prevalecer, e se uma pessoa pede para a brincadeira sexual parar, deve sim ser respeitada e não questionada, porque na verdade apenas quem sabe o limite da dor é quem está passando por ela. E isto também é prova de amor, dar prazer de maneiras inusitadas, mas saber parar quando a dor é superada pelo prazer.

Vida longa aos que amam e se respeitam, porque esses sim sabem tirar proveito do melhor que a vida tem à oferecer.

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Ame como se fosse o seu último dia!

Falar sobre amor pode ser fácil, mas vivenciar este sentimento é uma tarefa bem difícil e que requer prática diária. A vida passa muito rápido, por isto o conselho que te dou é ame como se fosse o seu último dia.

Pensar em vivenciar o amor apenas amanhã, pode ser tarde demais e só quem já perdeu um ente querido sabe disto. Não deixe de fazer o bem, busque fazer o que te faz feliz, ame ao próximo, seja companheiro(a), paciente, carinhosa(o). Doe o que você tem de melhor, o seu sorriso, o seu abraço, a sua energia positiva, abrace, beije, conviva, perdoe, ria, viaje, planeje, sonhe, faça tudo com muito amor e a vida te retribuirá.

Seja verdadeiro consigo mesmo e com o próximo. Esteja presente na vida das pessoas que você ama e nunca se sentirá sozinho.

Amanhã é tarde – Sêneca

Ama como se fosses morrer hoje.

Demonstre o seu amor hoje, como se você estivesse numa despedida. Fale com as pessoas de tal modo que elas guardem de você as palavras mais ternas. Não perca a oportunidade de mostrar o seu afeto a cada pessoa que cruzar o seu caminho hoje. Não adie o amor, não adie o sorriso, o olhar de candura, a boa palavra, o abraço caloroso e o beijo de ternura, porque ninguém sabe se amanhã reencontraremos estas pessoas. Um dia sem amor é um dia perdido! E um dia que não volta mais! Somos espíritos imortais, mas a experiência na Terra tem prazo de validade. E ninguém sabe quando este prazo expira.

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O amor rompido cria monstros

Os olhares fugazes admiram a beleza nova que passa a encantar. Cada vez mais ousados vão deixando de ser fugazes até que enfim se cruzam. O medo de ser descoberto faz com que partam em disparada. O coração acelera, o estomago se contrai e revira; o sangue ferve nas extremidades, as bochechas coram e as pupilas, mesmo sem percebermos dilatam. Característica física típica de fuga de um perigo eminente.  Mas não há perigo, ao menos não até um diga: eu já não te amo mais. O amor foi rompido.

O amor que em ambos durou a eternidade prevista pelo poeta, enfim se apaga, e geralmente ele apaga em um antes de apagar no outro. E este restinho de chama que existe em um é o alimento para os monstros que criamos.

Amar sozinho dói. Principalmente quando o amor deixou de ser platônico. E a cura para essa dor, muitas vezes é alimentar os monstros que abitavam o ser amado. Enquanto em estado de amor, os pequenos monstros do outro são ignorados ou aceitos de bom grado. As pequenas manias, algumas atitudes desagradáveis, a nós, mas não tão significativas são soterradas pelo vermelho intenso e vivo da paixão e do amor. O tom de voz mais elevado nos momentos de euforia; A falta de cuidado ao levantar da cama sem acordar quem dorme; O mau gosto musical quando acompanhado de álcool. Tudo superado. Até que se ouça: não te amo mais.

Enfim eles saltam a superfície, afinal suportávamos tudo aquilo pois amamos e eramos amados, mas agora já não mais faz sentido pintar de colorido este lado cinza do outro. E na dor da rejeição deixamos de lado todos os momentos felizes, todo o cuidado que recebíamos. As flores, o carinho na madrugada, a porta do carro que se abria, os bilhetinhos deixados pela casa; as ligações que só contavam da saudade de algumas horas, o amor do dia-a-dia.

Ninguém mudou nesta relação, mas a percepção e a tolerância mudou e a intolerância e a desculpa de que é mais fácil esquecer um “monstro” nos faz criar uma definitiva imagem do outro cinza e sombria.

