Por que os nossos filhos precisam crescer?

Só quem é mãe sabe que quando recebemos a graça de termos um filho, queremos eternizar àquele momento e sempre nos perguntamos: Por que os nossos filhos precisam crescer? Por mais que saibamos que um dia também fomos bebês e que na verdade os nossos filhos são um empréstimo do universo, é difícil admitirmos que eles crescerão e sairão de baixo da nossa saia.

E é assim, quando o nosso filho nos dá bom dia, ele já cresceu e ficamos nos perguntando que horas que isto aconteceu, será que existe uma fada da noite que coloca um pó mágico e eles crescem? Hihi, uma loucura esta evolução humana, mas a verdade é que somos como uma plantinha, nascemos, crescemos e um dia partiremos, por isto aproveitar cada minuto ao lado deles é muito precioso, porque quando menos esperarmos, eles partirão para cuidarem das suas vidas e nós permaneceremos para sempre apoiá-los.

Falar que não bate saudade de ter um bebê em casa, seria mentir, mas que também é incrível acompanhar cada fase dos nossos filhos, isto não tem preço. E eles precisam crescer para que nós e o universo possamos aprender com eles.

A vida é um lindo ciclo de amor e doação!

Aí chega o dia em que o nosso bebê se transforma em um rapaz ou em uma moça, cheio de personalidade, vontades, atitudes que antes não eram expostas e ficamos perplexas ou seria encantadas? Ainda não sei qual é o sentimento certo, mas é diferente, um dia estar ensinando e no outro aprendendo. E olhar para trás me faz pensar ainda mais que um dia eu também fui uma criança, que ficava sob os olhares dos meus pais e que hoje cresci, me tornei mulher, independente. Que também me tornei mãe e tenho uma filha para eu cuidar, até que ela se desenvolva e tenha a sua própria vida.

 

Os nossos filhos crescem para que nós possamos crescer também, isto faz parte da evolução humana. Que saibamos lidar com todas as fases e compreender que tudo faz parte de um objetivo só – a fomentação da vida!

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Por que cozinhamos com fogo na era do microondas?

Distante de casa, porém em casa amiga e em família, logo sou recebido com calorosos abraços e bebida gelada. A música é o bate-papo entrosado animam o trabalho da noite, a hora já é adiantada e segue depois de um dia inteiro de trabalho.

Cuidadosamente e com mais ou menos destreza, a depender do voluntário, as partes em excesso ou, julgadas impróprios, vão sendo desbastadas e descartadas. A decisão de um voluntário em descartar gordura em excesso chega a criar certa harmoniosa discussão, na qual o colesterol venceu e a gordura saborosa é que é combustível para o fogo vinga na peça imponente de carne.

A noite se adianta e rompe o dia da chegada. As peças enfim limpas e devidamente embaladas estão em condições de descansarem até o raiar do sol. Hora essa que já não está mais tão distante.

Após algumas horas de sono e descanso é chegada a hora de transformar lenha em brasa através do fogo. Na vala já cavada, a lenha cortada é organizada e em seguida incendiada. A chaleira com água fumegante não demora a dar sinal de vapor. É a deixa para que a cuia acomode a erva e a bomba e cada um na roda compartilhe o sabor caloroso do chimarrão.

As estacas são fincadas e a carne acomodada com cuidado próxima as brasas. Próxima o suficiente para receber calor brando, constante e gentil. O calor brando aquece o sal e o óleo e lentamente sela os poros da carne, guardando em seu interior toda sua suculência.

Lentamente e por horas o fogo brando, alimentado e monitorado constantemente, assa e defuma a carne no próprio suco e internaliza o sabor. A brandura do tempo e do calor traz maciez com a quebra das fibras. A defumação constante impregna a parte externa da carne com sabor único.

A manhã já foi consumida, assim como boa parte da lenha, o restante da família começa a chegar e se reunir em torno da brasa. Admirados pela beleza da cena, bocas águam em desejo.

