Tudo o que farei será por sua felicidade!

Em dias tão obscuros no mundo em que vivemos, cuidar dos nossos filhos é mais do que essencial, é uma questão de amor. Ser mãe, foi o maior presente que pude receber nesta minha passagem por esse universo, e enquanto existir vida tudo o que farei será por sua felicidade!

Mães são consideradas seres de outro planeta, afinal são loucas, neuróticas, super protetoras, são capazes das maiores loucuras para preservar os seus filhos. Fazem o impossível para ver os filhos felizes, brigam, choram, se desesperam, trabalham dia e noite, abdicam da própria vida em prol as suas crias.

Só quem é mãe pode mensurar o que é amar sem dimensões. Um sentimento inexplicável nos invade e independente de nada só aumenta, e nos permite querer o melhor e fazer de tudo para vê-los com sorriso no rosto e realizados em tudo que desejarem. Mas não é só isto, somos como leoas, vivemos para os nossos filhos e tudo o que fazemos é pensando neles. E se alguém se atreve a mexer com eles, nossa, é briga na certa, porque mãe perde até a razão para defender o que mais ama neste mundo.

Mexer com um filho é mexer diretamente com uma mãe!

E sabemos que apesar de todo esforço, muitos filhos são ingratos, não valorizam o que fazemos, não ligam para nada, nem sequer retribuem o amor, que é gratuito, mas mesmo assim, o amor que uma mãe sente por seu filho é tão inexplicável, que elas continuam a amar sem limites, mesmo que se sintam tristes e injustiçadas, o amor não acaba jamais.

Que possamos continuar a amar sem limites, a perdoar de coração, a construir seres que serão o futuro de tudo que existe! Que o nosso foco seja a felicidade, sempre.

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Só mais 5 minutinhos

Qual mãe nunca desejou, com todo o seu coração, só mais 5 minutinhos de um sono? Bem eu posso falar por mim, e ter alguns minutinhos de sono é algo que desejo muito na minha vida, mas que quase nunca é possível. Quando nos tornamos mãe ganhamos o melhor presente de nossas vidas, mas também nos é descontado alguns minutinhos de um sono, que nunca mais voltarão a ser o mesmo.

Mas podemos nos confortar, afinal de contas os filhos crescem e logo poderemos ter estes tão sonhados minutinhos preciosos de sono de volta, mas para isto precisamos ser criativas e tudo dará certo. Vou tentar responder algumas perguntas que já me fizeram e ver se consigo ajudar, vamos lá:

– Como conseguir mais 5 minutinhos de sono se minha filha/filho me acorda cedo até nos finais de semana?

Resposta: Então, uma estratégia para que você consiga mais alguns minutos de sono ou preguiça na cama, é propor que sua filha/filho assista um desenho na cama com você, é claro que para isto é preciso ter uma televisão no seu quarto. Já utilizei esta estratégia com a minha filha e funcionou super bem, ela ficou feliz e eu com mais um tempinho de sono para mim.

– Se eu planejei acordar as 07:00h para fazer o café da manhã da minha filha, e sem esperar ela acorda as 06:00h, o que fazer para conseguir que ela volte a dormir?

Resposta: Então, esta pergunta é mais complicada de responder, mas também já aconteceu comigo, e pela experiência que tive com a minha filha, quando o horário de costume dela adiantou 1 hora, fiz o seguinte: a levei no banheiro e depois preparei um leitinho bem gostoso, após ela tomar o leite, coloquei ela novamente para deitar na cama, e fazendo uma carinho que só quem é mãe sabe fazer, o soninho voltou, ai aproveitei para dormir mais um pouquinho também.

Enfim, vida de mãe não é fácil e para conseguirmos dormir mais um pouquinho, precisamos sim ser criativas e lidar com diversos experimentos, porque uma hora funciona, e assim conseguimos mais qualidade no nosso sono, que sabemos que é essencial para que possamos ter toda a energia do mundo para lidar com os afazeres do dia e da noite.