Talvez funcione, mas não me parece justo. Sempre a algo a se analisar, as vezes realmente descobrimos monstros os quais não conhecíamos e se conhecêssemos não estaríamos com aquela pessoa, mas precisamos reconhecer os que sempre estiveram presentes e que não nos incomodavam e entendermos que quem amávamos não é só os monstros, ele ou ela é o todo. E por mais que doa, amar as vezes é deixar ir.

 

 

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Casal que se ama é um casal parceiro

Falar em parceria é falar em complemento, em sempre estar disposto a ajudar o outro a crescer, dar as mãos e caminhar juntos na mesma direção. E quando falamos de parceria dentro de um relacionamento, estamos falando de carinho, cumplicidade, amor, afinal casal que se ama é um casal parceiro.

Que não seja confundida parceria com “apenas um faz e o outro acompanha”, não é isto, é andar junto, com a mesma sintonia, buscando o mesmo objetivo: o crescimento do casal. E isto só funciona se os dois quiserem ser parceiros. Também não estamos falando de fazer a vontade do outro e esquecer das suas vontades, estamos falando de estar junto nos objetivos comuns. Por exemplo: um casal sonha em abrir uma empresa, para que esse sonho se concretize e continue sendo viável, é fundamental que o casal sente e juntos tracem um plano. Se um dos dois em, em algum momento, desvia do plano sem compartilhar com o outro, pronto, tudo vai por água abaixo.

Parceria entre duas pessoas é uma linda prova de amor e um grande desafio!

Outro coisa que não funciona é só um querer. Se apenas um quer, então a parceria vai ficar comprometida. Não é uma tarefa fácil, muitas vezes para dar certo precisa haver muita conversa e doação. Desentendimentos, opiniões adversas são normais neste processo, e até se tornam saudáveis, para que seja consolidado uma parceria forte e bem estruturada.

E para um casal, é muito importante que aja muito amor para que a parceria nunca acabe, e é lindo de se ver quando um casal é praticamente um só em seus objetivos e metas. Se um pensar em desistir, o outro deve estar ali para dar forças e trazê-lo de volta.

Que o amor e a doação de um para o outro seja a meta para a construção de uma linda e longa parceria, sem que a liberdade de cada um seja destruída!

 

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Tudo o que farei será por sua felicidade!

Em dias tão obscuros no mundo em que vivemos, cuidar dos nossos filhos é mais do que essencial, é uma questão de amor. Ser mãe, foi o maior presente que pude receber nesta minha passagem por esse universo, e enquanto existir vida tudo o que farei será por sua felicidade!

Mães são consideradas seres de outro planeta, afinal são loucas, neuróticas, super protetoras, são capazes das maiores loucuras para preservar os seus filhos. Fazem o impossível para ver os filhos felizes, brigam, choram, se desesperam, trabalham dia e noite, abdicam da própria vida em prol as suas crias.

Só quem é mãe pode mensurar o que é amar sem dimensões. Um sentimento inexplicável nos invade e independente de nada só aumenta, e nos permite querer o melhor e fazer de tudo para vê-los com sorriso no rosto e realizados em tudo que desejarem. Mas não é só isto, somos como leoas, vivemos para os nossos filhos e tudo o que fazemos é pensando neles. E se alguém se atreve a mexer com eles, nossa, é briga na certa, porque mãe perde até a razão para defender o que mais ama neste mundo.

Mexer com um filho é mexer diretamente com uma mãe!

E sabemos que apesar de todo esforço, muitos filhos são ingratos, não valorizam o que fazemos, não ligam para nada, nem sequer retribuem o amor, que é gratuito, mas mesmo assim, o amor que uma mãe sente por seu filho é tão inexplicável, que elas continuam a amar sem limites, mesmo que se sintam tristes e injustiçadas, o amor não acaba jamais.

Que possamos continuar a amar sem limites, a perdoar de coração, a construir seres que serão o futuro de tudo que existe! Que o nosso foco seja a felicidade, sempre.

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