É chegado o momento da refeição. Crianças cessam as brincadeiras, as conversas são amenizadas e todos se juntam em torno da mesa de corte. A faca reluzente rompe a crosta crocante e derrama suco ao penetrar a carne que se desfia a um toque. As quase 18 horas de trabalho se justificam ali.

 

 

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Gentileza gera mais do que gentileza

Em um mundo onde a violência está tomando conta, pensar que ainda podemos fazer a diferença e deixar tudo mais colorido, nos permite sonhar alto e ter esperança de uma vida mais plena e feliz. E sermos gentis é um grande passo para que plantemos a semente no coração do próximo e lembremos que gentileza gera mais do que gentileza, promove amor, paciência e respeito.

Ser gentil é ter um coração de criança, é ser educado, dar a vez, ter empatia, ser cuidadoso, amar ao próximo como a ti mesmo.

Não devemos ser gentis esperando algo em troca, devemos fazer de coração e tornar um hábito nas nossas vidas, mas a lei da reciprocidade é uma grande verdade, quando fazemos o bem, recebemos o bem, quando somos gentis, recebemos muito mais como retribuição do universo, recebemos um conjunto de ações que invadem a nossa alma de felicidade, nos permite estar com pessoas do bem, nos faz ser mais humanos e menos egoístas.

Uma certa vez vi um adesivo em um carro que dizia “Gentileza gera Gentileza”, achei bem legal e pensei: “que massa, esta pessoa deve realmente querer ver um mundo melhor” e logo em seguida ao meu pensamento, esta mesma pessoa, deu uma fechada em outro carro e gritou vários xingamentos, ai pensei: “o que adianta ter um adesivo tão legal e não praticar?”, enfim, a lição que levei naquele dia é que de nada adianta conceitos sem prática.

Conceitos não concretizados são como flores sem vida!

Que possamos dia a dia procurar colocar em prática a gentileza com todos, sem distinção de raça, cor ou religião, pensando em oferecer gentileza sem nada em troca, porque quando fazendo o bem, tudo se torna mais colorido e pleno. Respeito ao próximo é o mínimo que devemos ter uns pelos outros, então que possamos pensar em agir com mais calma, carinho, cuidado e tudo será mais tranquilo de lidar.

Gentileza gera MAIS do que gentileza. Pratique você também!

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Dança na melhor idade – uma experiência incrível!

Dançar já é um prazer imensurável, que apenas que tem a oportunidade de experimentar esta arte pode sentir. E dançar é para todas as idades! Vamos falar um pouco aqui sobre a dança na melhor idade e seus benefícios.

A dança na melhor idade já se tornou comum em várias cidades do Brasil, a iniciativa vem de diversas frentes que buscam ajudar a melhorar a saúde e estilo de vida de quem já viveu uma vida inteira e ainda tem sede em viver. Ter um lugar onde pessoas da melhor idade possam se encontrar para dançar é um presente para muitos que buscam se sentir melhor e querem construir novas amizades e até uma companhia para todos os dias.

A dança é um exercício que envolve o corpo e a alma!

O cérebro do idoso em conjunto com a dança permite um aumento sanguíneo em áreas esquecidas, permitindo que a concentração aumente, além dos estímulos aumentarem as conexões neurais, proporcionando maiores habilidades no aprendizado, raciocínio e na memória, reduzindo o estresse e a ansiedade.

“Além de exercitar o corpo, a agilidade, coordenação motora e equilíbrio, ela também exercita a mente, a atenção, a concentração e a memória. Diminui o estresse e a ansiedade, além de melhorar a auto-estima, porque a dança ajuda na percepção positiva do corpo”

E sem contar que quem dança é muito mais feliz. Ela aproxima almas e dá a oportunidade de uma vida muito mais plena. Exercitar o corpo, sentir prazer, conhecer pessoas, aumentar a auto estima, se realizar, se amar, se cuidar, dar boas risadas e dar um sentido maior a uma vida. Muitos idosos depois que iniciaram a prática da dança se redescobriram e isto não tem preço.