Ler um livro para o seu filho/filha também é uma maneira de trazer o soninho para perto, além de ser uma atividade super saudável. Mas se depois de todas as tentativas de mais 5 minutinhos de sono, nada funcionar, você pode se perguntar, o que fazer? Ai é relaxar, se levantar, lavar o rosto e ir brincar com o seu filho/filha, e ter certeza que todos estes minutos de sono retirados de você, serão retribuídos dia a dia, ao ver o seu filho/filha crescer e se tornar tudo o que você sempre sonhou.

Uma mãe pode não ter mais 5 minutinhos de sono, mas tem o maior presente de todos, e todo sacrifício valerá cada minutinho não dormido.

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Mãe também pode adoecer!

A partir do momento que nos tornamos mãe, uma série de deveres nos são dado, mas em nenhum momento imaginamos que temos o direito de adoecer, mas mãe também pode adoecer, e aí o que fazer?

Só de imaginar em adoecer, ficamos malucas, afinal somos mães e os nossos filhos precisam de nós, mas não podemos esquecer que fazemos parte de um sistema bem maior e que não podemos controlar tudo, e isto significa que nós mães estamos sujeitas a sofrermos as consequências da vida humana, e podemos sim adoecer. Assumir esta condição como verdade não é simples, porque temos outra vida(s) para cuidar, mas só podemos cuidar dos nossos filhos se estivermos bem com a nossa saúde, em primeiro lugar. E aceitar que também somos seres humanos, nos deixará mais tranquilas para enfrentar o que vier pela frente, sem culpa.

E os nossos filhos, o que irão pensar se adoecermos?

Bem o que eles irão pensar dependerá muito de como a informação chegará até eles, mas é muito importante que nós mães conversemos com os nossos filhos e expliquemos que podemos adoecer sim, mas iremos fazer de tudo para sempre ficarmos bem. Mas se um dia precisarmos ir ao hospital nos cuidar, eles terão alguém para estar com eles e logo tudo ficará bem.

Confesso que sou do tipo de mãe que luta com a dor até não aguentar mais, tudo porque na minha cabeça não tenho o direito de adoecer. Mas estou errada, e de vez em quando o meu corpo pede socorro, e me vejo no hospital, precisando me cuidar para continuar cuidando da minha filha. Quando acontece isto, choro, grito, me culpo, fico brava, mas de nada adianta, só me resta aceitar que chegou a hora de me cuidar. E tudo acaba ficando bem, e percebo que a vida continua a girar, que existem outras pessoas que podem ajudar a cuidar da minha filha, quando eu precisar cuidar de mim.

Ser mãe é enfrentar dia a dia o desafio de improvisar o inesperado que a vida apresenta, e continuar a linda missão de amar incondicionalmente os nossos filhos, mas sempre lembrando de nos cuidarmos em primeiro lugar!

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Que dengo mãe – uma relação inexplicável de amor!

Já dizia a minha mãe: “filho quando está longe da mãe é uma criança completamente diferente de quando está perto”, confesso que discordava desta frase até o dia em que minha filha passou o dia com a vovó e o vovô, e quando eu cheguei para buscá-la, iniciou-se um dengo inacreditável, reclamações, voz chorosa, fome, sede e no final um abraço bem gostoso e uma frase: “mamãe, que saudade que eu estava de você”. Ahhhh…Que dengo mãe – uma relação inexplicável de amor, que ultrapassa a nossa razão, e nos permite sentir o maior amor do mundo.

É uma loucura o que acontece quando nós mamães estamos por perto dos nossos filhos. Eles choram sem motivo, reclamam de tudo, fazem drama, não querem colocar um roupa porque não gostaram da cor, andam grudados conosco, ficam muito dependentes de nós, enfim, fazem de tudo para chamar nossa atenção e aproveitar cada minutinho ao nosso lado. E por que será, que quando eles ficam longe de nós mudam as atitudes?

