Qual é o limite entre o amor e a dor?

Sabemos que o amor é um sentimento universal e que é capaz de nos levar a cometer loucuras, mas qual é o limite entre o amor e a dor?

Esta semana assisti um filme chamado Jogo Perigoso, do magnífico Stephen King e confesso que antes que ler a sinopse, julguei o filme apenas pela capa e logo pensei: Uau! Um filme como o “50 tons de cinza”, onde o casal tem um fetiche e se realiza na cama. Não pensei duas vezes e apertei o play. Gostaria de deixar claro, que minha ideia não é contar sobre o filme, mas relatar que as cenas deste filme me chocaram por me levar a refletir até onde vale a pena a dor em prol do amor. Qual é o limite de um casal que deseja “apimentar” a relação? Será que um pensa na dor que o outro é capaz de suportar? Ou vale tudo pelo amor, mesmo que isto leve a muita dor e sofrimento?

Outra reflexão sobre o filme foi a de que, se alguma coisa planejada der errada, tudo pode dar errado e levar à situações irreversíveis, onde a dor será a única forma de sobreviver ao um jogo que tinha as melhores intenções para acontecer.

Além de vários jogos sexuais, existem muitos casais que optam por experimentarem novas posições sexuais, novos “brinquedos”, parceiros distintos e que muitas vezes ultrapassam o limite do parceiro (a), tudo para que relação seja mais intensa, se renove, mas até onde vale a pena a dor pelo prazer?

Difícil de pensarmos sobre tantas questões, mas o que acredito é que o respeito deve sempre prevalecer, e se uma pessoa pede para a brincadeira sexual parar, deve sim ser respeitada e não questionada, porque na verdade apenas quem sabe o limite da dor é quem está passando por ela. E isto também é prova de amor, dar prazer de maneiras inusitadas, mas saber parar quando a dor é superada pelo prazer.

Vida longa aos que amam e se respeitam, porque esses sim sabem tirar proveito do melhor que a vida tem à oferecer.

Fonte imagens: https://pixabay.com

Siga-nos 🙂