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O que você faria se apenas lhe restasse um dia?

Apenas damos valor à vida quando percebemos que esta não é eterna, e que tudo um dia acaba, mas e se o dia acabasse amanhã…o que você faria se apenas lhe restasse um dia?

Abaixo a letra da música do ilustre Paulinho Moska, que com muita poesia e melodia, expressa vários questionamentos sobre o que o seu amor faria se apenas lhe restasse um dia. Então, com esta maravilhosa poesia, vamos refletir sobre o que cada um de nós faria se apenas nos restasse um dia!

O Último Dia (Paulinho Moska)

Meu amor

O que você faria se só te restasse um dia?

Se o mundo fosse acabar

Me diz o que você faria

 

Ia manter sua agenda

De almoço, hora, apatia

Ou esperar os seus amigos

Na sua sala vazia

 

Meu amor

O que você faria se só te restasse um dia?

Se o mundo fosse acabar

Me diz o que você faria

 

Corria prum shopping center

Ou para uma academia

Pra se esquecer que não dá tempo

Pro tempo que já se perdia

 

Meu amor

O que você faria se só te restasse esse dia

Se o mundo fosse acabar

Me diz, o que você faria

 

Andava pelado na chuva

Corria no meio da rua

Entrava de roupa no mar

Trepava sem camisinha

 

Meu amor

O que você faria?

O que você faria?

 

Abria a porta do hospício

Trancava a da delegacia

Dinamitava o meu carro

Parava o tráfego e ria

 

Meu amor

O que você faria se só te restasse esse dia?

Se o mundo fosse acabar

Me diz o que você faria

 

Meu amor

O que você faria se só te restasse esse dia?

Se o mundo fosse acabar

Me diz o que você faria

Me diz o que você faria

Me diz o que você faria…

Fonte letra: Paulinho Moska

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Paixão ou Amor – sinta você mesmo!

Será que é Paixão ou Amor? Esta sem dúvida é um questionamento que muitos de nós fazemos e poucos são os que conseguem uma resposta, isto porque estas duas palavras são bem parecidas, mas bem distintas na sua essência.

Se é Paixão ou Amor – sinta você mesmo.

Há os que digam que paixão é quando fazemos algumas loucuras por alguém, é um sentimento que nos dá toda a coragem do mundo, enfrentamos todas as dificuldades, assumimos riscos, usamos apenas a emoção. O nosso coração palpita mais do que o normal, nada do que nos falem, mudará o nosso sentimento, mas será que estas atitudes realmente é a tal da paixão? E se tudo isto for amor? Há os que afirmam que quando se ama, um sentimento infinito nos consome, vivemos em um mundo de fadas e acreditamos que tudo sempre acabará bem. Suspiramos fundo, persistimos e tudo ao nosso redor fica mais bonito e colorido, mas a paixão também não é assim?

Nossa, que loucura é separar a paixão do amor, acredito que na verdade estes dois sentimentos são complementares, primeiro vem um e logo depois o outro, será?

Conceitualmente temos:

Paixão: é um termo aplicado à um sentimento muito forte em relação à uma pessoa, objeto ou tema. A paixão é uma emoção intensa convincente, um entusiasmo ou um desejo sobre qualquer coisa.

Amor: é um sentimento de carinho e demonstração de afeto que se desenvolve entre seres que possuem a capacidade de o demonstrar. Etimologicamente, o termo “amor” surgiu a partir do latim “amor”, palavra que tinha justamente o mesmo significado que atualmente: sentimento de afeição, paixão e grande desejo.

Ahhh…cada dia que passa acho que apenas sabe o que é paixão e amor, quem já vivenciou estes sentimentos. Por muito tempo ouvi que paixão é coisa de adolescente e que amor é coisa de adulto, mas ao longo de alguns anos tive certeza que não. Paixão e amor são para todo mundo, são fases do coração e curtir cada um deles é muito especial. O importante é sentir cada um, sem pausas, sem críticas, sem receios.