Acredito que tenha muito a ver com o tempo escasso que a maioria de nós tem para ficar com os filhos, a rotina corrida, deixar o filho na escola cedinho e só buscá-lo no fim do dia, sair do trabalho correndo, chegar em casa, fazer o dever, dar banho, fazer comida, lavar uniforme, arrumar lancheira e quando tudo parece sobre controle, já estamos exaustas, só querendo uma boa noite de sono, para que no outro dia bem cedo, estejamos de pé, firmes para fazer o café da manhã, arrumar os nossos filhos para escola, nos arrumar para o trabalho e começar mais uma rotina. Esta é exatamente a rotina que levo com a minha filha, uma correria para deixar tudo em ordem, mas confesso que em meio da correria, eu procuro deixar de lado algumas tarefas de casa para poder dar mais atenção para ela. Muitas vezes me sinto culpada em não dar o colinho que ela merece, mas procuro fazer o que posso para estar presente, dando carinho, beijos, conversando, assistindo desenho, lendo um livro, e mesmo que eu esteja bem cansada, arrumo energia para aproveitar cada minuto ao lado dela.

Nos finais de semana, o meu tempo é todo dela e fazemos programas legais juntas. Cinema, parque, teatro, aniversário das amigas, jogo de tabuleiro e o grude é inevitável. Ficamos focadas uma na outra e isto deixa ela bem dengosa, vira uma relação de “dengo de mão dupla”, que acho uma delícia, mas que dura no máximo dois dias, depois voltamos a nossa realidade de vida corrida e mais uma vez me sinto culpada por não poder me dedicar à ela quanto eu gostaria.

Sobre o dengo entre filhos e mães não acho ruim, mas precisa ser dosado. Toda criança precisa entender que as mães tem os seus afazeres, e criá-los para enfrentar a vida é muito importante. E nós, mamães, precisamos entender que muitas vezes àquela reclamação, chorinho não passa de um dengo, uma maneira de chamar a nossa atenção e pedir um colo gostoso.

Um colo de mãe não é substituído por nenhum outro colo.

Quando os nossos filhos estão com outras pessoas, eles sabem como agir, são crianças maduras, que até nos surpreendem. Tomam banho sozinhos, não reclamam a toa, comem direito, brincam, mas aí é só ver a mãe chegar e pronto, tudo fica diferente, parece que são duas crianças distintas, mas vamos tentar entendê-los, o que passa na cabecinha deles é mais ou menos assim: “a minha mãe chegou e ela me ama incondicionalmente, me adula, me defende, me apoia, me dá o colinho mais gostoso do mundo, me beija até a bochecha ficar vermelha, me entende, então se eu não fizer dengo com ela, com quem mais irei fazer”?

Que nós mães possamos dengar os nossos filhos sim, mas nunca esquecermos de ensiná-los a seguir o caminho da vida fortalecidos e independentes.

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Viagem a duas – momentos inesquecíveis com ela!

Certamente viajar é uma das atividades mais deliciosas para mim. Quando viajamos, temos a oportunidade de conhecer novos lugares, novas pessoas, comidas típicas e temos a chance de ter experiências incríveis e tudo isto só depende de cada de nós.

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Mas quando se fala de fazer uma viagem a duas, muitas mães se questionam se realmente é possível, qual a melhor idade  da criança, o que levar, aonde ficar, quais atividades podem ser feitas, quais os cuidados tomar, entre tantas outras perguntas. E hoje gostaria de compartilhar com vocês, um pouco da minha experiência em viajar a duas, eu e minha amada filha.

A primeira viagem que fizemos a duas, foi em Julho de 2016 (minha filha estava com 5 anos), para Porto Seguro – BA e a segunda em Abril de 2017 (minha filha estava com 6 anos), para Natal – RN, confesso que pensei bastante para realizar a primeira viagem, pois tudo que é novo assusta um pouco, mas como sou uma amante da vida e de explorar novos lugares, tomei a decisão. A primeira parte do planejamento foi o tempo que eu e minha filha teríamos para viajar, e eu recomendo no máximo 7 dias, para uma viagem nacional, de maneira que dá para aproveitar muito e a criança não cansa, sem contar a parte financeira, que fica bem acessível. Depois de planejar o tempo que a viagem seria executada, foi a hora de pesquisar as passagens e hospedagem, que neste caso dependerá muito da sua intenção e disponibilidade de gasto. Eu, particularmente, não gosto de viajar para ficar em lugares caros, apesar de ter toda a infraestrutura, brinquedoteca, transportes, eu ainda prefiro me hospedar em um hotel/pousada, que tenha como regra: café da manhã, ótimo acesso para os pontos turísticos ou de meu interesse, chuveiro com água quente e boa cama. Depois de comprar as passagens e hospedagem, pronto foi a hora de arrumar a mala.

