Gentileza gera mais do que gentileza

Em um mundo onde a violência está tomando conta, pensar que ainda podemos fazer a diferença e deixar tudo mais colorido, nos permite sonhar alto e ter esperança de uma vida mais plena e feliz. E sermos gentis é um grande passo para que plantemos a semente no coração do próximo e lembremos que gentileza gera mais do que gentileza, promove amor, paciência e respeito.

Ser gentil é ter um coração de criança, é ser educado, dar a vez, ter empatia, ser cuidadoso, amar ao próximo como a ti mesmo.

Não devemos ser gentis esperando algo em troca, devemos fazer de coração e tornar um hábito nas nossas vidas, mas a lei da reciprocidade é uma grande verdade, quando fazemos o bem, recebemos o bem, quando somos gentis, recebemos muito mais como retribuição do universo, recebemos um conjunto de ações que invadem a nossa alma de felicidade, nos permite estar com pessoas do bem, nos faz ser mais humanos e menos egoístas.

Uma certa vez vi um adesivo em um carro que dizia “Gentileza gera Gentileza”, achei bem legal e pensei: “que massa, esta pessoa deve realmente querer ver um mundo melhor” e logo em seguida ao meu pensamento, esta mesma pessoa, deu uma fechada em outro carro e gritou vários xingamentos, ai pensei: “o que adianta ter um adesivo tão legal e não praticar?”, enfim, a lição que levei naquele dia é que de nada adianta conceitos sem prática.

Conceitos não concretizados são como flores sem vida!

Que possamos dia a dia procurar colocar em prática a gentileza com todos, sem distinção de raça, cor ou religião, pensando em oferecer gentileza sem nada em troca, porque quando fazendo o bem, tudo se torna mais colorido e pleno. Respeito ao próximo é o mínimo que devemos ter uns pelos outros, então que possamos pensar em agir com mais calma, carinho, cuidado e tudo será mais tranquilo de lidar.

Gentileza gera MAIS do que gentileza. Pratique você também!

Fonte imagens: https://pixabay.com

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NÃO trate o outro como você gostaria de ser tratado.

A tradicional frase, trate-o como você gostaria de ser tratado, foi cunhada em nossa essência desde a infância. E tendemos a praticá-la e a reproduzi-la aos próximos a nós. Mas está é realmente uma boa pratica?

Imaginemos uma pessoa muito pratica e objetiva. Que gosta de ação e resultados nos mais amplos aspectos de sua vida. Que profissionalmente entrega muito resultado. Em família resolve os problemas que surgem de maneira dinâmica e ágil. Os amigos o vêm assim também e ele é sempre chamado quando se precisa de alguém que execute sem rodeios.

Esse nosso amigo imaginário, pratico e objetivo. Se encontra em se local de trabalho, um comércio varejistas. A certa hora do dia entra um cliente, o qual ele deve atender.

Nosso cliente imaginário é um pouco diferente do nosso primeiro personagem. Praticidade não costuma ser uma característica que seria apontada a ele, pelo contrário. Indeciso e extremamente detalhista ele é prolixo e adora saber dos detalhes mais inúteis de cada coisa. Responder algo com palavras simples e objetivas como “sim” ou “não” é um ato impossível.

E como a vida é uma caixinha de surpresas e continuando a exercitar nossa imaginação, vislumbre como seria esse encontro/atendimento. Nosso primeiro personagem pratico e objetivo querendo logo fechar a venda para atender o próximo cliente e o nosso cliente em duvida entre azul petróleo ou o preto, pois ele leu há um tempo que as cores podem influenciar no humor dos que o cercam ao longo do dia. E com toda sua paciência e prolixidade ele explica o estudo ao vendedor.

Observando a distância não é difícil perceber que os dois têm praticado com afinco a condição de tratar o outro como gostariam de serem tratados. E é mais fácil ainda perceber que ambos sairão insatisfeitos deste encontro.

Talvez seja o momento de rever esta atitude, caso você a tenha. Veja um dos nossos posts sobre empatia, essa palavrinha pode mudar sua forma de agir no mundo.

“…A empatia talvez possa ser praticada pelos animais, mas é sabido que é praticada pelo ser humano. E esta é como a construção muscular deve ser exercitada periodicamente.

A empatia é a capacidade humana de se transportar para uma situação alheia a sua realidade e viver aquela experiência com o olhar de quem realmente a vive…”

 

fonte:  Rob Hammer

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Empatia é o grande convite da série 13 razões – netflix

13 razões (13 reasons why – netflix) é um grande exercício de empatia.

A empatia talvez possa ser praticada pelos animais, mas é sabido que é praticada pelo ser humano. E esta é como a construção muscular deve ser exercitada periodicamente.

A empatia é a capacidade humana de se transportar para uma situação alheia a sua realidade e viver aquela experiência com o olhar de quem realmente a vive.

Quando da sua prática não se é possível carregar a sua própria bagagem de experiências e conceitos, já formados ao longo da sua existência, pois agindo assim você estará apenas observando uma situação sob a sua ótica.

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pratique empatia com esta cena alegre.

Para pratica-la deve-se usar sua bagagem para construir o que se imagina ser a bagagem do outro e dai sim viver a experiência alheia.

13 razões apresenta personagens com os quais, qualquer um de nós na adolescência convive ou conviveu. E suas atitudes por muitas vezes ao primeiro olhar são pequenas, naturais e desta forma não causariam nenhum tipo de reação adversa ou significativa. Dai vem o convite da série, seja empático. Atentando a construção de cada personagem com a bagagem pessoal, oferecida pelo roteiro e pela direção, é possível se praticar a tal empatia e perceber os motivos de ações simples terem um plano de fundo e consequentemente criar duras e grandes cicatrizes.

Recomendo 13 razões de peito aberto e sendo empático com cada personagem.

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pratique empatia com esta cena alegre.

Todos temos em nossa bagagem temos a sensação de felicidade de um cão ao buscar um graveto atirado pelo dono ou outro alguém. De forma empática é simples se transportar e sentir sua felicidade ao saltar sobre a água com o brinquedo na boca. Da mesma forma é que fácil sentir a alegria na foto acima e também a tristeza e a dor na anterior. Mesmo sem nunca antes ter abocanhado um graveto ou passado frio e fome.

Empatia gera empatia.

imagens: pixabay e freeimages

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