Paixão passa como um furacão, já amor eterniza como uma linda canção.

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Que dengo mãe – uma relação inexplicável de amor!

Já dizia a minha mãe: “filho quando está longe da mãe é uma criança completamente diferente de quando está perto”, confesso que discordava desta frase até o dia em que minha filha passou o dia com a vovó e o vovô, e quando eu cheguei para buscá-la, iniciou-se um dengo inacreditável, reclamações, voz chorosa, fome, sede e no final um abraço bem gostoso e uma frase: “mamãe, que saudade que eu estava de você”. Ahhhh…Que dengo mãe – uma relação inexplicável de amor, que ultrapassa a nossa razão, e nos permite sentir o maior amor do mundo.

É uma loucura o que acontece quando nós mamães estamos por perto dos nossos filhos. Eles choram sem motivo, reclamam de tudo, fazem drama, não querem colocar um roupa porque não gostaram da cor, andam grudados conosco, ficam muito dependentes de nós, enfim, fazem de tudo para chamar nossa atenção e aproveitar cada minutinho ao nosso lado. E por que será, que quando eles ficam longe de nós mudam as atitudes?

Acredito que tenha muito a ver com o tempo escasso que a maioria de nós tem para ficar com os filhos, a rotina corrida, deixar o filho na escola cedinho e só buscá-lo no fim do dia, sair do trabalho correndo, chegar em casa, fazer o dever, dar banho, fazer comida, lavar uniforme, arrumar lancheira e quando tudo parece sobre controle, já estamos exaustas, só querendo uma boa noite de sono, para que no outro dia bem cedo, estejamos de pé, firmes para fazer o café da manhã, arrumar os nossos filhos para escola, nos arrumar para o trabalho e começar mais uma rotina. Esta é exatamente a rotina que levo com a minha filha, uma correria para deixar tudo em ordem, mas confesso que em meio da correria, eu procuro deixar de lado algumas tarefas de casa para poder dar mais atenção para ela. Muitas vezes me sinto culpada em não dar o colinho que ela merece, mas procuro fazer o que posso para estar presente, dando carinho, beijos, conversando, assistindo desenho, lendo um livro, e mesmo que eu esteja bem cansada, arrumo energia para aproveitar cada minuto ao lado dela.

Nos finais de semana, o meu tempo é todo dela e fazemos programas legais juntas. Cinema, parque, teatro, aniversário das amigas, jogo de tabuleiro e o grude é inevitável. Ficamos focadas uma na outra e isto deixa ela bem dengosa, vira uma relação de “dengo de mão dupla”, que acho uma delícia, mas que dura no máximo dois dias, depois voltamos a nossa realidade de vida corrida e mais uma vez me sinto culpada por não poder me dedicar à ela quanto eu gostaria.

Sobre o dengo entre filhos e mães não acho ruim, mas precisa ser dosado. Toda criança precisa entender que as mães tem os seus afazeres, e criá-los para enfrentar a vida é muito importante. E nós, mamães, precisamos entender que muitas vezes àquela reclamação, chorinho não passa de um dengo, uma maneira de chamar a nossa atenção e pedir um colo gostoso.

Um colo de mãe não é substituído por nenhum outro colo.

Quando os nossos filhos estão com outras pessoas, eles sabem como agir, são crianças maduras, que até nos surpreendem. Tomam banho sozinhos, não reclamam a toa, comem direito, brincam, mas aí é só ver a mãe chegar e pronto, tudo fica diferente, parece que são duas crianças distintas, mas vamos tentar entendê-los, o que passa na cabecinha deles é mais ou menos assim: “a minha mãe chegou e ela me ama incondicionalmente, me adula, me defende, me apoia, me dá o colinho mais gostoso do mundo, me beija até a bochecha ficar vermelha, me entende, então se eu não fizer dengo com ela, com quem mais irei fazer”?

Que nós mães possamos dengar os nossos filhos sim, mas nunca esquecermos de ensiná-los a seguir o caminho da vida fortalecidos e independentes.