Sobre a mala, tudo depende qual é o destino escolhido, o nosso destino para as duas viagens que fizemos foi para praia, logo, levei apenas uma mala para mim e minha filha, desta maneira, além de ficar mais prático, foi uma maneira de ensinar para minha filha a levar pouca roupa e ser bem prática. Depois da mala feita, partiu viajar.

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Antes de contar de fato sobre como foram as viagens a duas, queria listar alguns cuidados que tive e acho pertinente citar:

  • escolher o lugar conforme o período do ano (verificar se choverá ou fará sol);
  • definição do período da viagem;
  • comprar as passagens e reservar a hospedagem;
  • levar remédios básicos (para dor de cabeça e febre);
  • levar documentos da criança (certidão e carteirinha plano de saúde, por exemplo);
  • levar uma mala prática (que caiba roupa da mãe e da criança);
  • verificar o melhor meio de transporte para deslocar do aeroporto para o hotel;
  • sacar dinheiro antes de viajar (evitar ficar perguntando sobre caixas eletrônicos);
  • fechar os passeios apenas quando chegar no cidade escolhida (assim fica mais fácil negociar preço e verificar a empresa).

A viagem…

Quando fizemos a nossa viagem para Porto Seguro – BA, chegando no aeroporto, pegamos um táxi e fomos até o hotel, uma vez que já havia pesquisado a melhor opção de transporte. O hotel escolhido, ficava à 100 metros da praia, então todos os dias acordávamos, tomávamos café da manhã e íamos para praia. Como eu gosto de explorar os lugares quando viajo, optei em fechar 3 dias de passeio, com uma empresa credenciada e os outros 2 dias, curtimos a praia pertinho do nosso hotel.

Fechar passeio é uma excelente opção de conhecer outras praias, centros históricos, tribos indígenas e comer excelentes comidas, vale a pena o investimento!

Na nossa segunda viagem, onde o nosso destino foi a linda cidade de Natal-RN, chegando no aeroporto fechei um transfer para o hotel, neste caso o aeroporto era bem mais longe e o valor do transfer ficou bem mais acessível do que um táxi. O hotel escolhido foi bem pensado, e ficava à 10 passos da praia de Ponta Negra, que é bem famosa e bem apropriada para banho. Da mesma maneira que quando fomos para Porto Seguro, fechei 3 dias de passeio, e assim vivenciamos experiências incríveis, conhecendo praias exuberantes, tribos indígenas, o maior cajueiro do mundo e pessoas maravilhosas.

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Parceria…

Importante dizer que para o sucesso destas duas viagens incríveis, a parceria entre mãe e filha foram fundamentais. Desde a preparação da mala, até a chegada ao aeroporto precisam ser administradas de ponta a ponta, afinal estamos falando de um adulto e uma criança, sendo que a criança tem suas necessidades diferenciadas, como alimentação, banheiro, sono. É importante sim, saber lidar com o tempo para que a sua viagem e da sua criança seja perfeita. E a parceria entre vocês precisa ser sólida, a criança precisa saber obedecer e confiar nos comandos da mãe. E sobre ter uma filha parceira, eu tenho muito orgulho de dizer que tenho mais do que uma filha parceira, tenho uma filha companheira, amiga, que cuida de mim, se preocupa, se diverte, topa as minhas loucuras, e entende que tudo o que faço é para vê-la feliz.

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Então é isto, espero que daqui para frente vocês se encorajam em viajar com os seus pequenos e entendam que tudo é possível com responsabilidade, cuidado, respeito e planejamento.

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