A construção de uma moldura chamada Mulher!

O Ser Mulher é a criação mais fantástica e misteriosa de todos os tempos. É a forma onde mais curvas foram usadas e mais charme se inseriu. No corpo do Ser Humano os braços são considerados a moldura, onde podem realizar as mais lindas obras de arte apenas mudando sua posição, mas na prática temos a construção de uma moldura chamada Mulher, que enaltece os olhos de quem vê e com o seu charme e delicadeza permite realçar ainda mais esta bela construção.

Existem várias maneiras de emoldurarmos o nosso corpo, uma delas é utilizando os nossos braços, e uma boa maneira de exercitar estas molduras é durante uma dança. Na dança do ventre, por exemplo, os braços se tornam essenciais durante toda a dança, eles não precisam estar em movimento o tempo todo, mas precisam estar emoldurados, bonitos, prontos para serem fotografados. Na dança flamenca, também os braços são importantes para que o corpo fique em destaque durante toda a dança. E quando falamos de dança em par, os braços também tem o seu papel, como é o caso do tango, onde os braços precisam estar firmes no par e cada movimento deve ser cuidadoso para que a moldura do conjunto não se perca e a dança não desapareça.

E quando o assunto é a moldura da mulher, além dos braços, vários outros “itens” são importantes para que o desenho da mulher seja ainda mais notado. No rosto, temos as sobrancelhas, que bem feitas e cuidadas são a moldura do rosto. No tronco temos os braços, que são capazes de desenhar as mais incríveis mulheres em uma só. Nas pernas, os mais belos desenhos em movimentos são permitidos. Logo, temos um corpo de mulher repleto de desenhos e molduras, e assim uma linda construção é criada e emoldurada da maneira que a mulher desejar.

Ser mulher é ser uma arte viva com a possibilidade de vivenciar várias molduras em um corpo só!

Fonte imagens: https://pixabay.com

Siga-nos 🙂

Ser mulher em um dia cinza e frio!

Ser mulher é uma tarefa complicada e ao mesmo tempo desafiadora, afinal nós mulheres somos vistas pela sociedade como seres com curvas perfeitas, mas a verdade é que estamos longe da perfeição e nem sempre somos estas curvas todas que a sociedade nos exige. Hoje falaremos um pouco sobre ser mulher em um dia cinza e frio, onde as curvas não serão reveladas e nem notadas.

 

Imagine um lugar muito frio, onde as cores de tudo ao redor é cinza. O sol não aparece e todas as pessoas passam a maior parte do tempo dentro das suas residências. Caminhar pelas ruas é um pouco assustador, alguns barulhos são ouvidos, mas poucos reconhecidos. Mas virando à esquina, é possível ver uma pessoa, muito bem agasalhada, sorridente e cantarolando. Chegando mais perto é possível ver que se trata de uma mulher, mas que diferente do que estamos acostumados, ela não tem curvas aparentes, e o que mais chama a atenção é sua maravilhosa expressão.

Os cabelos desta mulher também estão escondidos por uma toca cor de preta, suas mãos estão cobertas por um par de luvas e o seu pescoço, não é possível ver se há um colar, porque um lindo echarpe de cor vermelha cobre-o.

Diante desta situação e vendo esta mulher diante dos meus olhos, comecei a refletir sobre a nossa verdadeira essência, que sempre foi vista por suas curvas perfeitas e que neste momento não são possíveis de serem vistas, porque o frio do lugar não permite. Mas, como é possível ser mulher em dia cinza e frio? Como é possível ser notada pela sociedade, sem mostrar o que “ela” quer ver? É ser uma mulher sem máscaras, sem preocupação com a opinião do outro, ser leve, poder sair nas ruas sem medo de ser observada e invadida, poder se expressar, cantar, sorrir, ter brilho nos olhos, é ter de volta a liberdade que sempre tivemos.

E aprender que a essência da mulher não está em ter um corpo perfeito, e sim ser uma infinidade de qualidades maravilhosas, que preenchem o universo de cor de de rosa.

Fonte imagens: https://pixabay.com

Siga-nos 🙂