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Razões para se amar – descubra dentro de você!

Sempre acreditei que só podemos oferecer o que temos e com o amor não é diferente. Como vamos dar alegria, senão a temos? Como vamos ensinar alguém sobre um assunto, se também não temos conhecimento? Como vamos perdoar, se não sabemos por onde começar? Como vamos dar amor, se nunca nos amamos? A fórmula é simples, só é possível oferecer o que temos.

E algumas situações me fizeram refletir sobre as razões para se amar em primeiro lugar. Vou listar algumas:

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1 – Se você se ama, você é feliz;

2 – Se você se ama, você se cuida;

3 – Se você se ama, você supera as dificuldades com êxito;

4 – Se você se ama, você tem sucesso;

5 – Se você se ama, você passa a sua energia positiva para todos;

6 – Se você se ama, você sempre está sorrindo;

7 – Se você se ama, você sonha com um mundo melhor;

8 – Se você se ama, você não tem medo de enfrentar a vida;

9 – Se você se ama, você tem amigos verdadeiros;

10 – Se você se ama, você nunca se sente só;

11 – Se você se ama, você respeita o outro;

12 – Se você se ama, você se valoriza;

13 – Se você se ama, você ama viver.

É claro que poderia passar um dia inteiro listando razões para se amar em primeiro lugar, mas me faltariam páginas em branco, porque quando o assunto é amar-se, é infindável as possibilidades de construção de uma vida muito mais leve e feliz.

Conheço muitas pessoas que passam os dias de sua vida se inferiorizando, se lamentando, se sentindo feia, criando desculpas para tudo, se criticando, se iludindo, destruindo lares, invejando o outro, sem amigos, sem sonhos..Pessoas que perdem a própria vida por falta de amor próprio. E falando em perder a própria vida, queria fazer um paralelo sobre a série “Thirteen Reasons Why” (Por 13 razões), que conta a história de uma adolescente que comete um suicídio e antes de fazê-lo registra em 13 fitas as 13 razões pelas quais se matou. O meu intuito não é contar sobre à série, mas sim fazer uma reflexão sobre as razões que poderiam levar pessoas a tirarem a própria vida. E se existem 13 razões para desistir, existem sim outras 13 para se viver!

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O que dizem é que a culpa é da depressão, da falta de carinho da família, da falta de autoestima, da falta de dinheiro, e acredito que todos estes fatores podem sim potencializar uma falta de amor profunda e levar a uma tragédia, mas não acredito que “eles” são culpados sozinhos. Sou da teoria que se você se ama, você não abre as portas para que estes mal intencionados tomem conta da sua vida. Se você se ama, você procura ajuda, se você se ama, você luta pela sua vida até que a sua última gota de suor exista.

E qual é o segredo para que consigamos nos amar? Para mim são pequenas ações, que feitas diariamente, permitem que o amor próprio seja alimentado e repassado para todos ao nosso redor, como:

1 – Acordar todos os dias e agradecer pela vida;

2 – Se olhar no espelho e dizer: eu me amo;

3 – Vestir uma roupa que te faça se sentir bem;

4 – Colocar cor na sua vida – na roupa, na maquiagem;

5 – Escutar músicas alegres;

6 – Meditar, rezar, orar – da sua maneira respirar e se tranquilizar;

7 – Fazer tudo o que tiver vontade de fazer – se realizar;

8 – Dar bom dia, boa tarde, boa noite para todos que cruzarem o seu caminho;

9 – Sorrir sempre;

10 – Ser gentil;

11 – Se perdoar pelos seus erros;

12 – Não se criticar tanto;

13 – Comer coisas gostosas.

Sim, quando nos amamos atraímos o amor e mais do que isto, somos capazes de amar o próximo. O amor é capaz de curar, de perdoar, de capacitar, de nos fazer flutuar, de renovar. Que o mundo tenha mais amor e menos dor.

O amor gera amor!

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